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Quem teve câncer de mama pode amamentar?

Quem teve câncer de mama pode amamentar? Muitas mamães que engravidaram após a luta contra a doença têm dúvidas sobre esse assunto. Tire suas dúvidas aqui!

Existem diferentes tratamentos para o câncer de mama e eles podem interferir no aleitamento. Entenda melhor sobre o assunto e saiba quando é possível amamentar.

O leite materno é o principal alimento do baby até os seis meses de idade. Além de importante para os pequenos, amamentar também pode ser o sonho de muitas mulheres. Mas quem teve câncer de mama pode amamentar? Sim. É possível. No entanto, cada caso deve ser levado em consideração, em se tratando do aleitamento.

Existem diferentes tratamentos contra a doença, como quimioterapia, radioterapia e até soluções mais agressivas, como a retirada da mama, chamada de mastectomia. No mês do Outubro Rosa, nós vamos ajudar a desvendar alguns mitos sobre esse tema, que ainda deixa muitas mulheres inseguras.

Câncer de mama x gestação e amamentação

Desde 1990, o movimento Outubro Rosa vem mobilizando a sociedade para compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama. A campanha é motivada pelo fato de a doença representar cerca de 25% dos casos de câncer entre as mulheres, segundo dados da International Agency for Research on Cancer (IARC).

Outro dado alarmante é o divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). A entidade estima que 66 mil casos novos de câncer de mama podem surgir apenas em 2020. Mas a informação e o diagnóstico precoce podem salvar vidas, garantindo que muitas mulheres não interrompam seus desejos e vontades, como ter filhos e amamentar.

E será que o câncer de mama pode impedir tudo isso? Vamos entender melhor!

Infelizmente, as pacientes que estão em tratamento contra a doença precisam adiar os planos de uma gestação. Os medicamentos e as radiações utilizadas para combater o câncer podem levar à malformação do feto.

Quanto ao aleitamento, também surgem alguns poréns. No tratamento radioterápico, por exemplo, o ato da sucção pode aumentar as toxinas da pele nas mamas tratadas. Além disso, muitos medicamentos de combate ao câncer podem interromper a produção de leite. Sem falar ainda dos efeitos sobre o bebê, que ainda são pouco estudados.

Estou amamentando e descobri o câncer. E agora?

Há mulheres que descobrem o câncer de mama durante o período de aleitamento. Ele pode demorar a ser detectado, pois a mama fica endurecida durante esse processo.

Existem casos até mesmo em que a mamãe acredita que as dores são consequências habituais da lactação, mas na verdade se trata de um nódulo que a obriga a interromper a amamentação.

De acordo com os especialistas, a mulher deve ficar atenta a alguns sintomas indicativos de câncer de mama, que podem surgir durante a amamentação. Os principais são a assimetria significativa das mamas, nódulo palpável e persistente após esvaziamento mamário, nódulo nas axilas, pele da mama vermelha, sinal de pele em casca de laranja, secreção com sangue pelo mamilo.

Ao perceber essas alterações durante o aleitamento do seu filho, procure um especialista!

Quem teve câncer de mama pode amamentar?

No caso de quem enfrentou a batalha contra a doença, essa é uma pergunta bastante comum. As chances das mamães amamentarem seus bebês depois do enfrentamento ao câncer de mama vão depender do tipo de tratamento a que foram submetidas. Portanto, não existe uma resposta definitiva.

Vamos explicar melhor! E lembrando que sempre deve haver o acompanhamento de um mastologista, certo, mamis?

Quando se fala em cirurgia parcial ou conservadora, amamentar vai depender de como o organismo reagiu ao tratamento. O método consiste em retirar o tumor com uma margem de segurança, preservando a maior parte possível da mama. A maioria dessas intervenções necessita de radioterapia e essa irradiação afeta a produção de leite.

Entretanto, o efeito do tratamento pode não ser muito agressivo e a mama ainda pode produzir leite, mesmo que com alguma limitação. Dessa forma, amamentar se torna possível.

No caso das mulheres nas quais a doença acometeu apenas um dos seios, a mama saudável não terá a produção de leite prejudicada. Ela não é afetada pelo tratamento e a lactação ocorre normalmente. E esse é o mais comum dos casos de câncer de mama.

E quando acontece a mastectomia? Em algumas situações, a retirada cirúrgica de toda a mama é necessária para tratar o câncer. Com a realização do procedimento, a amamentação não será possível, pois os ductos mamários que transportam o leite são retirados com a mama.

É importante salientar que, mesmo com a mama reconstituída, feita com prótese de silicone ou tecidos do próprio corpo, não haverá produção de leite. A reconstituição da mama vai restaurar a aparência, mas não a sua funcionalidade.

Amamentar diminui as chances do câncer de mama

Você sabia que uma das armas contra o câncer de mama é a amamentação? Pesquisas mostram que, a cada 12 meses de aleitamento materno, as chances de aparecimento de um tumor mamário caem 4,3%. Ou seja, quanto mais amamenta, mais protegida a mamis está.

Isso está relacionado ao fato de que, durante o aleitamento, ocorre a redução das taxas de certos hormônios que podem levar a esse tipo de câncer nas mulheres. Sem falar que o ato de amamentar promove a eliminação e renovação de células que poderiam ter lesões no material genético.

Outros grandes aliados contra o câncer de mama são a prevenção e o diagnóstico precoce. Quando o câncer de mama é detectado precocemente, as chances de cura chegam a quase 95%.

Por isso, a Sociedade Brasileira de Mastologia indica que, a partir dos 40 anos, as mulheres façam o exame clínico das mamas todos os anos. Quem tiver entre 50 e 69 anos, no caso de baixo risco, precisa fazer a mamografia, pelo menos, a cada dois anos.

E você, está com seus exames em dia, mamãe?

Nem todo nódulo é câncer de mama

Vale lembrar que nem todo nódulo significa câncer de mama. Oito entre dez mulheres que relatam sentir nódulo mamário não são diagnosticadas com câncer de mama. Durante o período menstrual, é comum os nódulos aparecerem e desaparecerem. Nesses casos, eles são classificados como cisto ou fibroadenoma.

A fase de amamentação também tem a ver com o surgimento de nódulo característico. É o famoso leite empedrado, quando não acontece o esvaziamento completo após a mamada. Ele vem acompanhado de dor, vermelhidão, aumento do calor na região e até febre. O tratamento normalmente é feito com antibióticos e, na maioria das vezes, não necessita de outro cuidado ou acompanhamento.

Por isso é fundamental conhecer o próprio corpo. Se você percebeu alguma alteração nos seus seios, procure um médico. Cuide da sua saúde, mamãe!

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Não sabe como lidar com os primeiros dentinhos do bebê? Aprenda com a gente!

O surgimento dos primeiros dentinhos do bebê é delicado para eles e as mamães. Aprenda dicas que vão ajudar muito nesse processo, garantindo uma risada gostosa.

O nascimento dos primeiros dentinhos do bebê é um momento desafiador para eles e as mamães. Dores, irritação e até um pouco de febre podem surgir. Mas algumas medidas simples ajudam muito a enfrentar esse processo natural. Veja o que fazer e em que momento se preocupar.

