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Verão

O verão está registrando altas temperaturas. E tanto calor traz desconforto para os bebês, assim como para os adultos. Veja como ajudar o pequeno no calor!

 

Proteja o seu bebê do calor neste verão!

Os bebês também sofrem muito com o calor, mamis. Nada melhor do que uma alimentação e o enxoval de verão adequados para ajudar os pequenos a enfrentarem as altas temperaturas.

Fraqueza, cansaço e irritabilidade. Esses são os principais efeitos das altas temperaturas, as grandes vilãs nesta época do ano. E não são só os adultos que sofrem com o verão escaldante, sabia? A exposição ao calor excessivo também é um problema para os bebês!

Isso porque os pititicos sentem o mesmo calor que a gente, mas com o agravante de se desidratarem bem mais facilmente. Um perigo que precisa ser evitado com muita água, roupas e alimentação adequadas.

Confira algumas dicas, que vão desde banhos refrescantes ao enxoval do bebê, e saiba como driblar os efeitos negativos do calor, para garantir mais conforto aos pequenos e para você também, mamãe! Afinal, um baby fresquinho e feliz traz mais tranquilidade para nós, não é mesmo?

 

Os efeitos do calor para os bebês

O verão já mostrou a que veio. Dias e noites de muito calor e que deixam qualquer um com os nervos à flor da pele. Se você percebeu que seu filho ou filha está chorando mais, não consegue dormir direito e fica agitado, pode ser que ele esteja sofrendo com as altas temperaturas. Isso exige cuidados redobrados.

Além das assaduras mais frequentes, o calor excessivo pode levar à desidratação. Mamães e papais precisam estar atentos, já que esse é um problema que atinge mais os pequeninos do que os adultos. Sabe por quê?

O corpo dos pequenos é composto por mais ou menos 80% de água, enquanto, nos adultos, esse índice é de 65%. Ou seja, os bebês e as crianças precisam de uma reposição hídrica mais cuidadosa. As roupas leves representam outro importante aliado. E isso sem esquecer da boa proteção solar e hidratação, e dos cuidados com a pele muito sensível dos pequeninos.

 

Quer aliviar o calor dos pequerruchos?

Os bebês precisam ser protegidos do calor e isso não significa mudar de hemisfério a cada chegada da estação mais quente. Então, confira essas dicas cruciais para você não sofrer e aproveitar o verão com seu pequeno!

 

Hidratar sempre

Essa é a palavra de ordem. Para os bebês menores de seis meses, sabemos que a amamentação deve ser exclusiva e oferecer o peito mais vezes ao dia é uma boa pedida, mesmo que em livre demanda. O leite materno tem função de hidratação e é tudo que o seu bebê precisa. Já para os bebês com mais de seis meses de idade, ofereça água diversas vezes ao dia, principalmente se for sair de casa. Água de coco é outra ótima opção.

 

Banhos refrescantes

Nos dias de muito calor, os banhos rápidos no chuveiro são uma excelente pedida. E têm ainda as brincadeiras na banheira ou na piscininha, sempre supervisionadas. Caso isso aconteça ao ar livre, escolha os melhores horários para a exposição ao sol, evitando o período entre 10h e 16h, e não se esqueça do protetor.

 

Ar-condicionado e ventilador

Não é preciso abrir mão do conforto do ar-condicionado ou dos ventiladores. Mas fique de olho em alguns cuidados. Tanto um quanto outro não podem ser colocados diretamente sobre o bebê. O ar-condicionado, por exemplo, regula a temperatura do ambiente, mas também diminui a umidade do ar, ressecando as vias aéreas. Para resolver o problema, use o umidificador.

 

Roupas fresquinhas

As roupas leves também ajudam a evitar a desidratação. Escolha as de tecido fino, como algodão, malha e tecidos naturais. Se estiver muito quente, deixe seu pititico somente de body ou fralda. Eles ficam super confortáveis e à vontade!

 

Cabeça protegida

Bonés de algodão e chapéus de cor clara também são bem-vindos para evitar insolação. Eles protegem os bebês e são um charme!

 

Muitas frutas

Babies que já iniciaram a introdução alimentar podem consumir frutas sem problemas. Principalmente as da estação, como melancia, melão, mamão, laranja e manga. As saladas de frutas e sorvetinhos caseiros também podem entrar no cardápio.

