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Quem teve câncer de mama pode amamentar?

Quem teve câncer de mama pode amamentar? Muitas mamães que engravidaram após a luta contra a doença têm dúvidas sobre esse assunto. Tire suas dúvidas aqui!

Existem diferentes tratamentos para o câncer de mama e eles podem interferir no aleitamento. Entenda melhor sobre o assunto e saiba quando é possível amamentar.

O leite materno é o principal alimento do baby até os seis meses de idade. Além de importante para os pequenos, amamentar também pode ser o sonho de muitas mulheres. Mas quem teve câncer de mama pode amamentar? Sim. É possível. No entanto, cada caso deve ser levado em consideração, em se tratando do aleitamento.

Existem diferentes tratamentos contra a doença, como quimioterapia, radioterapia e até soluções mais agressivas, como a retirada da mama, chamada de mastectomia. No mês do Outubro Rosa, nós vamos ajudar a desvendar alguns mitos sobre esse tema, que ainda deixa muitas mulheres inseguras.

Câncer de mama x gestação e amamentação

Desde 1990, o movimento Outubro Rosa vem mobilizando a sociedade para compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama. A campanha é motivada pelo fato de a doença representar cerca de 25% dos casos de câncer entre as mulheres, segundo dados da International Agency for Research on Cancer (IARC).

Outro dado alarmante é o divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). A entidade estima que 66 mil casos novos de câncer de mama podem surgir apenas em 2020. Mas a informação e o diagnóstico precoce podem salvar vidas, garantindo que muitas mulheres não interrompam seus desejos e vontades, como ter filhos e amamentar.

E será que o câncer de mama pode impedir tudo isso? Vamos entender melhor!

Infelizmente, as pacientes que estão em tratamento contra a doença precisam adiar os planos de uma gestação. Os medicamentos e as radiações utilizadas para combater o câncer podem levar à malformação do feto.

Quanto ao aleitamento, também surgem alguns poréns. No tratamento radioterápico, por exemplo, o ato da sucção pode aumentar as toxinas da pele nas mamas tratadas. Além disso, muitos medicamentos de combate ao câncer podem interromper a produção de leite. Sem falar ainda dos efeitos sobre o bebê, que ainda são pouco estudados.

Estou amamentando e descobri o câncer. E agora?

Há mulheres que descobrem o câncer de mama durante o período de aleitamento. Ele pode demorar a ser detectado, pois a mama fica endurecida durante esse processo.

Existem casos até mesmo em que a mamãe acredita que as dores são consequências habituais da lactação, mas na verdade se trata de um nódulo que a obriga a interromper a amamentação.

De acordo com os especialistas, a mulher deve ficar atenta a alguns sintomas indicativos de câncer de mama, que podem surgir durante a amamentação. Os principais são a assimetria significativa das mamas, nódulo palpável e persistente após esvaziamento mamário, nódulo nas axilas, pele da mama vermelha, sinal de pele em casca de laranja, secreção com sangue pelo mamilo.

Ao perceber essas alterações durante o aleitamento do seu filho, procure um especialista!

Quem teve câncer de mama pode amamentar?

No caso de quem enfrentou a batalha contra a doença, essa é uma pergunta bastante comum. As chances das mamães amamentarem seus bebês depois do enfrentamento ao câncer de mama vão depender do tipo de tratamento a que foram submetidas. Portanto, não existe uma resposta definitiva.

Vamos explicar melhor! E lembrando que sempre deve haver o acompanhamento de um mastologista, certo, mamis?

Quando se fala em cirurgia parcial ou conservadora, amamentar vai depender de como o organismo reagiu ao tratamento. O método consiste em retirar o tumor com uma margem de segurança, preservando a maior parte possível da mama. A maioria dessas intervenções necessita de radioterapia e essa irradiação afeta a produção de leite.

Entretanto, o efeito do tratamento pode não ser muito agressivo e a mama ainda pode produzir leite, mesmo que com alguma limitação. Dessa forma, amamentar se torna possível.

No caso das mulheres nas quais a doença acometeu apenas um dos seios, a mama saudável não terá a produção de leite prejudicada. Ela não é afetada pelo tratamento e a lactação ocorre normalmente. E esse é o mais comum dos casos de câncer de mama.

