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Coto Umbilical do Bebe

Aprenda os cuidados que devem ser tomados para cuidar do coto umbilical do seu baby, sem medo e da forma correta. É o fim das suas dúvidas!

 

Saiba como cuidar do coto umbilical do seu bebê

Na hora de trocar a fralda ou dar banho no bebezinho que acabou de nascer, muitas mamães ainda têm medo de lidar com o cordão umbilical. Confira os cuidados e tire as suas dúvidas!

Moeda, pó de café, óleo de rícino e até teia de aranha são algumas das crendices populares sobre o coto umbilical. Sem falar na faixinha, que as vovós recomendavam para evitar que o umbiguinho ficasse saltado.

Por isso, um dos assuntos que mais deixam as mamis de recém-nascidos apreensivas — principalmente as de primeira viagem — é o cordão umbilical. Além das preocupações normais de se ter um bebezinho em casa, o tema ainda gera dúvidas sobre o que fazer.

Confira esse artigo e saiba o que realmente deve ser feito para garantir a saúde do seu baby, sem superstições e com muito amor!

 

O que é o coto umbilical

Quando o bebê está no ventre da mamãe, é pelo cordão umbilical que ele recebe todo o alimento e também respira. Sua função é fazer com que o sangue do bebê passe pela placenta, onde é oxigenado e recebe nutrientes, retornando, em seguida, para o bebê. Sem falar que ele é ligação entre mãe e filho, representando todo o afeto dessa relação.

Alguns minutos após o nascimento, o cordão umbilical é cortado pelo médico obstetra, a mais ou menos dois centímetros da barriguinha. E esse pequeno pedaço excedente recebe o nome de coto umbilical.

Sendo assim, o nosso umbigo é resultado da cicatrização causada pela queda natural do cordão. É um processo que acaba deixando uma pequena depressão na nossa pele.

Mas enquanto o coto não cai, é preciso cuidar muito bem da área, com a higiene correta e, acima de tudo, fugindo de alguns conselhos que podem prejudicar o processo de secagem.

 

Como cuidar para evitar inflamação

Em primeiro lugar, fique tranquila, mamãe! Não precisa ter receio na hora de mexer no coto umbilical. Apesar de parecer frágil, ele não tem terminações nervosas e, por isso, o bebê não sente nenhuma dor. O que também não quer dizer que podemos lidar com o coto de qualquer maneira. É preciso ter os cuidados certos.

Enquanto o cordão ainda não cai, evite mergulhar o corpo do bebê na água, ou dar banhos demorados, em banheiras grandes. O local precisa estar bem seco e o ideal é lavar o bebê com paninhos molhados ou esponja macia nesse período. Já que não tem como evitar que ele molhe a região do umbigo durante o banho, seque bem o local depois.

E para que o coto fique bem arejado, sem umidade ou sujeira, não coloque nenhum objeto estranho sobre ele. Isso vale para aquelas superstições em torno do uso de moedas, pó de café, diferentes tipos de óleos, ou até mesmo teia de aranha. Cuidar do coto é sinônimo de higiene e não de sujeira.

As famosas faixinhas de umbigo, que muitas lojas ainda insistem em vender, também são contraindicadas. Sua avó, provavelmente, deve ter usado na sua mãe, seguindo o costume herdado dos mais antigos. A crença era de que o pedaço de pano amarrado na circunferência do umbigo o deixaria mais “bonito”, sem que ele ficasse saltado.

Porém, não há nada científico comprovando essa teoria. Sem falar que as faixinhas podem atrapalhar a secagem natural do coto. Inclusive, essas são as orientações do Ministério da Saúde, contidas na Caderneta de Saúde da Criança, aquela entregue para anotar diversos dados do seu filho ou filha ao longo do crescimento, como peso, altura e vacinas.

O material também recomenda que a região seja limpa com álcool 70%, para evitar a proliferação de bactérias causadoras de infecção no local. Pegue uma haste ou chumacinho de algodão, levante o coto e limpe as secreções e a região em volta do umbigo. Não esqueça de lavar bem as mãos antes de fazer isso, certo?

Aproveite a troca de fraldas e o momento pós-banho para seguir esse ritual. Repetir o processo várias vezes ao dia garante uma cicatrização rápida e tranquila, livre de infecções.