 

Dicas de ouro para o enxoval de verão

O calor exige que a lista de enxoval do bebê, além das peças tradicionais, tenha o reforço de itens extras. São opções que vão deixar os pequerruchos mais confortáveis e fofos. Dê uma olhada nas ótimas opções que separei para você acertar em cheio!

  • Body regata liso: são mais do que úteis para o calorão. Os botõezinhos facilitam vestir e trocar a fralda. Os de cores lisas são verdadeiros coringas, muito básicos e versáteis.
  • Body regata estampado: os bebês precisam ficar fresquinhos e com liberdade, o que faz dos bodies uma opção perfeita. E as peças estampadas são um charme à parte, não é mesmo, mamãe?!
  • Shorts: os shorts são a melhor pedida para garantir conforto. Ainda mais os de cinturinha elástica, que ajudam a segurar a fralda e permitem os movimentos das pernocas.
  • Manta bem levinha: nos dias de verão, muitas vezes acontece aquele ventinho no fim do dia, ou mudanças repentinas de clima. As mantinhas leves são sempre válidas para proteger o bebê do vento e das variações de temperatura, na hora do passeio ou do soninho.
  • Toalha com fralda e capuz: os banhos são mais frequentes nos dias de calor e as toalhas com fralda e capuz são muito práticas e absorvem melhor a água.
  • Jogo de lençol para berço: manter os lençóis limpos é mais gostoso e saudável, pois o bebê sua durante o soninho. Assim, ter mais de uma opção ajuda na hora da lavagem.
  • Trocador Momentos: os dias quentes pedem mais passeios ao ar livre. E para estar prevenido na hora de trocar a fralda, nada melhor do que ter um trocador para acompanhar o baby em todos os lugares, não é mesmo, mamãe?!
  • Kit berço com mosquiteiro: ah, calor e mosquitos formam uma dupla bem desagradável. E que tal um kit berço com mosquiteiro, para deixar o bebê dormir mais tranquilo e protegido?
  • Bonés e chapéus: como já foi dito, bonés de algodão e chapéus de cor clara são uma ótima alternativa para proteger a cabecinha do baby e evitar a insolação, além de deixarem eles muito estilosos.

 

Gravidinhas no verão: como evitar o desconforto?

Gestantes também precisam se cuidar nos dias muito quentes. É preciso investir em repouso ao longo do dia, usar roupas adequadas e consumir alimentos leves. Isso, sem falar na ingestão de muita água. Essa é uma recomendação geral, mas que ganha importância ainda maior no caso de gestantes. É fundamental sempre ter uma garrafinha de água por perto.

Hidratar a pele também é imprescindível, já que as gestantes estão mais propensas ao aparecimento de estrias, principalmente nas pernas, no bumbum e nas mamas. Faça a hidratação todos os dias, mesmo no calor, quando a oleosidade da pele costuma aumentar.

E falando em pele, não podemos esquecer de protegê-la com filtro solar. Devido às inúmeras mudanças hormonais ocorridas durante a gestação, a melanina — proteína que pigmenta pele e cabelos — pode ficar hiperestimulada, originando as manchas.

Apesar da exaustão causada pelas altas temperaturas, é preciso ser firme na atividade física durante a gravidez. Movimentar o corpo, sempre com orientação médica, ajuda a aumentar a disposição da gestante, estimula a circulação e evita os inchaços, tão comuns, principalmente nas pernas.

E para encerrar, nada melhor do que uma boa noite de sono, com roupas leves e um ambiente agradável, bem ventilado. Ideal para descansar e recarregar as energias.

 

Sugestão para pedir no seu enxoval

Por último, mas não menos importante… Aqui vai: 3 bodies regata lisos + 2 bodies regata estampados + 2 shorts + 1 manta levinha + 4 toalhas com fralda e capuz + 2 jogos de lençol para berço + 1 Trocador Momentos + 1 kit berço com mosquiteiro + 1 boné/chapéu.

Ah, vale lembrar que você pode salvar essa listinha completa para facilitar, mamãe.

É muito simples: basta clicar com o botão direito do seu mouse, depois selecionar “salvar imagem como”. Se você estiver usando o celular, é só segurar apertando até aparecer a mesma mensagem.

Siga acompanhando o Blog da Mamãe Colibri, que é cheio de conteúdos preparados para as mamães e futuras mamães com muito amor!

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Você e seu bebê

Coto Umbilical do Bebe

Aprenda os cuidados que devem ser tomados para cuidar do coto umbilical do seu baby, sem medo e da forma correta. É o fim das suas dúvidas!