E quando acontece a mastectomia? Em algumas situações, a retirada cirúrgica de toda a mama é necessária para tratar o câncer. Com a realização do procedimento, a amamentação não será possível, pois os ductos mamários que transportam o leite são retirados com a mama.

É importante salientar que, mesmo com a mama reconstituída, feita com prótese de silicone ou tecidos do próprio corpo, não haverá produção de leite. A reconstituição da mama vai restaurar a aparência, mas não a sua funcionalidade.

Amamentar diminui as chances do câncer de mama

Você sabia que uma das armas contra o câncer de mama é a amamentação? Pesquisas mostram que, a cada 12 meses de aleitamento materno, as chances de aparecimento de um tumor mamário caem 4,3%. Ou seja, quanto mais amamenta, mais protegida a mamis está.

Isso está relacionado ao fato de que, durante o aleitamento, ocorre a redução das taxas de certos hormônios que podem levar a esse tipo de câncer nas mulheres. Sem falar que o ato de amamentar promove a eliminação e renovação de células que poderiam ter lesões no material genético.

Outros grandes aliados contra o câncer de mama são a prevenção e o diagnóstico precoce. Quando o câncer de mama é detectado precocemente, as chances de cura chegam a quase 95%.

Por isso, a Sociedade Brasileira de Mastologia indica que, a partir dos 40 anos, as mulheres façam o exame clínico das mamas todos os anos. Quem tiver entre 50 e 69 anos, no caso de baixo risco, precisa fazer a mamografia, pelo menos, a cada dois anos.

E você, está com seus exames em dia, mamãe?

Nem todo nódulo é câncer de mama

Vale lembrar que nem todo nódulo significa câncer de mama. Oito entre dez mulheres que relatam sentir nódulo mamário não são diagnosticadas com câncer de mama. Durante o período menstrual, é comum os nódulos aparecerem e desaparecerem. Nesses casos, eles são classificados como cisto ou fibroadenoma.

A fase de amamentação também tem a ver com o surgimento de nódulo característico. É o famoso leite empedrado, quando não acontece o esvaziamento completo após a mamada. Ele vem acompanhado de dor, vermelhidão, aumento do calor na região e até febre. O tratamento normalmente é feito com antibióticos e, na maioria das vezes, não necessita de outro cuidado ou acompanhamento.

Por isso é fundamental conhecer o próprio corpo. Se você percebeu alguma alteração nos seus seios, procure um médico. Cuide da sua saúde, mamãe!

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Não sabe como lidar com os primeiros dentinhos do bebê? Aprenda com a gente!

O surgimento dos primeiros dentinhos do bebê é delicado para eles e as mamães. Aprenda dicas que vão ajudar muito nesse processo, garantindo uma risada gostosa.

O nascimento dos primeiros dentinhos do bebê é um momento desafiador para eles e as mamães. Dores, irritação e até um pouco de febre podem surgir. Mas algumas medidas simples ajudam muito a enfrentar esse processo natural. Veja o que fazer e em que momento se preocupar.

Ter filhos pequenos é viver, em curtos espaços de tempo, muitas fases e descobertas, não é mesmo, mamãe? É uma verdadeira mistura de alegrias e desafios que fazem parte da experiência da maternidade. Um dos momentos que podem ser um pouco angustiantes é o nascimento dos primeiros dentinhos do bebê.

Mas fique calma. Esse texto foi pensado para ajudar a encarar essa fase da forma mais tranquila para você e o pequeno. Vamos, juntas, entender melhor esse processo e como lidar com ele?

O surgimento dos dentinhos do bebê é incômodo, de verdade

Se olharmos para o começo do processo da dentição, poderíamos falar do útero materno. No processo de formação do baby, durante a gravidez, já surgem o que os especialistas chamam de botões dentários; uma espécie de fundação para o posterior aparecimento dos dentes de leite.

A partir dos três meses, em alguns casos, mas de forma mais comum por volta dos seis meses de vida, os dentinhos do bebê começam a romper a gengiva. É um processo bastante incômodo para os pequerruchos e as mamães. Por sentirem dor e coceira, eles ficam mais irritados. Algumas vezes, o nascimento do dente é acompanhado de pequenos processos inflamatórios localizados. Imagine o desconforto.

E não esqueça que estamos falando de uma situação que ocorre, em geral, até um ano de idade, embora o processo de estabelecimento total da primeira dentição prossiga até mais ou menos os três anos.

