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Não sabe o que fazer quando o bebê tem diarreia?

Na hora que os pequenos ficam doentes, nada melhor que boa informação, não é mesmo, mamãe? Confira algumas dicas que preparei para você sobre as causas e o que realmente fazer quando o pititico tiver diarreia.

Nós ficamos tão preocupadas com qualquer pequeno sinal de alerta, que um choro ou um comportamento diferente do rotineiro já vira uma aflição – afinal, não queremos ver nossos pequenos assim. E na hora que surge aquela pulga atrás da orelha, nada melhor do que boa informação. Por isso, eu preparei esse artigo especialmente para você, falando e-xa-ta-men-te o que fazer quando o bebê tem diarreia.

Para começar, vale aquele conselho (de mãe para mãe). Se isso está acontecendo com seu pequenino, fique calma. Essa é uma situação parecida com aquele momento em que surge uma febre inesperada. É importante, sim, que você esteja atenta, mas isso pode não ser nada tão preocupante, como você vai entender lendo o artigo.

O que pode estar acontecendo quando o bebê tem diarreia?

Para te ajudar a encarar esse dilema, mamãe, o primeiro passo é falar um pouco sobre as causas mais comuns de diarreia nos babies. É uma forma de entender o que pode estar acontecendo aí na sua casa.

Claro que, aqui, não vamos conseguir trazer todos os possíveis motivos, mas tratar daqueles que mais acontecem. Vamos lá então?

Uma das razões bem frequentes são as infecções de tubo digestivo. Elas são causadas por vírus, bactérias ou parasitas. Os casos de infecções virais são mais frequentes e, nas escolinhas para crianças de até seis anos, muitas vezes acabam acontecendo surtos de diarreia infecciosa. Nesse mesmo sentido, há outro dado importante que muitas mamães desconhecem: infecções urinárias, respiratórias ou de ouvido também podem provocar diarreia.

As intolerâncias ou alergias são outro fator que desencadeia diarreia. Elas podem estar associadas a determinados alimentos ou seus componentes e acabam provocando o problema. É frequente vermos pequeninos intolerantes à lactose, à proteína do leite de vaca, ou ao glúten, por exemplo.

E seguindo na linha da alimentação, é fundamental que você fique beeeeeem atenta aos chamados erros dietéticos, viu, mamãe?! Uma dieta muito rica em fibras, pobre em calorias, ou baseada em alimentos muito concentrados pode provocar diarreia. E o mesmo cuidado vale para os excessos alimentares… Não se esqueça disso!

Dicas práticas sobre o cocô do bebê

A cor do cocô do seu filho é uma pista importante sobre o quanto é preciso se preocupar com a diarreia. Antes de mais nada, é preciso entender que, nos recém-nascidos, ainda está ocorrendo todo um processo de formação e adaptação do sistema gastrointestinal.

Por isso, há variações na frequência da evacuação, bem como nas características das fezes. Algo que também tem a ver com o fato de o pequeno ingerir apenas leite materno, precisar de complementação alimentar, ou até mesmo estar no processo de introdução de dieta sólida.

Tendo em vista tantos fatores de interferência, a grande questão é observar alguma alteração brusca na frequência ou coloração do cocô do pititico.

Veja, por exemplo, o que a cor das fezes dos babies pode estar nos contando sobre a saúde deles:

  • Preto esverdeado
    Geralmente, os primeiros cocôs do bebê – chamados de mecônio – são bem escuros, lembrando o piche.
  • Verde

Quando o pequenino começa a digerir o leite, a coloração se torna mais esverdeada.

  • Amarelo

Nos bebês que se alimentam exclusivamente de leite materno, a cor do cocô tende a ir se tornando mais amarelada.

  • Verde musgo

Babies que mamam só o primeiro leite da mama ou utilizam fórmulas e complementações alimentares.

  • Marrom

O cocô marrom é característico do momento em que começa a ingestão de alimentos sólidos.

  • Preto, verde claro, vermelho e branco

São indícios de que você deve conversar com o pediatra.

Meu bebê está com diarreia. E agora?