Ter filhos pequenos é viver, em curtos espaços de tempo, muitas fases e descobertas, não é mesmo, mamãe? É uma verdadeira mistura de alegrias e desafios que fazem parte da experiência da maternidade. Um dos momentos que podem ser um pouco angustiantes é o nascimento dos primeiros dentinhos do bebê.

Mas fique calma. Esse texto foi pensado para ajudar a encarar essa fase da forma mais tranquila para você e o pequeno. Vamos, juntas, entender melhor esse processo e como lidar com ele?

O surgimento dos dentinhos do bebê é incômodo, de verdade

Se olharmos para o começo do processo da dentição, poderíamos falar do útero materno. No processo de formação do baby, durante a gravidez, já surgem o que os especialistas chamam de botões dentários; uma espécie de fundação para o posterior aparecimento dos dentes de leite.

A partir dos três meses, em alguns casos, mas de forma mais comum por volta dos seis meses de vida, os dentinhos do bebê começam a romper a gengiva. É um processo bastante incômodo para os pequerruchos e as mamães. Por sentirem dor e coceira, eles ficam mais irritados. Algumas vezes, o nascimento do dente é acompanhado de pequenos processos inflamatórios localizados. Imagine o desconforto.

E não esqueça que estamos falando de uma situação que ocorre, em geral, até um ano de idade, embora o processo de estabelecimento total da primeira dentição prossiga até mais ou menos os três anos.

Ou seja, quando tudo começa, a comunicação do bebê se dá, basicamente, pelo choro. Por isso, os babies literalmente “abrem o berreiro”, deixando os pais agoniados. Embora muitos pais associem o surgimento dos primeiros dentinhos a episódios de vômito e diarreia, o comprovado cientificamente é que, além de lágrimas e irritação, pode surgir um pouco de febre, não passando de 38 °C.

O que a mamãe pode fazer para ajudar?

Bem, a primeira sugestão para encarar esse momento é ter bastante paciência. O surgimento dos dentinhos do bebê é algo natural e os incômodos associados a isso são temporários. Mas existem algumas dicas e cuidados para tornar essa fase mais tranquila.

Massagem alivia

Reservar pequenos momentos para massagear a gengiva do seu pequenino, no decorrer do dia, vai ajudar bastante. É um hábito que ameniza a coceira e ardência tão incômodas. Você pode fazer isso com uma gaze umedecida, inclusive usando calmantes naturais, como a camomila. Tudo, é claro, com total atenção à higiene. Lave bem as mãos e use produtos devidamente higienizados.

Por sinal, muita atenção à higiene

É isso mesmo! O cuidado com a higiene bucal de seu filho deve ser mantido desde o nascimento. Hoje em dia, já existem modelos de escovas de dentes adequados, até mesmo para a faixa etária entre zero a dois anos. É um cuidado que auxilia no surgimento dos primeiros dentinhos e previne outros problemas eventualmente causados por germes e bactérias. Como o aumento da salivação também pode ser um sinal do surgimento dos dentes, outro cuidado importante é limpar a boquinha do pequeno com frequência. Isso evita alergias e irritações de pele.

Brinquedinhos especiais são bons aliados

Você ainda pode contar com linhas de brinquedos desenvolvidos especialmente para amenizar os desconfortos do nascimento dos dentinhos do bebê, mamis. São opções como mordedores e dedeiras, que trazem bastante alívio. E uma boa sugestão é deixá-los na geladeira por uns minutinhos, antes de entregar ao baby. Ele vai se sentir ainda mais confortável. É uma recomendação que também vale para os alimentos, no caso de crianças já na fase da dieta sólida. Dê preferência às frutas e aos alimentos frios.

Analgésicos podem ser necessários

Os medicamentos serão sua última alternativa, mas podem, sim, ser necessários. Observe se o pequeno dá sinais de dor muito intensa e persistente e tente todas as outras possibilidades que acabamos de mencionar. Se nada estiver funcionando, converse com o seu pediatra, para avaliar a introdução de analgésicos.  Pode ser o caso, quando nascem os dentes da frente, tanto na arcada superior, quanto na inferior. Esse é o momento de dor mais aguda. Mas jamais medique seu filho sem orientação médica.

Os sinais de alerta

Ufa, que alívio, hein? Agora você já entende melhor como se dá o nascimento dos dentinhos do seu bebê e tem ferramentas para lidar com isso.

Mas mãe que é mãe sempre vai se fazer aquela perguntinha: “E quando eu devo, de fato, me preocupar? Como perceber que algo está errado?”. Vamos às respostas, pois há mesmo sinais de que alguma coisa pode não estar fluindo dentro da normalidade.

Como falamos no começo dessa nossa conversa, a época do surgimento dos primeiros dentinhos varia bastante. Muita gente não sabe, mas há casos de bebês que nascem com dentes. É uma exceção, é claro, mas é preciso ter em mente que o desenvolvimento das crianças não é padrão e tem seu próprio ritmo.

Portanto, nada de ansiedade. O fato é que o aparecimento dos dentinhos é comum até por volta de um ano de idade. Caso isso não aconteça, é aconselhável levar a criança a uma odontopediatra, para analisar a situação.

Em alguns casos, o aumento do volume da gengiva, provocado pelo dente que tenta emergir, pode estar impedindo o processo. Tendo em vista, também, que, para a maioria dos bebês, essa é uma fase que coincide com a introdução da alimentação sólida, uma coisa pode conduzir à outra. A dieta baseada apenas em itens pastosos, por exemplo, não estimula a mastigação; o que faz com que o corpo não “entenda” que é hora de surgirem os dentes.

Medicamentos ingeridos pela mãe durante a gestação também podem estar por trás disso. Por fim, há síndromes e doenças genéticas associadas à falta de dentes e que podem ser investigadas.

No mais, tenha atenção, ainda, à ocorrência de febre alta, que não é comum, e aproveite esse momento de desabrochar do sorriso do seu pequeno. Afinal, poucas coisas são tão deliciosas quanto a risada de um bebê. Com carinho e atenção a cada detalhe, os desafios dos primeiros dentinhos logo ficam para trás.

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Não sabe o que fazer quando o bebê tem diarreia?

Na hora que os pequenos ficam doentes, nada melhor que boa informação, não é mesmo, mamãe? Confira algumas dicas que preparei para você sobre as causas e o que realmente fazer quando o pititico tiver diarreia.

Nós ficamos tão preocupadas com qualquer pequeno sinal de alerta, que um choro ou um comportamento diferente do rotineiro já vira uma aflição – afinal, não queremos ver nossos pequenos assim. E na hora que surge aquela pulga atrás da orelha, nada melhor do que boa informação. Por isso, eu preparei esse artigo especialmente para você, falando e-xa-ta-men-te o que fazer quando o bebê tem diarreia.

Para começar, vale aquele conselho (de mãe para mãe). Se isso está acontecendo com seu pequenino, fique calma. Essa é uma situação parecida com aquele momento em que surge uma febre inesperada. É importante, sim, que você esteja atenta, mas isso pode não ser nada tão preocupante, como você vai entender lendo o artigo.

