Categorias
Sem categoria

Mitos e verdades sobre a gravidez

Existem muitas histórias que giram em torno da gravidez. São tantos contos e lendas que a mamãe fica sem saber se acredita ou não.  Convidei meu amigo ginecologista, Luiz Fernando Franco Penteado, para contar quais são essas lendas para vocês:

1 – Sexo pode prejudicar o bebê?

Se não tiver problema algum com a gestante e o bebê, o sexo está mais do que liberado.

2 – Ficar em jejum para diminuir o enjoo?

Pelo contrário, a mulher deve comer mais vezes e em menor quantidade se quiser diminuir a sensação de enjoo.

3 – A mulher deve comer por dois?

Mais um engano. A mulher deve comer alimento mais saudáveis e de qualidade.

4 – Exercícios físicos durante a gravidez fazem mal?

Exercícios supervisionados por um profissional especializado são mais do que recomendados. Hidroginástica e caminhada são exercícios de baixo impacto que podem ser realizados pela gestante.

5 – Se a grávida tem muita azia, é porque o bebê vai ser cabeludo?

A azia aparece porque o útero pressiona o estômago, causando um refluxo do ácido do estômago.

6 – Grávidas devem fazer sauna ou permanecer em banheiras com água quente por muito tempo?

Gestantes não devem ficar em banheiras e saunas por muito tempo! O calor estimula a vasodilatação dos vasos, podendo levar a queda de pressão. E isso prejudica o transporte sanguíneo para o feto.

7- Gestante não pode andar de moto?

Não existe nenhum estudo ou pesquisa que relacione prejuízos ao feto ou para a gestante que anda de moto, porém, ao longo do tempo irão aparecer  desconfortos para a gestante devido à postura. Sendo assim, a recomendação é que se tenha bom senso e utilize a moto apenas em situações realmente necessárias, mas se possível escolha ir de carro ou ônibus para o seu compromisso, esteja ou não grávida.

LUIS FERNANDO FRANCO PENTEADO

MÉDICO GINECOLOGISTA E OBSTETRA

Nº CRM: 71472

 

Categorias
Sem categoria

Saiba como evitar alergias na pele dos bebês

Ao se preocuparem demais com alimentação e troca de fraldas dos bebês, muitas mamães acabam se esquecendo do cuidado com um órgão muito importante: a pele. Contudo, ela não dever ser negligenciada, pois, após os primeiros dias de vida, a camada de gordura que atua como barreira protetora contra infecções vai desaparecendo. Assim, é necessário reforçar as defesas cutâneas dos pequenos para evitar as temidas alergias.

Antes de você saber como preveni-las, porém, é importante saber os fatores que levam ao aparecimento desse incômodo. Não se preocupe, mamãe: estou aqui para te ajudar!

Principais causas das irritações

  • Calor: ao ser exposto ao sol ou usar roupas em excesso, o bebê fica suscetível ao aparecimento de pequenas bolinhas vermelhas no pescoço, debaixo dos braços ou na região da fralda, chamadas de brotoejas;
  • Tecidos: como a pele dos pequenos é muito sensível, tecidos como lã, sintético, náilon ou flanela podem resultar em reações alérgicas, pois impedem que a pele respire adequadamente;
  • Agentes químicos: ao passar produtos como talco, shampoo e cremes hidratantes, observe se eles causaram irritações nas regiões em que foram aplicados;
  • Alimentos: da mesma forma, preste atenção a determinadas comidas que podem desencadear reações alérgicas.

Como prevenir as alergias

  • Lave as roupas dos pequenos com detergentes hipoalergênicos;
  • Vista o bebê com roupas de algodão;
  • Dê banhos curtos, com água morna e produtos hidratantes, sem sabão, e seque a pele sem esfregar. Também vale aplicar loções hidratantes formuladas para crianças;
  • Não fume em ambientes frequentados pelo bebê;
  • Lave os brinquedos de pelúcia, cortinas, tapetes e almofadas com regularidade para eliminar ácaros e pós;

Fontes:

Mãe Me Quer

Tua Saúde

Categorias
Sem categoria

Como reagir ao segundo filho

Segundo filho: momento de muitas mudanças e desafios. Eu, Dr. Colibri, quero que ele seja de muitas alegrias e emoções, por isso convidei a minha amiga psicóloga, Camila Perecin, para falar tudo sobre o assunto!