 

Quanto tempo leva para o coito cair

Geralmente, o coto costuma levar de sete a 15 dias para soltar da barriga do bebê. Mas não se assuste se isso demorar um pouco mais, mamis. Cada pequeno é um serzinho único e esse tempo pode variar. Alguns recém-nascidos apresentam um umbigo um pouquinho mais “grosso” e a queda pode demorar até 25 dias. Agora, muito mais tempo pode significar que algo está errado. Nesse caso, você deve falar com o pediatra.

No mais, vale a pena estar ligada nessas dicas valiosas:

  • Logo após a queda do coto, pode aparecer um pouquinho de sangue na fralda. Isso é normal, uma vez que os vasos sanguíneos se separam. Siga a limpeza com álcool 70% várias vezes ao dia. Se houver maiores quantidades de sangue saindo do umbigo, tente fazer pressão no local. Caso continue, também é indicado procurar o médico.
  • Você também pode perceber um caroço ou nódulo úmido e avermelhado próximo ao local de onde o cordão caiu. Ele pode aumentar ligeiramente e continuar a gotejar um pouco. O nome que se dá a isso é granuloma umbilical. Nesse caso, é importante contar ao médico o que está acontecendo, para ele identificar o problema e definir o melhor tratamento.
  • Outra situação em que é necessário buscar ajuda de especialistas é quando o umbigo ainda fica alto, mesmo depois da queda do coto. Pode se tratar de uma hérnia umbilical, que surge em um a cada cinco bebês e, na grande maioria das vezes, some naturalmente. Se esse for o caso do seu pequeno, não tente empurrar o umbigo para dentro, na tentativa de arrumar. Você pode machucar o bebê e é perigoso.
  • Caso tenha alguma secreção de cor amarela no umbigo, ele também precisa ser avaliado por um médico.

Então, mamãe, deu para perceber que o coto umbilical merece que você esteja de olho, mas sem desespero, não é mesmo? Siga as dicas e, percebendo algo errado, converse com o médico que atende o seu baby. E também continue acompanhando as novidades do nosso blog, que tem muitos conteúdos para ajudá-la na doce missão de ser mãe.

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Bebe Nao Quer Mama

Amamentar é o desejo de muitas mamães. Mas a falta de informação e a insegurança podem transformar esse sonho em pesadelo quando o bebê se recusa a mamar.

Meu bebê não quer mamar! O que eu faço?

A rejeição do bebê ao peito materno pode ter diversas causas, desde as mais simples até as que necessitam de ajuda profissional. Por isso, vou ajudá-la a entender o problema e mostrar que ele tem solução, mamis.

Amamentar é um ato de amor. Com ele, desenvolvemos paciência e resiliência, como parte do looping de emoções que acompanham as mulheres desde o início da gestação. Mas o que para muitas mamães parece fácil, para outras é um verdadeiro desafio, nos casos em que o bebê não quer mamar.

Além das fissuras nas mamas, inchaço, dores, ingurgitamento e mastite, a recusa do peito pode ser mais um obstáculo na jornada da amamentação, principalmente para as mamães de primeira viagem. Um problema que, muitas vezes, gera insegurança e frustração.

Neste artigo, vou mostrar que são várias as causas para o baby não querer mamar no peito. Também são diversas as alternativas para reverter esse quadro. Pois informação é tudo, não é mesmo?

Se você está passando por isso, fique tranquila. Vou ajudá-la a enfrentar a situação!

 

Por que devo amamentar?

Se você está com um baby na barriga ou planeja ser mãe, já deve saber que o leite materno é o melhor alimento para os recém-nascidos e crianças com até os dois anos de idade. Por ser completo, dispensa o consumo de água, sucos ou chás até os seis meses.

Segundo a Unicef, amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir a mortalidade neonatal, aquela que acontece até o 28º dia de vida. E não são só os bebês que saem ganhando. O aleitamento materno, na primeira hora de vida, auxilia nas contrações uterinas, diminuindo o risco de hemorragia.

São tantos os benefícios em amamentar que o ato já faz parte dos planos das gestantes. Elas preferem nem imaginar que o bebê possa recusar o peito. É por isso que tudo pode ficar bem difícil, quando a criança não quer mamar.