O que pode estar acontecendo quando o bebê tem diarreia?

Para te ajudar a encarar esse dilema, mamãe, o primeiro passo é falar um pouco sobre as causas mais comuns de diarreia nos babies. É uma forma de entender o que pode estar acontecendo aí na sua casa.

Claro que, aqui, não vamos conseguir trazer todos os possíveis motivos, mas tratar daqueles que mais acontecem. Vamos lá então?

Uma das razões bem frequentes são as infecções de tubo digestivo. Elas são causadas por vírus, bactérias ou parasitas. Os casos de infecções virais são mais frequentes e, nas escolinhas para crianças de até seis anos, muitas vezes acabam acontecendo surtos de diarreia infecciosa. Nesse mesmo sentido, há outro dado importante que muitas mamães desconhecem: infecções urinárias, respiratórias ou de ouvido também podem provocar diarreia.

As intolerâncias ou alergias são outro fator que desencadeia diarreia. Elas podem estar associadas a determinados alimentos ou seus componentes e acabam provocando o problema. É frequente vermos pequeninos intolerantes à lactose, à proteína do leite de vaca, ou ao glúten, por exemplo.

E seguindo na linha da alimentação, é fundamental que você fique beeeeeem atenta aos chamados erros dietéticos, viu, mamãe?! Uma dieta muito rica em fibras, pobre em calorias, ou baseada em alimentos muito concentrados pode provocar diarreia. E o mesmo cuidado vale para os excessos alimentares… Não se esqueça disso!

Dicas práticas sobre o cocô do bebê

A cor do cocô do seu filho é uma pista importante sobre o quanto é preciso se preocupar com a diarreia. Antes de mais nada, é preciso entender que, nos recém-nascidos, ainda está ocorrendo todo um processo de formação e adaptação do sistema gastrointestinal.

Por isso, há variações na frequência da evacuação, bem como nas características das fezes. Algo que também tem a ver com o fato de o pequeno ingerir apenas leite materno, precisar de complementação alimentar, ou até mesmo estar no processo de introdução de dieta sólida.

Tendo em vista tantos fatores de interferência, a grande questão é observar alguma alteração brusca na frequência ou coloração do cocô do pititico.

Veja, por exemplo, o que a cor das fezes dos babies pode estar nos contando sobre a saúde deles:

  • Preto esverdeado
    Geralmente, os primeiros cocôs do bebê – chamados de mecônio – são bem escuros, lembrando o piche.
  • Verde

Quando o pequenino começa a digerir o leite, a coloração se torna mais esverdeada.

  • Amarelo

Nos bebês que se alimentam exclusivamente de leite materno, a cor do cocô tende a ir se tornando mais amarelada.

  • Verde musgo

Babies que mamam só o primeiro leite da mama ou utilizam fórmulas e complementações alimentares.

  • Marrom

O cocô marrom é característico do momento em que começa a ingestão de alimentos sólidos.

  • Preto, verde claro, vermelho e branco

São indícios de que você deve conversar com o pediatra.

Meu bebê está com diarreia. E agora?

Bem, até aqui já entendemos causas da diarreia e também os sinais que são dados às mamães pelas fezes dos bebês. Vamos partir para o que deve ser feito quando o seu bebê tem diarreia.

Antes de mais nada, é preciso levar em consideração que, na grande maioria dos casos, o tratamento da diarreia é meramente dietético. Apenas em casos mais agudos, pode ocorrer desidratação. Quando há ocorrência crônica ou recorrente, a criança também acaba sofrendo com distúrbios nutritivos. É uma situação que exige tratamento específico.

O cuidado mais fundamental, quando seu bebê estiver com diarreia, é lavar bem suas mãos e as dele, antes de manipular alimentos e nas trocas de fraldas. A ingestão de bastante líquido, de forma fracionada, é super recomendada, bem como o uso de pomadas que previnam irritação.

Você também não deve forçar o pititico a comer e nem ministrar antibióticos sem indicação médica. Isso pode agravar a diarreia. Por sinal, o pediatra deve ser consultado, também, quanto aos preparados antidiarreicos ou qualquer medicação.

A alimentação restritiva, somente com legumes, por exemplo, só vale para a fase mais aguda. É importante que o ritmo alimentar normal vá sendo retomado, sem o uso de alimentos laxantes, para evitar desnutrição e piora do quadro.

Alimentação e a hora de ir ao pediatra

Aliás, sobre esse processo de retomada da alimentação, algumas dicas são bem valiosas quando o bebê tem diarreia. Se o seu baby tem até nove meses, siga dando a ele o mesmo leite que ele toma, em concentração menor, ou seja, com mais água. Conforme ele for se recuperando, vá retomando a dosagem usual.

Para os pequenos acima dos nove meses, o recomendado é seguir com a dosagem de leite rotineira, porém com ingestão mais fracionada e nunca forçando a criança. É comum a perda de apetite na fase mais intensa da diarreia.

Quando seu filho já está adaptado à dieta sólida, maçã, banana e leite com cereal são boas opções para ir retomando o ritmo alimentar. No almoço e jantar, dê preferência a alternativas como frango e peixe grelhados.

No mais, é ficar atenta ao processo de recuperação do baby. O comum é observar melhora em três ou quatro dias. Caso contrário, aumente a quantidade de leite ingerida pela criança. Se a diarreia, ainda que leve, persistir por mais de três semanas, vá ao pediatra. Outros motivos para visitar o médico são vômitos frequentes, diarreia abundante, perda de peso, dor abdominal contínua, uso de antibióticos ou sinais de desidratação.

Legal saber mais sobre como agir quando nossos bebês têm diarreia, não é mesmo? Siga ligadinha no Mundo Colibri e confira os nossos muitos conteúdos valiosos.

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Dicas de posições para a hora de amamentar

Tudo pra ter uma amamentação nota 10

Tá bom, né, mamãe. A gente sabe que amamentação não é sempre mil maravilhas, às vezes dói, cansa os braços e não parece nada daquele romance que a gente ouve por aí.

Mas sabia que, com a posição certa, dá pra melhorar muuuuito esse nosso momento com os pequenininhos? Pois é! Mas quando digo posição certa, é a certa pra você, tá? Afinal, cada mamãe e cada bebê tem um jeitinho especial.

Enfim, to aqui pra te contar o que aprendi sobre as posições pra amamentar e como elas nos ajudam nessa hora, que é excelente pra aumentar nosso vínculo com os bebês. Vamos lá?

As melhores posições para amamentar

A tradicional

É aquela que a gente normalmente usa, apoiando o bebê com o braço do mesmo lado da mama que ele vai pegar. A cabecinha dele tem que estar apoiada no cotovelo, alinhada com o restante do corpinho.

Uma coisa que eu gosto muuuuito de usar nessa hora é a almofada de amamentação (que eu comprei lá no e-commerce da Colibri). Ela é super fofinha, perfeita pra apoiar o baby com bastante conforto, e ainda ajuda a aliviar a tensão dos nossos ombros e costas na hora do tetê.

Ah, outra dica pra deixar mais confortável pra você é colocar um travesseiro nas pernas, embaixo do bebê. E não se esqueça de sentar em uma poltrona beeeem gostosa.