Ou seja, quando tudo começa, a comunicação do bebê se dá, basicamente, pelo choro. Por isso, os babies literalmente “abrem o berreiro”, deixando os pais agoniados. Embora muitos pais associem o surgimento dos primeiros dentinhos a episódios de vômito e diarreia, o comprovado cientificamente é que, além de lágrimas e irritação, pode surgir um pouco de febre, não passando de 38 °C.

O que a mamãe pode fazer para ajudar?

Bem, a primeira sugestão para encarar esse momento é ter bastante paciência. O surgimento dos dentinhos do bebê é algo natural e os incômodos associados a isso são temporários. Mas existem algumas dicas e cuidados para tornar essa fase mais tranquila.

Massagem alivia

Reservar pequenos momentos para massagear a gengiva do seu pequenino, no decorrer do dia, vai ajudar bastante. É um hábito que ameniza a coceira e ardência tão incômodas. Você pode fazer isso com uma gaze umedecida, inclusive usando calmantes naturais, como a camomila. Tudo, é claro, com total atenção à higiene. Lave bem as mãos e use produtos devidamente higienizados.

Por sinal, muita atenção à higiene

É isso mesmo! O cuidado com a higiene bucal de seu filho deve ser mantido desde o nascimento. Hoje em dia, já existem modelos de escovas de dentes adequados, até mesmo para a faixa etária entre zero a dois anos. É um cuidado que auxilia no surgimento dos primeiros dentinhos e previne outros problemas eventualmente causados por germes e bactérias. Como o aumento da salivação também pode ser um sinal do surgimento dos dentes, outro cuidado importante é limpar a boquinha do pequeno com frequência. Isso evita alergias e irritações de pele.

Brinquedinhos especiais são bons aliados

Você ainda pode contar com linhas de brinquedos desenvolvidos especialmente para amenizar os desconfortos do nascimento dos dentinhos do bebê, mamis. São opções como mordedores e dedeiras, que trazem bastante alívio. E uma boa sugestão é deixá-los na geladeira por uns minutinhos, antes de entregar ao baby. Ele vai se sentir ainda mais confortável. É uma recomendação que também vale para os alimentos, no caso de crianças já na fase da dieta sólida. Dê preferência às frutas e aos alimentos frios.

Analgésicos podem ser necessários

Os medicamentos serão sua última alternativa, mas podem, sim, ser necessários. Observe se o pequeno dá sinais de dor muito intensa e persistente e tente todas as outras possibilidades que acabamos de mencionar. Se nada estiver funcionando, converse com o seu pediatra, para avaliar a introdução de analgésicos.  Pode ser o caso, quando nascem os dentes da frente, tanto na arcada superior, quanto na inferior. Esse é o momento de dor mais aguda. Mas jamais medique seu filho sem orientação médica.

Os sinais de alerta

Ufa, que alívio, hein? Agora você já entende melhor como se dá o nascimento dos dentinhos do seu bebê e tem ferramentas para lidar com isso.

Mas mãe que é mãe sempre vai se fazer aquela perguntinha: “E quando eu devo, de fato, me preocupar? Como perceber que algo está errado?”. Vamos às respostas, pois há mesmo sinais de que alguma coisa pode não estar fluindo dentro da normalidade.

Como falamos no começo dessa nossa conversa, a época do surgimento dos primeiros dentinhos varia bastante. Muita gente não sabe, mas há casos de bebês que nascem com dentes. É uma exceção, é claro, mas é preciso ter em mente que o desenvolvimento das crianças não é padrão e tem seu próprio ritmo.

Portanto, nada de ansiedade. O fato é que o aparecimento dos dentinhos é comum até por volta de um ano de idade. Caso isso não aconteça, é aconselhável levar a criança a uma odontopediatra, para analisar a situação.

Em alguns casos, o aumento do volume da gengiva, provocado pelo dente que tenta emergir, pode estar impedindo o processo. Tendo em vista, também, que, para a maioria dos bebês, essa é uma fase que coincide com a introdução da alimentação sólida, uma coisa pode conduzir à outra. A dieta baseada apenas em itens pastosos, por exemplo, não estimula a mastigação; o que faz com que o corpo não “entenda” que é hora de surgirem os dentes.