Se você passa por esse processo, aí na sua casa, saiba que, antes de mais nada, é preciso investigar a causa. São vários os motivos que levam à rejeição do peito pelo pequeno. Pode ser, por exemplo, um simples resfriado, ou a pega incorreta do seio.

Vamos descobrir juntas o que pode estar acontecendo?

 

O que leva o bebê a não querer mamar?

Vale salientar que a recusa não significa, necessariamente, algum problema sério. Muitas vezes, o bebê apenas não está com fome no momento, ou já mamou o suficiente. A cada mamada, ele vai se tornando expert e consegue se saciar rapidinho.

No entanto, se for uma situação persistente, a dica é manter a calma, para ajudar o seu filho. Observe todo o contexto das situações em que o bebê se recusa a mamar. Pergunte-se sobre como está o ambiente e avalie se você está relaxada para o momento. Os pequerruchos sentem nosso estresse. Então, fuja das tensões!

Além disso, eles também percebem quando acontece uma mudança na rotina, como o afastamento devido a uma viagem ou a volta da mamãe ao trabalho, por exemplo. Os pequenos radarzinhos captam tudo.

Além disso, é importante ficar de olho em outras possíveis causas.

  • Resfriados: o bloqueio do nariz e da boca dificulta a respiração e a sucção. Faça uma limpeza antes da mamada, que pode ser com um pano limpo macio ou lenço de papel em forma de canudo. Se o muco estiver seco, basta umedecer o paninho.
  • Desconforto: a recusa ao peito pode ser causada por alguma dor, como as terríveis cólicas, o nascimento dos dentinhos, uma infecção ou uma posição errada. Caso o problema for o famoso sapinho (cândida), ou estomatite, as feridinhas na boca não vão deixá-lo mamar. Há ainda o refluxo, que faz o leite retornar trazendo o ácido estomacal. Observe bem e fale com o pediatra!
  • Pega incorreta: Esse é um dos problemas mais comuns entre os recém-nascidos. Acontece quando não é possível abocanhar uma boa parte do seio para garantir uma mamada de sucesso, sem falar que pode machucar o bico. Converse com quem já tem experiência, ou procure ajuda especializada, pois existem consultoras que auxiliam na melhor posição para a mamada. Outra opção é entrar em contato com o banco de leite do hospital onde ocorreu o seu parto. Lá, também existem pessoas que vão mostrar como é a pegada correta.
  • Mamadeira e bico: o uso da mamadeira e do bico confundem o bebê, no que se refere à sucção. No caso da mamadeira, não é necessária muita força para mamar e o leite desce mais rápido. Caso ele esteja com algum problema em sugar o peito, vai preferir a mamadeira, que é mais fácil.
  • Hiperlactação: o excesso de leite materno também pode tornar o momento desagradável, devido à força do fluxo de leite. Uma alternativa é retirar o leite antes de cada mamada, para esvaziar um pouco as mamas.
  • Distrações: quando o bebê começa a ficar mais curioso, barulhos e movimentos fazem ele perder a concentração e interromper a mamada. Procure fazer com que o momento seja o mais sossegado possível.

Mas atenção! Caso a criança também apresente sintomas como vômitos, diarreia e sonolência, procure o médico.

 

Não desista. Vai dar tudo certo!

Quando o bebê não quiser mamar, não force. Abrir a boquinha ou empurrar ele contra o peito não vai ajudar em nada e só piora a situação, causando ainda mais frustração. E você sabia que algumas crianças sugam melhor quando estão com sono? Pois, é. Não custa tentar.

Amamente quando ele estiver com fome, em livre demanda, sem a imposição de horários rígidos. Tente, também, espremer um pouco de leite na boca dele, no início da mamada, para despertar o interesse e avisar da refeição.

Outra coisa que muitas mamães não sabem é que, se o bebê estiver com muita fome e ficar furioso, também pode recusar o peito. Nesses casos, espere ele se acalmar e tente novamente.

Aliás, persistência é o recado mais importante. Não desista! Embora seja uma situação nada agradável, essa recusa ao aleitamento materno tem a duração de apenas alguns dias. Segundo especialistas, dificilmente isso passa de uma semana. O que reforça a necessidade de ter muita paciência, informação e uma rede de apoio que não deixe mamãe e bebês desamparados.