Transversal

Muito parecida com a primeira, essa é uma das melhores posições. Experimenta pra você ver, mamãe: apoie o corpo do bebê com o braço do lado contrário ao seio que você vai oferecer. Com a mão aberta, segure a cabeça do bebezinho e, com a outra, apoie a mama.

E não precisa se inclinar pra frente nem pra trás, viu? Com o seu braço, você aproxima o bebê do corpo pra ele mamar direitinho. Essa é uma posição bem confortável pra ele, porque fica bem mais fácil de ele pegar o peito, já que a cabeça vai estar na posição certinha.

Invertida

Mamis, se você está se recuperando da cesárea e a barriga ainda tá com aquela dorzinha chata, esse é o jeito perfeito pra você dar de mamar.

Em vez de apoiar o baby no abdômen, você vai usar o cotovelo, segurando o pequeno do lado do seu corpo. As costinhas dele vão ter que ficar no seu antebraço. Aí, o rostinho fica virado em direção ao seio.

Deitada

Essa é uma solução pra quando a gente tá muito cansada. Afinal, rotina de mãe não é fácil, né? Nesses casos, você pode deitar de lado e colocar o bebê de frente para você, apoiando a cabecinha dele com a sua mão.

Mas nada de pegar no sono hein, mamãe! Se você estiver muito exausta e, principalmente, se já for tarde da noite, o ideal é evitar essa posição.

Posições ruins para amamentar

Também tem aquelas posições que não são boas para o seu conforto e o do babyzinho, ou porque dificultam a alimentação do pequeno. Aí não pode, né?

Conheça quais posições evitar:

  • Com seu corpo curvado em cima do bebê
  • Bebezinho com a cabeça e o corpo não alinhados
  • Segurando o bebê longe do peito
  • Você sentada em uma cadeira que não é confortável, sem apoio para os braços

A pega correta do bebê

A maneira como o pequeno abocanha a mama também é muito importante para que tudo ocorra da melhor forma. Por isso, mamãe, separei algumas dicas para te ajudar a ter sucesso nessa fase – evitando quaisquer problemas:

  1. O baby deve abocanhar a aréola, e não o mamilo – para evitar machucados
  2. O rosto do bebê deve estar virado para a mama, com a boca o mais aberta possível
  3. Os lábios devem estar virados para fora e o queixo encostado na mama, pois isso indica que o pequeno está conseguindo movimentar a língua para fazer a extração adequada do leite
  4. A covinha na bochecha e o barulho ao mamar até podem parecer fofos, mas indicam ingestão de ar – o que é errado
  5. Outro sinal claro de erro é o choro do bebê, que significa que algo não está bom para ele
  6. A dor no mamilo é um sinal de alerta, apesar da sensação de pressão ser normal nos primeiros dias

Dicas extras pra melhorar a amamentação

Como eu disse lá em cima, mamãe, por mais que esse momento nem sempre seja fácil, você ainda pode fazer ele ser especial. Além de escolher uma posição confortável, tem outras coisas que ajudam a garantir que o pequeno se alimente bem e que vocês dois estejam conectados e felizes.

Olha só:

 Tente relaxar

Se o pitico sentir que você está tensa, ele não vai mamar direito. E não é isso que queremos, né? Então, tenha um cantinho bem confortável, silencioso e sem interrupções.

 Não esqueça o copo de água

Você vai sentir muita sede, já que o nosso corpo precisa repor o líquido que está perdendo. Antes de pegar o baby, já providencie um copo de água pra ficar bem pertinho de você.

 Não deixe para amamentar quando o pequeno estiver com muita fome

Se ele estiver muito esfomeado, vai ficar inquieto e todo irritadinho. Resultado: não vai querer mamar.

Se não tá confortável, tente mudar a posição

Principalmente se você estiver com as mamas doloridas e machucadas. Isso é um sinal de que a posição não está boa para você, mamãe. Ainda bem que aí em cima tem uma lista com vários jeitos pra você testar!

Tenho certeza que, seguindo essas dicas, a hora do mamá vai melhorar 1000%! Depois me conta o que você tentou e o que deu certo, tá? Beijinhosss!

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Os itens que não podem faltar no enxoval do seu bebê

Oie! Mamãe que nem a gente fica a-pa-vo-ra-da quando está chegando a hora do chá de bebê, né? Ai, ai, o que será que meu bebê vai precisar pro enxoval? O que não pode faltar, de jeito nenhum? Como preparar uma listinha mega completa com os itens do enxoval para enviar aos convidados? É uma loucuraaa!!! Mas vamos combinar… Estressar nessa hora só prejudica o nosso planejamento. E nós já comentamos sobre o estresse das mamães nessa matéria aqui. Se você ainda não leu, corre lá!

Bom, mas aqui o foco é falar sobre a lista do enxoval – com todas as roupinhas e acessórios para o seu baby. Olha só o que você vai conhecer nessa matéria:

  • As vantagens de preparar o enxoval com antecedência
  • Os erros mais comuns na hora de montar o enxoval
  • Lista completa: roupinhas e acessórios que não podem faltar

Pronta? Vamos lá, boa leitura!

Por que preparar o enxoval com antecedência?

Olha, eu sei que é muuuita coisa pra gente pensar, ainda mais com o pequeno quase prontinho pra nascer. Mas uma coisa a gente precisa entender: daqui pra frente, todos os momentos da vida do nosso filhote vão precisar de planejamento.

E quando falamos do enxoval, tente imaginar: já pensou se você só se preocupa com as roupinhas e acessórios do verão e esquece das coisinhas de inverno? Pensa só na correria pra comprar tudo isso depois! Planejar o enxoval tintim por tintim, com tempo, garante que você e seu baby vão estar preparados para todas as situações, desde a saída da maternidade até os momentos mais cotidianos, como banho, papinha, passeio, soninho… Tente escrever o passo a passo em um caderninho, mais ou menos assim:

Passo 1:

Saindo da maternidade. O que vou precisar? Bolsa maternidade, um macacãozinho, uma fralda, uma mantinha etc.

Passo 2:

Chegando em casa. O que não pode faltar? Um travesseirinho, uma toalhinha, um body etc.

Passo 3:

O primeiro banhinho. Etc. etc.

Além de você não se perder, você pode pesquisar o preço de cada um dos itens que você anotar. Assim, você faz a pesquisa com tempo, escolhendo um produto que traga benefícios para seu fofinho – e com um preço que caiba no seu bolso.

Se você estiver pensando em fazer um chá de bebê – mesmo que seja on-line, ainda mais nesse momento delicado que estamos vivendo – você consegue compartilhar essa listinha com os convidados, inclusive sugerindo a marca, o modelo e as cores dos itens. As possibilidades são muitas!

O que NÃO fazer na hora do enxoval?

Mamães de primeira viagem podem cometer alguns errinhos… Eu já fui assim, por isso fique tranquila! Vou te ajudar com algumas dicas para tornar o momento do enxoval o melhor possível. Então, vamos começar:

Erro 1: não se atentar ao material das roupinhas

Atenção, mamãe!!! Os bebês têm a pelinha muito sensível, então o ideal é procurar produtos 100% algodão. Além de serem super macios, eles não agridem a pele – nem causam qualquer tipo de alergia. Isso principalmente para roupinhas que o baby vai usar na maior parte do dia ou da noite, como o mijãozinho, o macacão e os bodies.