Bem, até aqui já entendemos causas da diarreia e também os sinais que são dados às mamães pelas fezes dos bebês. Vamos partir para o que deve ser feito quando o seu bebê tem diarreia.

Antes de mais nada, é preciso levar em consideração que, na grande maioria dos casos, o tratamento da diarreia é meramente dietético. Apenas em casos mais agudos, pode ocorrer desidratação. Quando há ocorrência crônica ou recorrente, a criança também acaba sofrendo com distúrbios nutritivos. É uma situação que exige tratamento específico.

O cuidado mais fundamental, quando seu bebê estiver com diarreia, é lavar bem suas mãos e as dele, antes de manipular alimentos e nas trocas de fraldas. A ingestão de bastante líquido, de forma fracionada, é super recomendada, bem como o uso de pomadas que previnam irritação.

Você também não deve forçar o pititico a comer e nem ministrar antibióticos sem indicação médica. Isso pode agravar a diarreia. Por sinal, o pediatra deve ser consultado, também, quanto aos preparados antidiarreicos ou qualquer medicação.

A alimentação restritiva, somente com legumes, por exemplo, só vale para a fase mais aguda. É importante que o ritmo alimentar normal vá sendo retomado, sem o uso de alimentos laxantes, para evitar desnutrição e piora do quadro.

Alimentação e a hora de ir ao pediatra

Aliás, sobre esse processo de retomada da alimentação, algumas dicas são bem valiosas quando o bebê tem diarreia. Se o seu baby tem até nove meses, siga dando a ele o mesmo leite que ele toma, em concentração menor, ou seja, com mais água. Conforme ele for se recuperando, vá retomando a dosagem usual.

Para os pequenos acima dos nove meses, o recomendado é seguir com a dosagem de leite rotineira, porém com ingestão mais fracionada e nunca forçando a criança. É comum a perda de apetite na fase mais intensa da diarreia.

Quando seu filho já está adaptado à dieta sólida, maçã, banana e leite com cereal são boas opções para ir retomando o ritmo alimentar. No almoço e jantar, dê preferência a alternativas como frango e peixe grelhados.

No mais, é ficar atenta ao processo de recuperação do baby. O comum é observar melhora em três ou quatro dias. Caso contrário, aumente a quantidade de leite ingerida pela criança. Se a diarreia, ainda que leve, persistir por mais de três semanas, vá ao pediatra. Outros motivos para visitar o médico são vômitos frequentes, diarreia abundante, perda de peso, dor abdominal contínua, uso de antibióticos ou sinais de desidratação.

Legal saber mais sobre como agir quando nossos bebês têm diarreia, não é mesmo? Siga ligadinha no Mundo Colibri e confira os nossos muitos conteúdos valiosos.

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Dicas de posições para a hora de amamentar

Tudo pra ter uma amamentação nota 10

Tá bom, né, mamãe. A gente sabe que amamentação não é sempre mil maravilhas, às vezes dói, cansa os braços e não parece nada daquele romance que a gente ouve por aí.

Mas sabia que, com a posição certa, dá pra melhorar muuuuito esse nosso momento com os pequenininhos? Pois é! Mas quando digo posição certa, é a certa pra você, tá? Afinal, cada mamãe e cada bebê tem um jeitinho especial.

Enfim, to aqui pra te contar o que aprendi sobre as posições pra amamentar e como elas nos ajudam nessa hora, que é excelente pra aumentar nosso vínculo com os bebês. Vamos lá?

As melhores posições para amamentar

A tradicional

É aquela que a gente normalmente usa, apoiando o bebê com o braço do mesmo lado da mama que ele vai pegar. A cabecinha dele tem que estar apoiada no cotovelo, alinhada com o restante do corpinho.

Uma coisa que eu gosto muuuuito de usar nessa hora é a almofada de amamentação (que eu comprei lá no e-commerce da Colibri). Ela é super fofinha, perfeita pra apoiar o baby com bastante conforto, e ainda ajuda a aliviar a tensão dos nossos ombros e costas na hora do tetê.

Ah, outra dica pra deixar mais confortável pra você é colocar um travesseiro nas pernas, embaixo do bebê. E não se esqueça de sentar em uma poltrona beeeem gostosa.