Enquanto enfrenta o desafio do bebê que se recusa a mamar, procure tirar o leite manualmente, ou com a ajuda de uma bombinha, sempre em intervalos regulares e seguindo a rotina de amamentação. Isso vai manter a produção de leite e prevenir o ingurgitamento dos seios, bem como evitar a mastite.

Você também pode oferecer esse mesmo leite ao baby. Mas evite a mamadeira e use um copo ou colher para que ele continue a se beneficiar das maravilhas que o leite materno proporciona.

E lembre-se: o leite materno é mais do que uma boa nutrição para os nossos filhos. Ele é afeto, vínculo, contribui na proteção de muitas doenças, diminui as chances de asma e alergias.

Gostou do artigo? Acesse o nosso site e confira mais conteúdos como esse que ajudam a vencer os desafios da maternidade!

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Transição do berço para a caminha

Você quer fazer a transição do bebê do berço para a cama e não sabe se é a hora certa? Confira as nossas dicas para realizar essa etapa com carinho e respeito!

Saiba como fazer a transição do berço para a cama, sem traumas!

O momento de o bebê passar do berço para a caminha é desafiador. Mas essa transição pode ser benéfica para os papais e as mamães, além de ser mais uma conquista para os pequenos.

A transição do bebê do berço para a caminha pode parecer um bicho de sete cabeças. Mas existem diversas formas de cumprir essa etapa, sem que a troca resulte em traumas e prejudique o desenvolvimento do seu baby.

Nesse artigo, vou falar sobre como esse é um processo natural. Aos poucos, o pequeno vai crescendo e precisa dessa independência. E não existe idade certa para começar essa transição. Por isso, é importante ficar de olho nos sinais e conhecer seu filho ou sua filha.

Confira algumas dicas de como fazer isso e incentivar o bebê a cumprir uma nova etapa. Assim, ele vai se sentir seguro e viver essa experiência da melhor forma possível. E você também terá mais tranquilidade e autoconfiança para enfrentar o desafio.

Está na hora de o bebê ir para a caminha?

É preciso ressaltar que não existe um tempo certo ou a idade ideal para realizar esse processo. Alguns especialistas sugerem lá pelos dois anos, quando os bebês começam a ter mais autonomia. Outros já não aconselham a troca do berço para a caminha antes dos três anos, porque eles podem ainda não estar prontos.

Uma boa dica é usar como parâmetro a questão do espaço, quando o baby não cabe mais no berço. Ou a segurança, ao observar que a linha dos mamilos está acima da grade e, portanto, é necessária a troca para evitar quedas. Outro indicativo é quando se percebe que o espírito de aventura tomou conta do seu pequeno e ele passa a escalar o gradil para fugir. Fique de olho!

Entretanto, respeitar o tempo de cada criança é fundamental. É muito comum os pais se anteciparem e o bebê não aceitar essa mudança. Daí não há escapatória. Vai ter muito choro e saídas da caminha para o quarto da mamãe, na tentativa de voltar ao que era antes…

E que tal começar a transição baixando a grade do berço? Existem kits que podem ser usados para garantir proteção e conforto nessa primeira etapa.

Invista em preparar seu bebê

Dito isso, se você tem certeza de que é a hora de o bebê deixar o berço, antes de mais nada, tenha uma boa conversa. Explique com carinho que isso vai acontecer e será uma coisa bem legal.

Faça o pequeno dar “tchau” para o antigo local do soninho e apresente o desafio como algo divertido, gostoso. Assim, ele se sentirá seguro e sem medo, porque vai mudar, mas para melhor!

Todo esse diálogo ajuda na elaboração do deixar algo para trás. Especialistas afirmam que é um aprendizado para toda a vida, na hora de enfrentar outros momentos de perda.

Também diga à criança que ela já não é mais um bebê. Valorize o seu crescimento e incentive esse desenvolvimento. E lembre-se: filhos têm anteninhas que captam tudo. Se você tem dificuldade em aceitar que já não tem mais um bebê, ele vai perceber e terá dificuldade em lidar com isso. Trabalhe seu coraçãozinho, hein?!

Dicas para um processo sem traumas

Existem diversas formas de fazer a transição do berço para a caminha de forma segura e até mesmo divertida. Vamos a elas!

 

Seu bebê pode participar!