Erro 2: não se preparar para a estação do ano no parto

O bebê vai nascer no inverno? No verão? Será que vai chover? Está ventando? Tudo bem, muitas dessas questões você só vai saber no dia do parto, mas se preparar com antecedência é uma mão na roda. Se o baby vai nascer em uma época mais fria, coloque mais itens de inverno no enxoval – se for no verão ou na primavera, roupinhas mais leves podem ser a primeira escolha. E para dias chuvosos, principalmente na saída da maternidade, as roupinhas impermeáveis super resolvem!

Erro 3: não variar o guarda-roupa

Aqui não só é importante variar o tipo de roupinha (de acordo com a estação), mas também as cores. Você pode gostar de uma determinada cor, e é super normal! Mas ter peças de cores diferentes podem trazer sensações diversas (como alegria, tranquilidade e paz, por exemplo) e também podem ajudar na hora do passeio (roupinhas brancas refletem mais os raios solares, não fazendo o pequeno passar muito calor). Outro benefício de ter um guarda-roupa colorido é que você pode utilizar as roupinhas em uma gravidez futura ou mesmo pensar em doar essas peças.

Lista exclusiva: os itens fundamentais do seu enxoval

Agora que você já sabe como se preparar muito bem para a hora do enxoval – inclusive já fez suas primeiras anotações sobre as peças –, vou compartilhar uma listinha super completa com roupinhas e acessórios da Colibri! Assim você pode acrescentar no seu enxoval, deixando tudo pronto!

Item 1: Kit maternidade

Você já deve ter anotado este item por aí, mas sabe quais são todas as possibilidades para compor o seu kit maternidade? São muitas, e são essenciais para proteger seu pititico assim que ele nascer. A saída maternidade, por exemplo, vem com 3 peças super fofas e que deixam o bebê bem confortável: macacãozinho, casaquinho com abertura frontal e uma mantinha de tricot. E onde guardar as fraldas, as roupinhas e os outros itens da maternidade? Em bolsas, mochilinhas e frasqueiras, que são super práticas e resistentes.

Sugestão para pedir no seu enxoval

1 bolsa (ou 1 mala) + 1 mochilinha + 1 lancheira porta-papá (ou 1 frasqueira).

Item 2: Bodies

Essas são as peças de roupa que o baby mais vai usar nos primeiros meses de vida! Super confortáveis e práticos, os bodies são produzidos com 100% algodão e têm botõezinhos em cima e embaixo – muito mais fácil pra trocar a fralda, né? E a dica é ter várias peças, como neste kit de bodies com mangas curtas e longas, para estar preparada para qualquer momento do dia!

Sugestão para pedir no seu enxoval

6 peças de body sem manga + 6 peças de body com manga.

Item 3: Mijãozinho

Além de confortável, o mijãozinho é mega versátil. Sabe por quê? Por ser uma calça de malha bem macia, pode ser usado sozinho, para dias amenos, ou por baixo do macacão, se o dia estiver mais frio.

Sugestão para pedir no seu enxoval

6 mijõezinhos (calça).

Item 4: Shorts

Ainda mais se tiver cinturinha elástica, o short é item indispensável no seu enxoval! Isso porque o elástico ajuda a segurar a fralda no bumbum do bebê, e é super fresquinho para ele aproveitar o dia.

Sugestão para pedir no seu enxoval

2 shorts.

Item 5: Macacão

A grande vantagem do macacão é que ele pode ser usado tanto como roupinha de passeio quanto como pijaminha. Com botões, ele facilita a troca da fralda e veste bem todo o corpinho do baby!

Sugestão para pedir no seu enxoval

2 macacõezinhos.

Item 6: Acessórios diversos

Seja dentro ou fora de casa, os acessórios são fundamentais para manter seu bebê protegido. A dica é sempre ter mantas no guarda-roupa do pequeno, já que elas protegem tanto na hora do soninho como na hora do passeio. E o jogo de lençol? Ah, é fundamental, tanto para o bercinho quanto para o carrinho, né? A Colibri tem várias opções bem completas.

Outro momento que exige um acessório é a hora do banho. Você já viu a toalhinha 3 em 1 da Colibri? Ela é toalha, é capuz e é fralda!

E, para fechar, na hora do papá os babadores ajudam a manter o nenê bem limpinho. Dá só uma olhada aqui.

Sugestão para pedir no seu enxoval

2 mantas + 3 pares de meias + 2 pares de luvas + 2 toucas + 4 jogos de lençol (2 para bercinho, 2 para carrinho) + 2 toalhinhas com capuz + 7 babadores (1 para cada dia da semana).

Gostou dessas dicas, mamãe?

Você pode salvar essa listinha completa para facilitar!

É muito simples: apenas clicar com o botão direito do seu mouse, depois apertar “salvar imagem como”. Se você estiver usando o celular, é só segurar apertado até aparecer a mesma mensagem!

Lembrando que essas são algumas sugestões, mas você pode encontrar muito mais aqui. Espero que essa matéria tenha ajudado você a planejar o seu enxoval! Estou bem ansiosa pra ver o resultado (que tal postar uma foto super linda e marcar o @mundocolibri nas redes sociais? Vou amar!)

Continue acompanhando nosso blog. Logo logo tem mais dicas!

Beijão! =)

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Como funciona e quais os benefícios do método canguru

Oiee, mamãe, tudo bem? Você já ouviu falar do método canguru? É uma coisa tão linda que você não acredita! É um jeito muito fofo de ajudar os nenéns prematuros e os bebês de baixo peso. Se você já passou ou conhece alguma mamãe que já enfrentou essa situação, sabe que é dureza!

Mas vamos lá! Se ainda não conhece o método, vou te contar tudo sobre:

  • O que é o método canguru
  • As três etapas
  • Quais são os benefícios

O que é o método canguru (ou pele a pele)?

O nome é engraçado, mas faz todo sentido: a mamãe, o papai ou outros familiares seguram o bebezinho internado na unidade neonatal na mesma posição em que a mãe canguru coloca o filhote, na bolsa que ela tem na barriga.

Também é chamado de método pele a pele, já que ele usa basicamente o contato. Que delícia! Ele funciona porque traz ao recém-nascido prematuro um pouco de conforto em um ambiente que não é lá muito acolhedor.

Funciona assim: primeiro, você só toca o bebezinho, depois, ele é colocado na posição do bebê canguru e fica assim, no colinho, por quanto tempo você se sentir confortável ou achar suficiente.

Mas claro que, pra isso funcionar, precisa ter um acordo entre a família e toda a equipe médica. No entanto, o método já tem seu lugarzinho muito bem guardado aqui no Brasil, de tão lindo que é!

Ele ajuda muito os bebês de baixo peso a se desenvolverem na fase da assistência neonatal, tendo muito mais conforto e proximidade com a família. Uma coisa bem abraço de mãe mesmo, sabe?