Medicamentos ingeridos pela mãe durante a gestação também podem estar por trás disso. Por fim, há síndromes e doenças genéticas associadas à falta de dentes e que podem ser investigadas.

No mais, tenha atenção, ainda, à ocorrência de febre alta, que não é comum, e aproveite esse momento de desabrochar do sorriso do seu pequeno. Afinal, poucas coisas são tão deliciosas quanto a risada de um bebê. Com carinho e atenção a cada detalhe, os desafios dos primeiros dentinhos logo ficam para trás.

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Não sabe o que fazer quando o bebê tem diarreia?

Na hora que os pequenos ficam doentes, nada melhor que boa informação, não é mesmo, mamãe? Confira algumas dicas que preparei para você sobre as causas e o que realmente fazer quando o pititico tiver diarreia.

Nós ficamos tão preocupadas com qualquer pequeno sinal de alerta, que um choro ou um comportamento diferente do rotineiro já vira uma aflição – afinal, não queremos ver nossos pequenos assim. E na hora que surge aquela pulga atrás da orelha, nada melhor do que boa informação. Por isso, eu preparei esse artigo especialmente para você, falando e-xa-ta-men-te o que fazer quando o bebê tem diarreia.

Para começar, vale aquele conselho (de mãe para mãe). Se isso está acontecendo com seu pequenino, fique calma. Essa é uma situação parecida com aquele momento em que surge uma febre inesperada. É importante, sim, que você esteja atenta, mas isso pode não ser nada tão preocupante, como você vai entender lendo o artigo.

O que pode estar acontecendo quando o bebê tem diarreia?

Para te ajudar a encarar esse dilema, mamãe, o primeiro passo é falar um pouco sobre as causas mais comuns de diarreia nos babies. É uma forma de entender o que pode estar acontecendo aí na sua casa.

Claro que, aqui, não vamos conseguir trazer todos os possíveis motivos, mas tratar daqueles que mais acontecem. Vamos lá então?

Uma das razões bem frequentes são as infecções de tubo digestivo. Elas são causadas por vírus, bactérias ou parasitas. Os casos de infecções virais são mais frequentes e, nas escolinhas para crianças de até seis anos, muitas vezes acabam acontecendo surtos de diarreia infecciosa. Nesse mesmo sentido, há outro dado importante que muitas mamães desconhecem: infecções urinárias, respiratórias ou de ouvido também podem provocar diarreia.

As intolerâncias ou alergias são outro fator que desencadeia diarreia. Elas podem estar associadas a determinados alimentos ou seus componentes e acabam provocando o problema. É frequente vermos pequeninos intolerantes à lactose, à proteína do leite de vaca, ou ao glúten, por exemplo.

E seguindo na linha da alimentação, é fundamental que você fique beeeeeem atenta aos chamados erros dietéticos, viu, mamãe?! Uma dieta muito rica em fibras, pobre em calorias, ou baseada em alimentos muito concentrados pode provocar diarreia. E o mesmo cuidado vale para os excessos alimentares… Não se esqueça disso!

Dicas práticas sobre o cocô do bebê

A cor do cocô do seu filho é uma pista importante sobre o quanto é preciso se preocupar com a diarreia. Antes de mais nada, é preciso entender que, nos recém-nascidos, ainda está ocorrendo todo um processo de formação e adaptação do sistema gastrointestinal.

Por isso, há variações na frequência da evacuação, bem como nas características das fezes. Algo que também tem a ver com o fato de o pequeno ingerir apenas leite materno, precisar de complementação alimentar, ou até mesmo estar no processo de introdução de dieta sólida.

Tendo em vista tantos fatores de interferência, a grande questão é observar alguma alteração brusca na frequência ou coloração do cocô do pititico.

Veja, por exemplo, o que a cor das fezes dos babies pode estar nos contando sobre a saúde deles:

  • Preto esverdeado
    Geralmente, os primeiros cocôs do bebê – chamados de mecônio – são bem escuros, lembrando o piche.
  • Verde

Quando o pequenino começa a digerir o leite, a coloração se torna mais esverdeada.

  • Amarelo

Nos bebês que se alimentam exclusivamente de leite materno, a cor do cocô tende a ir se tornando mais amarelada.

  • Verde musgo

Babies que mamam só o primeiro leite da mama ou utilizam fórmulas e complementações alimentares.