 

Saiba como cuidar do coto umbilical do seu bebê

Na hora de trocar a fralda ou dar banho no bebezinho que acabou de nascer, muitas mamães ainda têm medo de lidar com o cordão umbilical. Confira os cuidados e tire as suas dúvidas!

Moeda, pó de café, óleo de rícino e até teia de aranha são algumas das crendices populares sobre o coto umbilical. Sem falar na faixinha, que as vovós recomendavam para evitar que o umbiguinho ficasse saltado.

Por isso, um dos assuntos que mais deixam as mamis de recém-nascidos apreensivas — principalmente as de primeira viagem — é o cordão umbilical. Além das preocupações normais de se ter um bebezinho em casa, o tema ainda gera dúvidas sobre o que fazer.

Confira esse artigo e saiba o que realmente deve ser feito para garantir a saúde do seu baby, sem superstições e com muito amor!

 

O que é o coto umbilical

Quando o bebê está no ventre da mamãe, é pelo cordão umbilical que ele recebe todo o alimento e também respira. Sua função é fazer com que o sangue do bebê passe pela placenta, onde é oxigenado e recebe nutrientes, retornando, em seguida, para o bebê. Sem falar que ele é ligação entre mãe e filho, representando todo o afeto dessa relação.

Alguns minutos após o nascimento, o cordão umbilical é cortado pelo médico obstetra, a mais ou menos dois centímetros da barriguinha. E esse pequeno pedaço excedente recebe o nome de coto umbilical.

Sendo assim, o nosso umbigo é resultado da cicatrização causada pela queda natural do cordão. É um processo que acaba deixando uma pequena depressão na nossa pele.

Mas enquanto o coto não cai, é preciso cuidar muito bem da área, com a higiene correta e, acima de tudo, fugindo de alguns conselhos que podem prejudicar o processo de secagem.

 

Como cuidar para evitar inflamação

Em primeiro lugar, fique tranquila, mamãe! Não precisa ter receio na hora de mexer no coto umbilical. Apesar de parecer frágil, ele não tem terminações nervosas e, por isso, o bebê não sente nenhuma dor. O que também não quer dizer que podemos lidar com o coto de qualquer maneira. É preciso ter os cuidados certos.

Enquanto o cordão ainda não cai, evite mergulhar o corpo do bebê na água, ou dar banhos demorados, em banheiras grandes. O local precisa estar bem seco e o ideal é lavar o bebê com paninhos molhados ou esponja macia nesse período. Já que não tem como evitar que ele molhe a região do umbigo durante o banho, seque bem o local depois.

E para que o coto fique bem arejado, sem umidade ou sujeira, não coloque nenhum objeto estranho sobre ele. Isso vale para aquelas superstições em torno do uso de moedas, pó de café, diferentes tipos de óleos, ou até mesmo teia de aranha. Cuidar do coto é sinônimo de higiene e não de sujeira.

As famosas faixinhas de umbigo, que muitas lojas ainda insistem em vender, também são contraindicadas. Sua avó, provavelmente, deve ter usado na sua mãe, seguindo o costume herdado dos mais antigos. A crença era de que o pedaço de pano amarrado na circunferência do umbigo o deixaria mais “bonito”, sem que ele ficasse saltado.

Porém, não há nada científico comprovando essa teoria. Sem falar que as faixinhas podem atrapalhar a secagem natural do coto. Inclusive, essas são as orientações do Ministério da Saúde, contidas na Caderneta de Saúde da Criança, aquela entregue para anotar diversos dados do seu filho ou filha ao longo do crescimento, como peso, altura e vacinas.

O material também recomenda que a região seja limpa com álcool 70%, para evitar a proliferação de bactérias causadoras de infecção no local. Pegue uma haste ou chumacinho de algodão, levante o coto e limpe as secreções e a região em volta do umbigo. Não esqueça de lavar bem as mãos antes de fazer isso, certo?

Aproveite a troca de fraldas e o momento pós-banho para seguir esse ritual. Repetir o processo várias vezes ao dia garante uma cicatrização rápida e tranquila, livre de infecções.

 

Quanto tempo leva para o coito cair

Geralmente, o coto costuma levar de sete a 15 dias para soltar da barriga do bebê. Mas não se assuste se isso demorar um pouco mais, mamis. Cada pequeno é um serzinho único e esse tempo pode variar. Alguns recém-nascidos apresentam um umbigo um pouquinho mais “grosso” e a queda pode demorar até 25 dias. Agora, muito mais tempo pode significar que algo está errado. Nesse caso, você deve falar com o pediatra.