Quem inventou essa maravilha foram Edgar Rey Sanabria e Hector Martinez. Eles tiveram a ideia em 1979, no Instituto Materno-Infantil de Bogotá, pra dar alta precoce aos prematuros por causa do problema da falta de incubadoras, desmames precoces e também porque não tinha tanta tecnologia na época.

As 3 etapas

Já que é um método bem organizado, ele é dividido em fases. Olha só:

Primeira etapa

Tudo começa na gravidez, quando a mamãe vai no médico e ele conta pra ela que a gravidez é de risco. Muito assustador, né? Depois, já na unidade neonatal, a equipe médica conta pro papai e a mamãe todos os detalhes da saúde do babyzinho e os encorajam a chegar perto e a tocar no filho.

Segunda etapa

O método canguru começa a ser desenvolvido pelos pais e outros familiares. Um detalhe interessante é que o pequeno não pode estar com muita roupinha, porque aí atrapalha o contato com a pele.

Além disso, a mãe participa dos cuidados com o bebê, estando sempre por perto.

Terceira etapa

É quando o pequenininho finalmente vai pra casa. Mas ele ainda vai ser acompanhado de perto pelos profissionais por um tempo, até atingir o peso de 2.500 g.

Só que antes de essa etapa começar, é importante que:

  • A mãe se sinta muito segura e esteja consciente sobre os cuidados com o baby em casa
  • O bebê deve ter o peso mínimo de 1.600 g
  • Tem que estar tudo certo com o peso do pequeno por três dias antes da alta, sem ficar subindo e abaixando, sabe?
  • O atendimento tem que estar garantido, tuuuuudo certinho

Os benefícios do método canguru

Aiii, é tanta coisa que você não imagina, mamãe! Quer ver?

  • Aumenta o vínculo entre mamãe e bebê
  • Estimula o pequeno a mamar o leite materno
  • Ajuda a desenvolver os sentidos do baby
  • Diminui o estresse do recém-nascido prematuro
  • Dá mais confiança para os pais
  • Diminui o tempo de separação entre a mãe e o bebê

Quanta coisa legal, né? E ainda tem muito mais! Ainda bem que esse método existe, pra ajudar as famílias em um momento tão delicado, não é, mamãe? Eu adorei saber disso tudo! E você?

Se também gostou, compartilha! Assim, podemos ajudar mamães com bebês prematuros ou gravidez de risco a terem mais conforto e se sentirem mais seguras.

Beijoss! Até a próxima.

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Curiosidades sobre os olhos dos bebês

Saiba tudo sobre os olhos do bebê: se vão mudar de cor, se eles enxergam bem quando nascem, qual será a cor dos olhos, se conseguem diferenciar cores e mais!

Mudança de cor, percepções e desenvolvimento

Um dos momentos mais marcantes da nossa jornada como mães é quando nosso baby recém-nascido pega no nosso dedo com aquela mãozinha gorducha pela primeira vez e olha nos nossos olhos, né, mamãe? Aiiii, eu me derreto só de lembrar!

Aquela troca de olhares é a coisa mais profunda e emocionante que a gente sente, e é quando nos sentimos ainda mais mães.

Aiai… falando de olhares, vamos combinar que esse é um assunto que a gente sempre quer saber mais, né? Se a cor dos olhinhos vai mudar, se eles realmente enxergam o que tá acontecendo, se eles sabem diferenciar as cores, se eles reconhecem o papai e a mamãe… nossa, é tanta coisa que nossa cabeça vive a milhão!

Bom, pensando nisso, eu reuni algumas informações que me ajudaram a entender um pouco mais sobre esse assunto, e achei legal compartilhar com você. Vamos lá?

A cor dos olhos do bebê

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Esse é um assunto bastante comum e polêmico, não é, mamãe? Você já deve ter percebido que muitos bebês nascem com olhos claros e depois acaba escurecendo. E aí, como saber o que vai acontecer?

Eu sei, mamis, a gente fica toda ansiosa, né? Mas eu trouxe algumas dicas pra te ajudar!

Qual será a cor dos olhos do meu bebê?

Bom, mamãe, antes de mais nada, você precisa pensar rapidinho nos parentes mais próximos seus e do papai (de sangue, é claro): tios, avós, irmãos… alguém na família tem olho claro? Qual é a cor de olho mais frequente nos familiares próximos ao bebê?

Se parte da família tiver olhos claros, as chances do seu pititico também ter olhos claros é maior – lembra das aulas de genética?

Mas se a grande maioria da sua família e da família do papai tiver olhos escuros, as chances do seu anjinho também ter são bem grandes. E olha, eu não sei você, mãezinha… muita gente é doida por olho claro, e eles são mesmo encantadores, mas eu acho tããão lindos os olhinhos escuros!

Meu bebê nasceu com olho claro. Vai mudar de cor?

Olha, mamãe, é bastante comum os anjinhos nascerem com olho bem clarinho e depois escurecer. Você sabe por que isso acontece? Veja aqui:

Sabe a melanina? Aquela substância que deixa a gente morena quando toma sol? Então, ela também está nos nossos olhos, e é responsável por determinar a cor deles (a pigmentação).

Quando o pitico nasce, muitas vezes essa pigmentação ainda não foi concluída. Por isso, durante o primeiro (e até o segundo) ano de vida, a cor dos olhinhos pode ir mudando e ficando mais escura. Ah, mas se o pequeno já nasceu com os olhos mais escurinhos, então deve continuar assim.

Mas porque alguns bebês ficam com o olho azul ou verde?

Isso acontece porque os olhinhos desses anjinhos produzem pouquinhos pigmentos, então acabam ficando claros.

Ah, e uma curiosidade: sabia que tem alguns bebês que um olho produz mais melanina que o outro? Pois é! Aí eles acabam ficando com um olhinho de cada cor (a chamada heterocromia).

A visão do bebê

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Quando eles nascem, eles conseguem enxergar?

Fala a verdade… você já se perguntou se o amorzinho da sua vida estava te enxergando logo que nasceu, né? Então eu tenho uma ótima notícia: sim, mamãe! Seu pequeno estava te enxergando!!

Aiiii, isso torna aquele momento ainda mais mágico, não é?

Quando os bebezinhos nascem, eles conseguem enxergar o que está a uns 20 a 30 centímetros de distância deles – ou seja, o rosto da mamãe enquanto ele mama. Nos primeiros dias de vida, ele vai prestar atenção em caaaaada detalhe, e vai conhecer todos os detalhes do nosso rosto.

A partir de quando a visão começa a melhorar?

A partir dos 3 meses de idade, seu anjinho já consegue te ver do outro lado do quarto, por exemplo… por isso, se ele der aquele sorriso gostoso, é porque ele viu que você tá ali, bem pertinho dele.

Nesse tempo, a visão dele vai melhorando aos poucos. Com o tempo, ele vai percebendo um brinquedinho que está no chão, as pessoas que passam no corredor… aí, quando ele chega aos 7 meses, mais ou menos, já está enxergando quase tudo igual à gente! E aí que a curiosidade do pititico ganha asas de vez (e fala sério: é a coisa maaaais preciosa!).

