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Dr. Colibri ensina: 5 dicas para lidar com desafios de recém-nascidos sem estresse

Bebê em casa, ansiedade a mil! Se você é mãe de primeira viagem, com certeza sabe do que eu estou falando, principalmente nos primeiros meses de vida do novo integrante da família. Durante essa fase, por conta da enorme preocupação com a saúde e o bem-estar do pequeno, é comum a vontade de querer fazer uma visita ao pediatra por conta de qualquer choro diferente ou mudança inesperada.

Mas, como Dr Colibri, eu te digo: calma, mamãe! Óbvio que as consultas com especialistas são extremamente importantes, mas existem pequenos incômodos que podem ser tratados de forma caseira, sem gerar todo o estresse de ter que sair correndo até o pediatra. A seguir, te dou algumas para lidar com os problemas mais comuns dos recém-nascidos:

Cólicas persistentes

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Esse mal-estar pode ser causado pela ingestão de ar durante a amamentação, entre outros fatores. Para aliviar, massagens em movimentos circulares, assim como empurrar os joelhos em direção à barriga, ajudam a eliminar os gases. Bolsas de água quente também são ótimas opções.

Medo do umbiguinho

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Cuidar do umbigo do bebê quando ainda está com o pedacinho do cordão umbilical é muito importante e não precisa de especialistas; é só você não ter receio, pois não dói! Trata-se de um pedaço de pele, sem nenhuma nervação, que cai sozinho entre 7 e 21 dias de vida. Para a limpeza, use algodão e álcool, e realize em todas as trocas de fraldas.

Choros intermináveis

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Nos primeiros meses, o choro é a única forma do bebê comunicar que estão com fome, molhados, cansados ou até mesmo entediados. Ou seja: se o pequeno passou as últimas horas aos prantos, isso não significa que ele esteja com alguma dor. Balançar, colocar músicas calmas, desligar as luzes do ambiente ou até mesmo leva-lo para passear pela casa são algumas técnicas simples que ajudam a acalmar.

Pele amarelada

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A coloração é comum nos primeiros dias após o nascimento, então não há com o que se preocupar! O banho de sol ajuda, e muito, a eliminar o excesso de bilirrubina no sangue, que causa esse tom amarelado. Além disso, esse hábito é essencial para ativar a vitamina D recebida pelo leite materno.

Cabelinhos caindo

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Quando nascem, os cabelos dos bebês servem para manter a cabeça aquecida. Depois de um tempo, é normal que esses fios caiam e, durante o processo, o ideal é que você continue usando, durante os banhos, o mesmo sabonete do corpo, sem precisar de shampoos e produtos específicos.

Viu só, mamãe? Com calma e paciência, esses incômodos vão sumir mais rápido do que você pensa. Mas, caso tenha alguma dúvida mais específica, não deixe de consultar um médico de confiança!

Fontes:

Site Minha Vida

Site Pais & Filhos

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Benefícios e desafios da amamentação

É muito comum as mamães terem dúvidas e angústias em relação à amamentação. É por isso que eu, Dr. Colibri, convidei uma amiga especialista na área de psicologia para falar um pouco sobre o assunto. Espero que goste!

O Ministério da Saúde recomenda que seja feita a amamentação durante os dois primeiros anos de vida da criança e, nos primeiros seis meses, a alimentação somente com leite materno, sem necessidade de inserção de outros alimentos, como água, chás e sucos. Isso porque o leite é um alimento completo e por si só consegue nutrir o bebê.

Porém, muitas pessoas interpretam essa recomendação de forma errada, afirmando que o leite materno somente é necessário nos primeiros seis meses. Com isso, geralmente há desmame precoce por diversos motivos, como: problemas na sucção, nascimento de dentes, reflexo gastro-cólico (retorno do leite pelas dores abdominais do bebê, que geram desconforto), entre outros.

Além disso, há muitos mitos que perpassam essa questão. Por exemplo, quando dizem que o leite da mãe pode ser “fraco” porque o bebê chora muitas vezes. Isso não acontece só por fome, mas por outros pontos, como desconforto, dores, necessidade de afago e carinho, além de o choro ser a única forma de comunicação do pequeno.

A falta de confiança em si mesma é uma das grandes responsáveis por esse pensamento que as mães têm de que seu leite é fraco ou insuficiente. Essa insegurança surge porque elas podem passar a ter medo e a ver como um desafio o fato de produzirem o alimento do filho, e, principalmente, tendem a carregar a culpa se acreditarem que o seu leite não satisfaz as necessidades da criança.

E se não for possível amamentar?

Essas e outras situações fazem parte do desafio de ser mãe e geram grandes anseios e até frustrações. Nesse momento, é de grande necessidade o apoio familiar para ajudá-las a se estabelecerem e manterem a calma.

Da mesma forma, é muito importante procurar profissionais da saúde que possam auxiliar nesse momento. É essencial, também, refletir que mesmo que não seja possível a amamentação, buscar orientação pode trazer uma melhor forma de encarar a situação. Na amamentação vale o carinho, troca de olhares e amor pelo bebê. O alimento em si é de grande importância, mas pode ser substituído ou complementado com apoio médico.

Portanto, sinta-se acolhida, mamãe, e saiba que você é uma mulher capaz de cuidar e zelar por seus filhos. Esse momento é de grande importância para o desenvolvimento saudável deles, tanto físico quanto cognitivo, e você conseguirá dar conta e o ver os seus bebês crescerem fortes e felizes.

Referências:

http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno

http://www.scielo.br/pdf/rpp/v33n3/0103-0582-rpp-33-03-0355.pdf

Tayne Amabile Cichelli

Psicóloga CRP 06/141746

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Alimentação complementar após os seis meses

Por que a alimentação complementar no primeiro ano de vida não deve ser liquidificada?

As mamães são orientadas para alimentar os bebês exclusivamente com leite até os seis meses de vida. Após esse período, a criança passa a receber uma alimentação complementar ao leite materno. Isso significa que esses alimentos não substituirão as mamadas, mas, sim, complementarão sua dieta.

Deve-se oferecer às crianças papa de fruta ou salgada, sempre dando consistência. Assim, a comida deve ser amassada com garfo até adquirir a forma de purê grosso, sendo servida com colher, e não liquidificada nem peneirada. Isso porque, além de a criança estar aprendendo a diferenciar sabores e cores dos novos alimentos, a papa nesse formato estimula as funções de lateralização da língua, jogando os alimentos para os dentes trituradores, e o reflexo da mastigação.

Outro aspecto a ressaltar é que as comidas mais espessas e consistentes apresentam maior densidade calórica quando comparadas com as diluídas, o que tem valor para as crianças com baixa idade devido à pequena capacidade gástrica e pouco consumo de alimentos. Por isso, eles precisam fornecer maior quantidade calórica para suprir as necessidades energéticas. Além disso, crianças que forem estimuladas a consumir papas consistentes desenvolvem melhor a musculatura da face e a capacidade de mastigação, aceitando facilmente a alimentação a partir dos oito meses.

Aline Ripoll Tedesco

Nutricionista Clínica

CRN 3 5699