É muito comum que a chegada de uma segunda criança seja acompanhada de um período de ajustamento, que pode ter implicações emocionais tanto para o primogênito quanto para os pais. Esse momento de transição apresenta consequências na interação entre pais e crianças, sobretudo na rotina de cuidados que a mãe destina ao filho, bem como no desenvolvimento cognitivo e socioemocional infantil.

A demonstração de receio e insegurança é normal por parte do irmão mais velho, pois ele era o centro das atenções se vê afastado deste lugar. A sua reação pode ser negativa, regredindo em algumas conquistas, ou em forma de um pedido de atenção, uma vez que imagina que a perdeu.

Assim, durante a gestação, converse com o seu filho sobre o que está acontecendo, para que ele tenha tempo de questionar e aprender a lidar com a situação. Além disso, envolva-o no processo de preparação do nascimento do irmão, como na escolha do nome e nas compras, valorizando sempre a sua opinião. Após o nascimento, deixe-o ajudar a cuidar do bebê, reforce a sua autoestima elogiando-o e, nas manifestações de ciúmes, não o castigue: converse e explique tranquilamente porque há coisas que não se podem fazer. Por fim, todas as alterações e adaptações devem ser realizadas antes da chegada do irmão, para que a criança não sinta que está sendo afastada ou tratada de uma forma diferente pelos familiares.

É fundamental que os pais reservem tempo para o seu primogênito, para que ele também se sinta importante, e não se esqueçam de que ele não só não cresceu de um dia para o outro, como não está preparado para um maior grau de exigência.

Camila Perecin
Psicóloga
CRP: 06/102529
Categorias
Sem categoria

Dr. Colibri ensina: Saiba como introduzir os alimentos na dieta do bebê!

Mamãe, após seis meses de uma alimentação que inclui apenas o leite materno, chegou o momento de apresentar ao bebê as papinhas, sopas e frutas! Mas, como toda transição, nem sempre o pequeno aceita logo de primeira a novidade. Para amenizar o impacto e tornar a hora das refeições um momento prazeroso, e não de luta, selecionei algumas dicas importantes para te ajudar. Olha só:

Acrescente papinhas e frutas ao cardápio

Clique aqui

No começo, serão, em média, quatro mamadas para duas alimentações de papinhas pastosas (não totalmente liquefeitas), salgadas e doces. Prefira amassar os alimentos ao invés de coloca-los no liquidificador e inclua frutas frescas. Para a criança não estranhar tanto, opte por legumes mais adocicados, como beterraba, cenoura, chuchu e batata-doce.

Ofereça leite de sobremesa

Clique aqui

Depois de um tempo, para não eliminar totalmente o leite materno caso a criança ainda peça, ele pode ser incluído após o almoço e o jantar.

Prefira a água ao invés do suco

Clique aqui

Nessa fase, o bebê também começa a beber água. Segundo recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, o suco deve demorar um pouco mais para fazer parte do cardápio, sendo que oferecer a fruta in natura é a melhor opção.

Tenha calma e paciência nesse momento

Clique aqui

É normal que a introdução dos alimentos sólidos gere estresse na criança. Mas isso não significa que você adiar esse momento, muito menos fazer festa se ela comeu tudo ou dar bronca porque cuspiu a comida. Adotar horários fixos para as refeições e garantir um ambiente tranquilo ajudam o pequeno a encarar esse processo com mais naturalidade. E nada de oferecer na mamadeira: isso fará com que o bebê demore para se acostumar com alimentos salgados e sólidos.

Prepare sopas em dias frios

Clique aqui

A partir do oitavo mês de vida, e com a chegada do inverno, esse prato é uma boa opção. Aconselho que ele inclua arroz ou macarrão, um tipo de grão, carne, dois tipos de legumes e dois de verduras de folhas.

Adapte as refeições às alterações intestinais

Clique aqui

Com a mudança na alimentação, é normal que aconteça ressecamento ou leve soltura intestinal. Para ajudar a solucionar o problema, alimentos que contém fibras, como verduras de folha escura, fazem com que o intestino fique mais solto, enquanto batata, mandioquinha e frutas como goiaba e maçã costumam deixa-lo mais preso.

Por fim e não menos importante: é natural que esse momento seja difícil, mas com o tempo os pequenos vão se acostumando e dando menos trabalho! Não desista e, se necessário, peça ajuda a profissionais especializados.

Fontes:
Site Guia do Bebê

Site Bebe.com.br