Por isso, mamãe, aqui vai uma dica: quando seu babyzinho tiver com uns 4 meses, comece com as brincadeiras estimulantes! Isso é ótimo pra desenvolver a visão dele – e ainda é um momento delicioso pra vocês curtirem juntinhos.

E acompanhar os movimentos? A partir de quando ele consegue?

Quando o anjinho tem uns 2 meses, ele começa a conseguir acompanhar a movimentação daquele brinquedinho que você mostra pra ele. Por volta dos 3 meses, começam aquelas tentativas fofíssimas de pegar os bonequinhos (embora muitas vezes ele não consiga, e fica aquela mãozinha fofiiiiinha chacoalhando).

Isso acontece porque a percepção de profundidade (o tal do 3D) aparece só com uns 5 meses… aí que ele consegue entender onde estão os objetos e começa a brincar de trazer o brinquedinho pra perto e longe.

Ai, mamãe, eu sei que a gente é ansiosa que só, né? Mas também precisamos ter calma pra acompanhar o desenvolvimento dos nossos amorzinhos. Por isso, brincar de bola é só lá pra frente, viu?

A percepção de uma bola indo na direção do seu baby é só quando ele tiver uns 3 a 4 aninhos, então, até lá, vamos treinando aos poucos a coordenação dele, tá bom?

Meu pequeno consegue diferenciar as cores?

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Eu sei que você já teve essa dúvida, né, mamis? Mas quando nosso filhotinho é recém-nascido, ele só enxerga preto e branco… sabe por quê?

Porque as células dos olhinhos dele que são responsáveis por processar as cores ainda não estão completamente desenvolvidas. Mas então, quando eles começam a conseguir?

Olha, mamãe, de acordo com os especialistas, com mais ou menos um mês de vida o pitico consegue detectar o brilho e a intensidade das cores. Lá pros 3 meses ele consegue diferenciar as cores básicas (inclusive o vermelho); mas é só aos 4 meses que a visão colorida estará completamente desenvolvida – e aí nosso filhinho consegue diferenciar cores e tons.

Quanta coisa nova, né mamãe?

Ufa! Aprendemos várias coisas hoje, né?! Sabemos sobre as cores dos olhinhos dos nossos amorzinhos, sobre o desenvolvimento da visão deles, sobre as distâncias e diferenciação de cor… aiai, quanto mais a gente aprende, mais a gente se apaixona, e mais a gente quer aprender, né?

Bom, então fica sempre de olho por aqui, porque vou sempre trazer dicas legais pra gente conhecer cada vez mais o universo do maior amor das nossas vidas. Até a próxima, mamãe!

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Cuidados com a imunidade na gravidez

Você sabia que os anticorpos da mãe passam para o bebê e o protegem nos primeiros meses de vida? Saiba como cuidar da imunidade na gravidez!

Ei, mamãe, você sabia que nós podemos tanto transmitir doenças como proteger nossos bebês quando estamos grávidas? Por isso que é tão importante cuidar da nossa imunidade nessa fase.

Por causa dos hormônios, é normal a gente ficar com a imunidade baixa na gravidez. E não é qualquer remédio que a gente pode tomar. Ixi, o melhor mesmo é se cuidar, né?

Por isso, resolvi separar alguns alimentos e vitaminas que ajudam a gente a contornar isso. Tudo pelo nosso bem e dos nossos bebezinhos!

Vitamina C: ela ajuda a aumentar as células de defesa do nosso corpo. Elas são verdadeiras heroínas contra vírus e infecções. Alguns alimentos com vitamina C são acerola, limão, laranja e kiwi.

Vegetais verde-escuros: até as mamães que não gostam de salada vão querer comer, já que eles fazem maravilhas por nós e pela pessoinha que carregamos por nove meses. Couve, espinafre e brócolis, por exemplo, são ricos em vitamina A, B6 e B12, importantíssimas para a imunidade!

Iogurte natural: nosso intestino tem algumas bacteriazinhas que nos ajudam a aproveitar melhor todos os nutrientes dos alimentos, e o iogurte ajuda na recomposição desses micro-organismos. Parece milagre, né?

Cebola: dessa vez ela não vai te fazer chorar, e sim ficar bem feliz por causa de uma substância chamada quercetina, que deixa a imunidade das grávidas lá no alto!

Gostou, mamãe? Pra tudo na vida, a alimentação é superimportante. Mas quando somos responsáveis por duas pessoas, não tem desculpa, né? O jeito é caprichar no cardápio!

Mas e as vacinas?

Você sabia que os nossos anticorpos passam para os bebês através da placenta? Lindo, né?! São eles que protegem os pequenininhos nos primeiros 6 meses de vida. É por esse motivo que algumas vacinas são importantes quando estamos grávidas, como a do tétano, hepatite B e influenza.

Mas ATENÇÃO: nem todas as vacinas são recomendadas. Podemos tomar aquelas que contêm compostos inativados, ou seja, com micro-organismos não vivos. Assim, o bebê não corre o risco de adquirir o vírus. A vacina contra a febre amarela, por exemplo, não deve ser tomada até os 6 meses do bebê.

Lembre-se de que, antes de tomar qualquer vacina, é fundamental conversar com o seu médico. Assim, você garante uma vida longa e feliz para você e seu bebezinho!

Gostou das dicas, mamãe? Espero ter ajudado. Aqui no Mundo Colibri, tem muitas matérias pra te ajudar aproveitar ao máximo esse momento maravilhoso. Boa leitura!

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Cuide do sono do bebê

Confira dicas preciosas para melhorar o sono do bebê, proporcionando descanso e um desenvolvimento saudável.

Ei, mamãe, se você tá aí de novo tentando fazer o baby dormir, então essa matéria super combina com você! Ou então se você, assim como eu, já passou por aquela experiência de achar que o pequeno já está no terceiro sono e, quando vai colocar ele no berço, pronto! Ele desperta e começa a chorar. Esse texto também cai como uma luva!

Aqui, você vai saber tudinho pra cuidar do sono do bebê (e do seu, consequentemente, né?

Por que o sono do bebê é tão importante?

Já ouviu falar que a gente aprende dormindo? Que coisa maluca, né?! Com os pimpolhinhos não é diferente. Quando eles dormem, sem perceber estão assimilando tudo o que aprenderam durante o dia. Inclusive algumas palavrinhas que a gente diz pra eles. Que amor, não é? Ou seja: sono = aprendizado + desenvolvimento saudável.

Ixi, acordou. E agora?

A gente balança, balança. Canta, faz de tudo pra eles dormirem. Aí, os coitadinhos acordam bem quando são colocados no berço. E começa tudo outra vez!

Já se perguntou por que isso acontece? Vou te explicar. Sabia que tem até nome? Chama Reflexo de Moro. Acontece quando o bebê sente que está perdendo a sustentação na cabeça ou no pescoço. Ou ainda quando ele tá se sentindo seguro e protegido, todo embrulhado no colo, e aí se assusta quando de repente está no espaço amplo do berço.