No mais, vale a pena estar ligada nessas dicas valiosas:

  • Logo após a queda do coto, pode aparecer um pouquinho de sangue na fralda. Isso é normal, uma vez que os vasos sanguíneos se separam. Siga a limpeza com álcool 70% várias vezes ao dia. Se houver maiores quantidades de sangue saindo do umbigo, tente fazer pressão no local. Caso continue, também é indicado procurar o médico.
  • Você também pode perceber um caroço ou nódulo úmido e avermelhado próximo ao local de onde o cordão caiu. Ele pode aumentar ligeiramente e continuar a gotejar um pouco. O nome que se dá a isso é granuloma umbilical. Nesse caso, é importante contar ao médico o que está acontecendo, para ele identificar o problema e definir o melhor tratamento.
  • Outra situação em que é necessário buscar ajuda de especialistas é quando o umbigo ainda fica alto, mesmo depois da queda do coto. Pode se tratar de uma hérnia umbilical, que surge em um a cada cinco bebês e, na grande maioria das vezes, some naturalmente. Se esse for o caso do seu pequeno, não tente empurrar o umbigo para dentro, na tentativa de arrumar. Você pode machucar o bebê e é perigoso.
  • Caso tenha alguma secreção de cor amarela no umbigo, ele também precisa ser avaliado por um médico.

Então, mamãe, deu para perceber que o coto umbilical merece que você esteja de olho, mas sem desespero, não é mesmo? Siga as dicas e, percebendo algo errado, converse com o médico que atende o seu baby. E também continue acompanhando as novidades do nosso blog, que tem muitos conteúdos para ajudá-la na doce missão de ser mãe.

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Você e seu bebê

Bebe Nao Quer Mama

Amamentar é o desejo de muitas mamães. Mas a falta de informação e a insegurança podem transformar esse sonho em pesadelo quando o bebê se recusa a mamar.

Meu bebê não quer mamar! O que eu faço?

A rejeição do bebê ao peito materno pode ter diversas causas, desde as mais simples até as que necessitam de ajuda profissional. Por isso, vou ajudá-la a entender o problema e mostrar que ele tem solução, mamis.

Amamentar é um ato de amor. Com ele, desenvolvemos paciência e resiliência, como parte do looping de emoções que acompanham as mulheres desde o início da gestação. Mas o que para muitas mamães parece fácil, para outras é um verdadeiro desafio, nos casos em que o bebê não quer mamar.

Além das fissuras nas mamas, inchaço, dores, ingurgitamento e mastite, a recusa do peito pode ser mais um obstáculo na jornada da amamentação, principalmente para as mamães de primeira viagem. Um problema que, muitas vezes, gera insegurança e frustração.

Neste artigo, vou mostrar que são várias as causas para o baby não querer mamar no peito. Também são diversas as alternativas para reverter esse quadro. Pois informação é tudo, não é mesmo?

Se você está passando por isso, fique tranquila. Vou ajudá-la a enfrentar a situação!

 

Por que devo amamentar?

Se você está com um baby na barriga ou planeja ser mãe, já deve saber que o leite materno é o melhor alimento para os recém-nascidos e crianças com até os dois anos de idade. Por ser completo, dispensa o consumo de água, sucos ou chás até os seis meses.

Segundo a Unicef, amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir a mortalidade neonatal, aquela que acontece até o 28º dia de vida. E não são só os bebês que saem ganhando. O aleitamento materno, na primeira hora de vida, auxilia nas contrações uterinas, diminuindo o risco de hemorragia.

São tantos os benefícios em amamentar que o ato já faz parte dos planos das gestantes. Elas preferem nem imaginar que o bebê possa recusar o peito. É por isso que tudo pode ficar bem difícil, quando a criança não quer mamar.

Se você passa por esse processo, aí na sua casa, saiba que, antes de mais nada, é preciso investigar a causa. São vários os motivos que levam à rejeição do peito pelo pequeno. Pode ser, por exemplo, um simples resfriado, ou a pega incorreta do seio.

Vamos descobrir juntas o que pode estar acontecendo?

 

O que leva o bebê a não querer mamar?

Vale salientar que a recusa não significa, necessariamente, algum problema sério. Muitas vezes, o bebê apenas não está com fome no momento, ou já mamou o suficiente. A cada mamada, ele vai se tornando expert e consegue se saciar rapidinho.