Faça seu pequeno participar desse processo. Combine quando isso vai ocorrer, deixe ele escolher o modelinho da cama, dos lençóis, da colcha e das luminárias. Ele vai se sentir parte da mudança. Outra boa dica é ajudá-lo a escolher o brinquedinho que vai para a cama com ele, como um parceiro nessa nova aventura.

 

Uma verdadeira festa!

Coloque balões no quarto, faça um bolinho para toda a família, separe um pijama novo. Esse deve ser um momento de muita alegria e felicidade!

 

Persistência

É muito importante colocar a criança para dormir somente quando ela estiver com sono. Caso não seja a hora de fazer a “naninha”, vai ser mais fácil dar aquela escapada. Até meia hora mais tarde pode fazer diferença, sabia?

E não esqueça de criar uma rotina. Um banho seguido de uma historinha pode ser uma boa opção. Daí, é só dar o beijinho de boa noite, desligar ou suavizar a luz e sair.

Mas esteja preparada para repetir isso mil vezes, porque seu filho vai levantar e procurar você. Pegue no colo ou pela mãozinha e coloque de volta na cama. Nessa hora, também é comum a criança querer brincar, tomar água. Tudo para atrasar o sono. Sente-se ao lado do pequeno e espere ele dormir. Tenha muita paciência, transmita amor e carinho.

 

Segurança

Faça com que o quarto do baby seja um local seguro, bem como evite que ele tenha acesso a objetos perigosos ou que possam causar acidentes. Proteja as janelas e tomadas, tranque gavetas onde possam estar facas e remédios. Sem falar que há chances de ele utilizar prateleiras de móveis como escada.

 

O que não fazer na transição do berço para a caminha
Agora é hora de falarmos sobre o que não fazer na hora da transição do berço para a caminha. Antes de mais nada, evite perder a cabeça, gritar ou xingar. Se for preciso ser firme, faça isso de maneira gentil.

  • Nada de abandonar o pequeno: Não esqueça que esse momento é delicado e seu bebê pode se sentir inseguro. Fique por perto e o deixe perceber isso. Você pode querer aproveitar para arrumar a casa, colocar algo em dia, ou mesmo descansar, mas é preciso ter paciência.
  • Trancar a criança? De jeito nenhum: O pequeno pode ficar assustado e todo o esforço feito até esse momento vai por água abaixo.
  • Não desista: Já falamos em paciência? Pois é. Você vai cansar, ficar com sono e irritada. Apesar das dificuldades, não desista. Como tudo na vida, isso passa. Voltar atrás pode representar dificuldades para as crianças em enfrentar mudanças no futuro.

Espero que após a leitura do artigo você, mamãe, esteja encorajada para encarar a transição do berço para a cama, de forma tranquila e positiva.

Além disso, você ainda pode contar com os Kits Berço da Colibri, que foram desenvolvidos para acompanhar o crescimento da criança – já que seus itens podem virar delicados objetos de decoração em caminhas.

Confira mais dicas legais como essas no nosso blog! Até mais!

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Série Mamães que amam Você e seu bebê

Fim de Ano com Bebê

Logo, o Natal e Ano-Novo estarão aí. Você quer saber como estar tranquila no fim de ano com seu bebê? Confira as dicas e aproveite esses momentos!

Quer estar preparada para as festas de fim de ano com o bebê?
O fim de ano é um tempo de alegria em família. Mas muitas mamães também ficam inseguras sobre como lidar com os bebês, nessa época de festas. Tudo pode, sim, ser tranquilo. Separei conselhos fundamentais para você estar preparada.
O Natal e o Réveillon estão chegando. É um tempo alegre e que as famílias gostam de curtir juntas. Nesse ano, teremos ainda mais motivos para estar bem próximos das pessoas que amamos. Com a pandemia, que nos pede cuidados especiais com a saúde de todos, o convite é para as reuniões mais íntimas. E, aí, você, mamãe, pode estar se perguntando: dá para aproveitar tranquilamente as festas de fim de ano com o bebê?
De mãe para mãe, é normal que você se sinta um pouco angustiada. Ainda mais se esse for o primeiro fim de ano do seu pequerrucho. Bate aquela dúvida sobre como o baby vai reagir aos ambientes mais barulhentos, com mais gente. Além disso, muitas de nós ainda precisam programar a viagem para encontrar a família e só desejamos que o bebê esteja bem e a gente possa descansar um pouco. Afinal, só nós sabemos quanto jogo de cintura precisa ter uma mãe de bebê.
Confira as dicas que separei e confie: vai dar tudo certo!