Pra evitar isso é muito simples, mamãe. É só segurar bem a cabecinha e o pescoço quando for colocar o príncipe ou princesa no berço. Você ainda pode envolver ele em um “ninho” de cobertores ou toalhas. Assim, ele continua se sentindo seguro e protegido.

Também é muito comum a gente colocar os piticos pra dormir e ele acordar com alguém falando alto, uma porta batendo ou algum outro tipo de barulho. Por isso, é importante deixar todos avisados em casa: a hora do bebê dormir é sagrada. Peça para fazerem silêncio, todo mundo vai entender.

Dicas para o soninho gostoso

Se o seu bebezinho está com dificuldades pra dormir, não se preocupe. Também já sofri com isso e superei com algumas dicas que vou deixar aqui embaixo pra você, tá?

Rotina certinha

Coloque o pitico pra dormir sempre no mesmo horário. Assim, ele vai se acostumar logo logo. Se ele já for maiorzinho, faça com ele sempre as mesmas coisas antes de dormir, como escovar os dentes, contar como foi o dia, ler uma história juntos e enfim nanar.

Evite aparelhos eletrônicos

Perto da hora de dormir, melhor não deixar o amorzinho em frente à TV, tablet, celular etc. É que a luz desses aparelhos não deixa a melatonina – hormônio responsável pelo sono – fazer o trabalho dela direito.

Balance o baby até pegar no sono

Seja no colo ou no carrinho, antes que você perceba, ele já vai estar fechando os olhinhos.

Você vai ver que, com essas dicas, não vai ter pra ninguém. O seu bebezinho vai dormir como uma pedra e você também!

Bons sonhos, mamãe! Até a próxima.

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Você e seu bebê

Picadas de mosquito em bebê

Como prevenir e aliviar

Aquela perturbação constante. Aquele zum zum zum chato. A coceira irritante e terrível. Você já sabe do que eu to falando, né, mamãe? Sim, são os insetos, que aqui no Brasil insistem em dividir o mesmo ambiente que a gente o ano todo! E pior: nem os nossos babys estão livres das picadas. E picada de mosquito em bebê devia ser crime, não acha? Alguém avisa esses insetos!

Hoje, vim bater um papo com você sobre esse assunto, e você nem pode imaginar o quanto ele é abrangente, mamis. Quando se fala em picada, o resultado pode ser uma coceirinha, uma bolha, uma reação alérgica, doenças graves como dengue e febre amarela…Deus que nos livre!

Antes de correr pro pronto-socorro por causa de uma mordida de um pernilongo atrevido, vem comigo pra gente entender direitinho o que cada picada, reação, sintoma e dor significa. Bora lá?

Como prevenir as picadas?

O melhor remédio, pra nós e pros nossos anjinhos, é sempre a prevenção, certo? Daí, tem uma listinha de coisas que a gente tem que fazer. Tá bem aqui embaixo:

Repelente

Essa é uma arma poderosa contra os mosquitos. Se o pititico já tiver idade, passe todo dia por cima do protetor. Deixe sempre na bolsa do bebê quando sair, pra retocar periodicamente. Mas se o pequeno ainda tiver menos de seis meses, aí a gente precisa partir pra outras medidas.

Telas mosquiteiras

Tá aí um item que não pode faltar no nosso enxoval. Pode colocar no berço, nas portas e janelas. Ah, e lembrando que os furinhos das telas não podem ter mais que um 1,5 mm. Porque se não, o mosquito dá um jeito de passar!

Repelente de tomada

A gente põe um desses no quarto, e o baby dorme tranquilo, livre de picadas. Mas antes, é sempre bom dar uma passadinha no pediatra, porque esses produtos podem causar alergias respiratórias. Pena que nem tudo são flores, né?

Roupinhas adequadas

Se o bebezinho estiver com calça e manga comprida, a chance de ele ser picado diminui bastante. Mas cuidado no calor, porque o excesso de roupa também pode ser prejudicial.

 

O que fazer depois de uma picada?

Não adianta! Por mais que a gente faça por onde, uma hora ou outra o pequeno vai ser picado. É que nem ralar o joelho, nem uma criança está imune. E essa picadinha pode não ser nada demais, pode ser que em alguns dias o baby até se esqueça dela.

Mas se a pele ficar mais irritadinha e até com bolhas, a gente pode:

  • Fazer uma compressa fria, com água ou gelo
  • Dar um analgésico, como paracetamol, na dose indicada pelo pediatra
  • Passar uma pomadinha antialérgica (com recomendação médica, lóóóógico!)

Uma dica preciosa é cortar as unhas do bebê curtinhas. Porque aí ele não fica se coçando e correndo o risco de irritar mais a pele.

E se o baby tem alergia?

Existem alguns sinais clássicos que respondem essa pergunta pra gente. Por exemplo, de vez em quando você repara que seu anjinho tá cheio de picadas iguais? Tadinho! Mas vou te contar uma coisa que descobri: é quase certo que o inseto picou ele apenas uma vez!

É que, como o seu baby provavelmente tem alergia, foram nascendo outras feridinhas iguais, que se chamam estrófulos. Se estiver incomodando muito, você pode dar um anti-histamínico que o bebê já esteja acostumado. Mas dá aquela ligadinha pro pediatra primeiro, combinado?

Agora, quando se trata de alergia mais séria, a gente precisa tá sempre preparada. As reações alérgicas, chamadas também de anafiláticas, podem até ser fatais. Nem brinca com isso!

Mas é só ficar de olho nesses sintomas, que vai dar tudo certo:

  • Náuseas
  • Vômitos
  • Inchaços nos lábios e garganta (o que pode dificultar a respiração)
  • Coração acelerado
  • Até desmaio em alguns casos

Qualquer uma dessas coisas é motivo pra você ir rapidinho pro médico, mamãe! Corre messssmo, viu?

Mas, hoje em dia, sabia que existem aplicadores de adrenalina práticos que cortam essas reações? Verdade! Eles parecem canetas. Se você já sabe que seu lindinho é alérgico, veja com o médico se é uma boa ter um em casa.

Em uma situação de emergência, você também pode deixar o pequeno deitado, enrolado em um cobertor e com o pescoço esticado, pra facilitar a respiração até o socorro chegar. E nada de desespero, em! Nessas situações, é preciso agir, mas com calma. Porque só assim a gente consegue pensar direito.

 

Marimbondos, vespas e abelhas

Quando a picada é desse tipo de inseto, a dor é maior – e a nossa dózinha também, né? O primeiro passo, é você tentar encontrar o ferrão. Não aperte ele, pra não entrar mais veneno no organismo do bebê. Tire delicadamente com uma pinça.

Depois, dê uma boa lavada na picada, com água e sabão. Sei que o pequenininho vai estar chorando, mas se segura pra não entrar em prantos também, tá bom? Nesses momentos, a gente precisa passar pra eles a confiança de que tudo vai ficar bem.

Pode também dar um remedinho pra aliviar a dor. Aquele paracetamol que eu comentei lá em cima, sabe? Você vai ver que logo vai passar e o pequeno vai estar brincando e rindo de novo.

E aí, mamãe? Consegui te ajudar um pouquinho? Se sim, compartilha esse texto com outras mamães que precisam de ajuda também!

Até a próxima!