Transversal

Muito parecida com a primeira, essa é uma das melhores posições. Experimenta pra você ver, mamãe: apoie o corpo do bebê com o braço do lado contrário ao seio que você vai oferecer. Com a mão aberta, segure a cabeça do bebezinho e, com a outra, apoie a mama.

E não precisa se inclinar pra frente nem pra trás, viu? Com o seu braço, você aproxima o bebê do corpo pra ele mamar direitinho. Essa é uma posição bem confortável pra ele, porque fica bem mais fácil de ele pegar o peito, já que a cabeça vai estar na posição certinha.

Invertida

Mamis, se você está se recuperando da cesárea e a barriga ainda tá com aquela dorzinha chata, esse é o jeito perfeito pra você dar de mamar.

Em vez de apoiar o baby no abdômen, você vai usar o cotovelo, segurando o pequeno do lado do seu corpo. As costinhas dele vão ter que ficar no seu antebraço. Aí, o rostinho fica virado em direção ao seio.

Deitada

Essa é uma solução pra quando a gente tá muito cansada. Afinal, rotina de mãe não é fácil, né? Nesses casos, você pode deitar de lado e colocar o bebê de frente para você, apoiando a cabecinha dele com a sua mão.

Mas nada de pegar no sono hein, mamãe! Se você estiver muito exausta e, principalmente, se já for tarde da noite, o ideal é evitar essa posição.

Posições ruins para amamentar

Também tem aquelas posições que não são boas para o seu conforto e o do babyzinho, ou porque dificultam a alimentação do pequeno. Aí não pode, né?

Conheça quais posições evitar:

  • Com seu corpo curvado em cima do bebê
  • Bebezinho com a cabeça e o corpo não alinhados
  • Segurando o bebê longe do peito
  • Você sentada em uma cadeira que não é confortável, sem apoio para os braços

A pega correta do bebê

A maneira como o pequeno abocanha a mama também é muito importante para que tudo ocorra da melhor forma. Por isso, mamãe, separei algumas dicas para te ajudar a ter sucesso nessa fase – evitando quaisquer problemas:

  1. O baby deve abocanhar a aréola, e não o mamilo – para evitar machucados
  2. O rosto do bebê deve estar virado para a mama, com a boca o mais aberta possível
  3. Os lábios devem estar virados para fora e o queixo encostado na mama, pois isso indica que o pequeno está conseguindo movimentar a língua para fazer a extração adequada do leite
  4. A covinha na bochecha e o barulho ao mamar até podem parecer fofos, mas indicam ingestão de ar – o que é errado
  5. Outro sinal claro de erro é o choro do bebê, que significa que algo não está bom para ele
  6. A dor no mamilo é um sinal de alerta, apesar da sensação de pressão ser normal nos primeiros dias

Dicas extras pra melhorar a amamentação

Como eu disse lá em cima, mamãe, por mais que esse momento nem sempre seja fácil, você ainda pode fazer ele ser especial. Além de escolher uma posição confortável, tem outras coisas que ajudam a garantir que o pequeno se alimente bem e que vocês dois estejam conectados e felizes.

Olha só:

 Tente relaxar

Se o pitico sentir que você está tensa, ele não vai mamar direito. E não é isso que queremos, né? Então, tenha um cantinho bem confortável, silencioso e sem interrupções.

 Não esqueça o copo de água

Você vai sentir muita sede, já que o nosso corpo precisa repor o líquido que está perdendo. Antes de pegar o baby, já providencie um copo de água pra ficar bem pertinho de você.

 Não deixe para amamentar quando o pequeno estiver com muita fome

Se ele estiver muito esfomeado, vai ficar inquieto e todo irritadinho. Resultado: não vai querer mamar.

Se não tá confortável, tente mudar a posição

Principalmente se você estiver com as mamas doloridas e machucadas. Isso é um sinal de que a posição não está boa para você, mamãe. Ainda bem que aí em cima tem uma lista com vários jeitos pra você testar!

Tenho certeza que, seguindo essas dicas, a hora do mamá vai melhorar 1000%! Depois me conta o que você tentou e o que deu certo, tá? Beijinhosss!