  • Marrom

O cocô marrom é característico do momento em que começa a ingestão de alimentos sólidos.

  • Preto, verde claro, vermelho e branco

São indícios de que você deve conversar com o pediatra.

Meu bebê está com diarreia. E agora?

Bem, até aqui já entendemos causas da diarreia e também os sinais que são dados às mamães pelas fezes dos bebês. Vamos partir para o que deve ser feito quando o seu bebê tem diarreia.

Antes de mais nada, é preciso levar em consideração que, na grande maioria dos casos, o tratamento da diarreia é meramente dietético. Apenas em casos mais agudos, pode ocorrer desidratação. Quando há ocorrência crônica ou recorrente, a criança também acaba sofrendo com distúrbios nutritivos. É uma situação que exige tratamento específico.

O cuidado mais fundamental, quando seu bebê estiver com diarreia, é lavar bem suas mãos e as dele, antes de manipular alimentos e nas trocas de fraldas. A ingestão de bastante líquido, de forma fracionada, é super recomendada, bem como o uso de pomadas que previnam irritação.

Você também não deve forçar o pititico a comer e nem ministrar antibióticos sem indicação médica. Isso pode agravar a diarreia. Por sinal, o pediatra deve ser consultado, também, quanto aos preparados antidiarreicos ou qualquer medicação.

A alimentação restritiva, somente com legumes, por exemplo, só vale para a fase mais aguda. É importante que o ritmo alimentar normal vá sendo retomado, sem o uso de alimentos laxantes, para evitar desnutrição e piora do quadro.

Alimentação e a hora de ir ao pediatra

Aliás, sobre esse processo de retomada da alimentação, algumas dicas são bem valiosas quando o bebê tem diarreia. Se o seu baby tem até nove meses, siga dando a ele o mesmo leite que ele toma, em concentração menor, ou seja, com mais água. Conforme ele for se recuperando, vá retomando a dosagem usual.

Para os pequenos acima dos nove meses, o recomendado é seguir com a dosagem de leite rotineira, porém com ingestão mais fracionada e nunca forçando a criança. É comum a perda de apetite na fase mais intensa da diarreia.

Quando seu filho já está adaptado à dieta sólida, maçã, banana e leite com cereal são boas opções para ir retomando o ritmo alimentar. No almoço e jantar, dê preferência a alternativas como frango e peixe grelhados.

No mais, é ficar atenta ao processo de recuperação do baby. O comum é observar melhora em três ou quatro dias. Caso contrário, aumente a quantidade de leite ingerida pela criança. Se a diarreia, ainda que leve, persistir por mais de três semanas, vá ao pediatra. Outros motivos para visitar o médico são vômitos frequentes, diarreia abundante, perda de peso, dor abdominal contínua, uso de antibióticos ou sinais de desidratação.

Legal saber mais sobre como agir quando nossos bebês têm diarreia, não é mesmo? Siga ligadinha no Mundo Colibri e confira os nossos muitos conteúdos valiosos.

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Dicas de posições para a hora de amamentar

Tudo pra ter uma amamentação nota 10

Tá bom, né, mamãe. A gente sabe que amamentação não é sempre mil maravilhas, às vezes dói, cansa os braços e não parece nada daquele romance que a gente ouve por aí.

Mas sabia que, com a posição certa, dá pra melhorar muuuuito esse nosso momento com os pequenininhos? Pois é! Mas quando digo posição certa, é a certa pra você, tá? Afinal, cada mamãe e cada bebê tem um jeitinho especial.

Enfim, to aqui pra te contar o que aprendi sobre as posições pra amamentar e como elas nos ajudam nessa hora, que é excelente pra aumentar nosso vínculo com os bebês. Vamos lá?

As melhores posições para amamentar

A tradicional

É aquela que a gente normalmente usa, apoiando o bebê com o braço do mesmo lado da mama que ele vai pegar. A cabecinha dele tem que estar apoiada no cotovelo, alinhada com o restante do corpinho.

Uma coisa que eu gosto muuuuito de usar nessa hora é a almofada de amamentação (que eu comprei lá no e-commerce da Colibri). Ela é super fofinha, perfeita pra apoiar o baby com bastante conforto, e ainda ajuda a aliviar a tensão dos nossos ombros e costas na hora do tetê.