No entanto, se for uma situação persistente, a dica é manter a calma, para ajudar o seu filho. Observe todo o contexto das situações em que o bebê se recusa a mamar. Pergunte-se sobre como está o ambiente e avalie se você está relaxada para o momento. Os pequerruchos sentem nosso estresse. Então, fuja das tensões!

Além disso, eles também percebem quando acontece uma mudança na rotina, como o afastamento devido a uma viagem ou a volta da mamãe ao trabalho, por exemplo. Os pequenos radarzinhos captam tudo.

Além disso, é importante ficar de olho em outras possíveis causas.

  • Resfriados: o bloqueio do nariz e da boca dificulta a respiração e a sucção. Faça uma limpeza antes da mamada, que pode ser com um pano limpo macio ou lenço de papel em forma de canudo. Se o muco estiver seco, basta umedecer o paninho.
  • Desconforto: a recusa ao peito pode ser causada por alguma dor, como as terríveis cólicas, o nascimento dos dentinhos, uma infecção ou uma posição errada. Caso o problema for o famoso sapinho (cândida), ou estomatite, as feridinhas na boca não vão deixá-lo mamar. Há ainda o refluxo, que faz o leite retornar trazendo o ácido estomacal. Observe bem e fale com o pediatra!
  • Pega incorreta: Esse é um dos problemas mais comuns entre os recém-nascidos. Acontece quando não é possível abocanhar uma boa parte do seio para garantir uma mamada de sucesso, sem falar que pode machucar o bico. Converse com quem já tem experiência, ou procure ajuda especializada, pois existem consultoras que auxiliam na melhor posição para a mamada. Outra opção é entrar em contato com o banco de leite do hospital onde ocorreu o seu parto. Lá, também existem pessoas que vão mostrar como é a pegada correta.
  • Mamadeira e bico: o uso da mamadeira e do bico confundem o bebê, no que se refere à sucção. No caso da mamadeira, não é necessária muita força para mamar e o leite desce mais rápido. Caso ele esteja com algum problema em sugar o peito, vai preferir a mamadeira, que é mais fácil.
  • Hiperlactação: o excesso de leite materno também pode tornar o momento desagradável, devido à força do fluxo de leite. Uma alternativa é retirar o leite antes de cada mamada, para esvaziar um pouco as mamas.
  • Distrações: quando o bebê começa a ficar mais curioso, barulhos e movimentos fazem ele perder a concentração e interromper a mamada. Procure fazer com que o momento seja o mais sossegado possível.

Mas atenção! Caso a criança também apresente sintomas como vômitos, diarreia e sonolência, procure o médico.

 

Não desista. Vai dar tudo certo!

Quando o bebê não quiser mamar, não force. Abrir a boquinha ou empurrar ele contra o peito não vai ajudar em nada e só piora a situação, causando ainda mais frustração. E você sabia que algumas crianças sugam melhor quando estão com sono? Pois, é. Não custa tentar.

Amamente quando ele estiver com fome, em livre demanda, sem a imposição de horários rígidos. Tente, também, espremer um pouco de leite na boca dele, no início da mamada, para despertar o interesse e avisar da refeição.

Outra coisa que muitas mamães não sabem é que, se o bebê estiver com muita fome e ficar furioso, também pode recusar o peito. Nesses casos, espere ele se acalmar e tente novamente.

Aliás, persistência é o recado mais importante. Não desista! Embora seja uma situação nada agradável, essa recusa ao aleitamento materno tem a duração de apenas alguns dias. Segundo especialistas, dificilmente isso passa de uma semana. O que reforça a necessidade de ter muita paciência, informação e uma rede de apoio que não deixe mamãe e bebês desamparados.

Enquanto enfrenta o desafio do bebê que se recusa a mamar, procure tirar o leite manualmente, ou com a ajuda de uma bombinha, sempre em intervalos regulares e seguindo a rotina de amamentação. Isso vai manter a produção de leite e prevenir o ingurgitamento dos seios, bem como evitar a mastite.

Você também pode oferecer esse mesmo leite ao baby. Mas evite a mamadeira e use um copo ou colher para que ele continue a se beneficiar das maravilhas que o leite materno proporciona.

E lembre-se: o leite materno é mais do que uma boa nutrição para os nossos filhos. Ele é afeto, vínculo, contribui na proteção de muitas doenças, diminui as chances de asma e alergias.

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