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A importância das brincadeiras para as crianças

Mais do que momentos de diversão, as brincadeiras são muito importantes para o crescimento das crianças; entenda o porquê.

Todo mundo sabe que criança precisa brincar, mas o que poucos entendem é a importância desses momentos para o seu desenvolvimento. Entre outros benefícios, a brincadeira permite que ela vivencie o lúdico, descubra e aprenda a realidade, tornando-se capaz de desenvolver seu potencial criativo.

Como o pequeno é um ser em desenvolvimento, sua brincadeira vai se estruturando com base no que é capaz de fazer em cada momento. Isto é, as suas formas de expressão, comunicação e relacionamento com o ambiente sociocultural no qual se encontra inserido mudam consideravelmente aos seis meses e aos três anos, por exemplo. Portanto, ao longo do seu crescimento, as crianças vão construindo novas e diferentes competências para conviver com as outras pessoas, que irão lhes permitir compreender e atuar de forma mais ampla no mundo.

Por este motivo, é de grande importância fornecer um ambiente adequado para que elas possam experimentar tudo ao seu redor, tanto na escola quanto em casa. Junto aos pais, nos momentos interativos e de troca de sentimentos a partir das brincadeiras, proporciona-se ao pequeno não só um momento de crescimento de seu mundo intelectual e cognitivo, mas também do mundo emocional, ao qual ela poderá associar o prazer e a alegria junto de sua família às perspectivas de felicidade e criatividade. Assim, vale lembrar que a brincadeira não está só associada ao fato de divertimento, mas da construção de suas relações afetivas e emocionais, além de uma transformação de seu mundinho interior.

Por meio da brincadeira, a criança explora e reflete sobre a realidade e a cultura na qual está inserida, levando-a para dentro de si. A experimentação de diferentes formas sociais por meio do faz-de-conta, como o papel de mãe, pai, professor e herói, permite que ela se coloque no lugar do adulto e aprenda a se comportar e a sentir como tal, construindo, aos poucos, sua identidade.

Fontes:
http://www.scielo.br/pdf/paideia/v16n34/v16n34a05.pdf

http://www.psicologia.pt/artigos/ver_opiniao.php?a-importancia-do-brincar-no-desenvolvimento-da-crianca&codigo=AOP0394

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A importância do cálcio na infância

A ingestão adequada de cálcio é essencial na infância, pois os ossos e dentes estão se desenvolvendo intensamente nessa fase.

Nos primeiros anos de vida, é muito importante que as crianças sigam uma alimentação rica em cálcio. Isso porque esse nutriente é necessário para a mineralização óssea adequada e manutenção do osso em crescimento.

No entanto, apesar das orientações de profissionais da saúde sobre este mineral, alguns estudos demonstram que o consumo de alimentos que contenham cálcio é baixo, mais especificamente na idade de desenvolvimento físico. O problema é que essa carência pode, no futuro, causar déficit de crescimento ou até doenças ósseas.

Consumo de cálcio por crianças brasileiras

No Brasil, um estudo realizado com crianças e adolescentes de escolas públicas avaliou o consumo de cálcio e descobriu que a média consumida diariamente deste mineral não foi significativamente diferente entre meninos e meninas, estando, nos dois casos, perto de 50% do recomendado. No entanto, somente 6,2% dos meninos e 2,8% das meninas apresentaram consumo adequado do nutriente.

Dessa forma, é importante salientar a importância de adequar a dieta dos pequenos e orientar pais e cuidadores para que eles consumam alimentos ricos em cálcio. Dentre os que se destacam, estão o leite e seus derivados (iogurte e queijo).

Confira a lista dos principais alimentos que contém cálcio:

 

  • Alimento (100g)
  • Cálcio (mg)
  • Leite de vaca 113
  • Leite de cabra 134
  • Iogurte natural 121
  • Queijo tipo mozarela 505
  • Queijo tipo ricota 207
  • Queijo tipo minas/frescal 579
  • Queijo tipo parmesão 992
  • Requeijão cremoso 259
  • Creme de leite 105
  • Espinafre cru 99
  • Espinafre cozido 136
  • Couve crua 145
  • Couve cozida 140
  • Agrião cru 120
  • Rúcula crua 160
  • Sardinha assada 438

Recomendações de cálcio segundo a RDA:

1 – 3 anos 500 mg

4 – 6 anos 600 mg

7 – 10 anos 700 mg

 

Fontes:

Agência de Vigilância Sanitária – Legislação em Vigilância Sanitária – Resolução de Diretoria Coligada – RDC nº 269, de 22 de setembro de 2005

Tabela de composição química dos alimentos da UNIFESP; Tabela brasileira de composição dos alimentos.

Aline Ripoll Tedesco – Nutricionista Clinica – CRN 3 5699

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Mãe e bebê: a construção dos primeiros laços!

Entenda por que é necessário a construção de um ambiente afetivo que envolva o bebê!

O vínculo entre mãe e filho ocorre durante a gravidez, no momento do nascimento e no período do pós-parto. Esta conexão afetiva fortalece o apego da criança com os pais, desenvolvendo relações mais harmoniosas e colaborando para a independência e saúde mental na sua vida adulta.

As emoções positivas, os cuidados e o ambiente afetivo que envolve o bebê contribuem para um bom desenvolvimento infantil, pois ensinam a criança a lidar com as frustrações e a procurar pela realização pessoal. Apesar de cada bebê nascer com personalidade própria e exigências específicas, todos precisam de cuidados e de afeto para crescer saudáveis e bem emocionalmente.

A mãe representa o elo com o mundo exterior da criança e isso, somado a um ambiente amoroso, contribui para a criação de relações interpessoais de confiança e bem-sucedidas, auxiliando a interpretar, adaptar-se e lidar com os fatos e realidades da vida.

Atitudes para criar esse laço

Olhar, estar atenta às necessidades, falar, tocar, aconchegar, dar colo, abraçar, proteger e amar são comportamentos que favorecem uma relação saudável que se estabelece entre a mãe e o seu bebê. São através dessas atitudes que nascem os fundamentos da constituição da pessoa e do desenvolvimento emocional-afetivo da criança.

Interagir e brincar são as melhores estratégias de promover seu desenvolvimento motor, pois quando o pequeno brinca, faz, atua sobre o mundo, aprende sobre si próprio e sobre os outros, desenvolvendo seus próprios mecanismos de defesa e de adaptação, ganhando independência da mãe e crescendo como indivíduo único e autônomo que é.

Camila Perecin

Psicóloga

CRP: 06/102529