Ah, outra dica pra deixar mais confortável pra você é colocar um travesseiro nas pernas, embaixo do bebê. E não se esqueça de sentar em uma poltrona beeeem gostosa.

Transversal

Muito parecida com a primeira, essa é uma das melhores posições. Experimenta pra você ver, mamãe: apoie o corpo do bebê com o braço do lado contrário ao seio que você vai oferecer. Com a mão aberta, segure a cabeça do bebezinho e, com a outra, apoie a mama.

E não precisa se inclinar pra frente nem pra trás, viu? Com o seu braço, você aproxima o bebê do corpo pra ele mamar direitinho. Essa é uma posição bem confortável pra ele, porque fica bem mais fácil de ele pegar o peito, já que a cabeça vai estar na posição certinha.

Invertida

Mamis, se você está se recuperando da cesárea e a barriga ainda tá com aquela dorzinha chata, esse é o jeito perfeito pra você dar de mamar.

Em vez de apoiar o baby no abdômen, você vai usar o cotovelo, segurando o pequeno do lado do seu corpo. As costinhas dele vão ter que ficar no seu antebraço. Aí, o rostinho fica virado em direção ao seio.

Deitada

Essa é uma solução pra quando a gente tá muito cansada. Afinal, rotina de mãe não é fácil, né? Nesses casos, você pode deitar de lado e colocar o bebê de frente para você, apoiando a cabecinha dele com a sua mão.

Mas nada de pegar no sono hein, mamãe! Se você estiver muito exausta e, principalmente, se já for tarde da noite, o ideal é evitar essa posição.

Posições ruins para amamentar

Também tem aquelas posições que não são boas para o seu conforto e o do babyzinho, ou porque dificultam a alimentação do pequeno. Aí não pode, né?

Conheça quais posições evitar:

  • Com seu corpo curvado em cima do bebê
  • Bebezinho com a cabeça e o corpo não alinhados
  • Segurando o bebê longe do peito
  • Você sentada em uma cadeira que não é confortável, sem apoio para os braços

A pega correta do bebê

A maneira como o pequeno abocanha a mama também é muito importante para que tudo ocorra da melhor forma. Por isso, mamãe, separei algumas dicas para te ajudar a ter sucesso nessa fase – evitando quaisquer problemas:

  1. O baby deve abocanhar a aréola, e não o mamilo – para evitar machucados
  2. O rosto do bebê deve estar virado para a mama, com a boca o mais aberta possível
  3. Os lábios devem estar virados para fora e o queixo encostado na mama, pois isso indica que o pequeno está conseguindo movimentar a língua para fazer a extração adequada do leite
  4. A covinha na bochecha e o barulho ao mamar até podem parecer fofos, mas indicam ingestão de ar – o que é errado
  5. Outro sinal claro de erro é o choro do bebê, que significa que algo não está bom para ele
  6. A dor no mamilo é um sinal de alerta, apesar da sensação de pressão ser normal nos primeiros dias

Dicas extras pra melhorar a amamentação

Como eu disse lá em cima, mamãe, por mais que esse momento nem sempre seja fácil, você ainda pode fazer ele ser especial. Além de escolher uma posição confortável, tem outras coisas que ajudam a garantir que o pequeno se alimente bem e que vocês dois estejam conectados e felizes.

Olha só:

 Tente relaxar

Se o pitico sentir que você está tensa, ele não vai mamar direito. E não é isso que queremos, né? Então, tenha um cantinho bem confortável, silencioso e sem interrupções.

 Não esqueça o copo de água

Você vai sentir muita sede, já que o nosso corpo precisa repor o líquido que está perdendo. Antes de pegar o baby, já providencie um copo de água pra ficar bem pertinho de você.

 Não deixe para amamentar quando o pequeno estiver com muita fome

Se ele estiver muito esfomeado, vai ficar inquieto e todo irritadinho. Resultado: não vai querer mamar.

Se não tá confortável, tente mudar a posição

Principalmente se você estiver com as mamas doloridas e machucadas. Isso é um sinal de que a posição não está boa para você, mamãe. Ainda bem que aí em cima tem uma lista com vários jeitos pra você testar!

Tenho certeza que, seguindo essas dicas, a hora do mamá vai melhorar 1000%! Depois me conta o que você tentou e o que deu certo, tá? Beijinhosss!