Antes de mais nada, mantenha a calma e seja paciente!
Lá vai um primeiro conselho de ouro, mamães. Evitem exagerar na preocupação. Às vezes, ficamos nervosas em sair da rotina e acabamos até desgastando o pequenino. Pense que vale a pena um momento para descontrair e aproveitar. Com organização e tranquilidade, as coisas se ajeitam e você vai se divertir.
Leve em consideração que o Natal, principalmente, fica muito mais animado com as crianças. Por isso, os avós, tios e primos vão gostar de ter vocês por perto e merecem curtir o seu baby. É verdade que também será preciso ter paciência. Todos vão querer pegar seu filho no colo e também surgirão aqueles palpites e críticas que podem ser incômodos. Procure não dar importância ao que não acrescenta e entenda o carinho das pessoas com seu pequeno. Tenha a segurança de saber que você o conhece melhor que ninguém e sabe do que ele precisa.
E por falar em paciência, ela também será fundamental quando o bebê ficar irritado ou incomodado. Isso é normal diante de fisionomias não familiares e da agitação do ambiente de festa. Os barulhos de fogos também serão estranhos para ele. Se houver reclamação, ou até mesmo aquele famoso berreiro, abrigue seu filho. O colo, o carinho e seu jeitinho único de lidar com ele são a melhor forma de contornar a situação.
Outro ponto de atenção são as árvores de Natal e outros itens decorativos. Eles podem ser perigosos para os babies que engatinham ou estão começando a andar. Isso sem contar a fase em que tudo que eles enxergam e pegam é levado à boca. Evite o que pode causar acidentes. E o mesmo vale para os presentes. Você, seus familiares e amigos devem estar atentos ao que é adequado para a idade do seu filho.

Esteja preparada para as festas de fim de ano com o bebê
No caso dos bebês muito pequenos, não se pode perder de vista que a mudança de rotina é desgastante. Mas alguns cuidados vão tornar tudo bem mais confortável e fazer do fim de ano um momento agradável.

Procure preservar os hábitos
Um dos grandes “poréns” desse período de festas, para os bebês, é a mudança brusca de horários e hábitos. Sempre que possível, preserve a rotina de alimentação e sono mantida com o pequeno. Por sinal, se durante a festa ele começar a esfregar os olhinhos, ou der sinais de cansaço, não hesite em colocá-lo para descansar. Também vale a pena planejar um soninho antes de os convidados chegarem, para que ele esteja mais animado.

E falando em comida
Quando seu filho já se alimenta, mas ainda não come de tudo, é preciso ser prevenida. Leve os alimentos que ele está acostumado a ingerir e também os acessórios, como prato, colher e garfo, com os quais ele é habituado. Ele e você vão estar mais seguros, longe de qualquer pequeno acidente ou fator surpresa. Se o bebê tiver restrições alimentares, informe a quem estiver participando das comemorações. As pessoas precisam saber que não devem oferecer as comidas que vão fazer mal.

Roupas e brinquedos
Levar os brinquedos que a criança está habituada a usar também vai deixá-la mais tranquila. E ainda será uma forma de mantê-la distraída, enquanto os adultos aproveitam a festa. Mesmo quando comemorar Natal e Ano-Novo na cidade em que mora, separe roupas extras, para o caso de o baby se sujar.

Em caso de viagem
Se for o caso de viajar no fim de ano com o bebê, alguns cuidados são fundamentais, para encarar melhor o estranhamento das horas de estrada e da mudança de ambiente. Esteja preparado para distraí-lo, com brinquedos e livros, enquanto ele estiver acordado. Prepare-se também com mais roupas e fraldas, para os possíveis congestionamentos e atrasos. Nas viagens de carro, tenha em mente que podem ser necessárias mais paradas que o usual.

Quer preparar o kit ideal?
Parece muita coisa? Calma. O foco aqui é ajudar. E tudo vai ficar ainda mais fácil com o checklist que montamos, trazendo todos os itens dos quais você vai precisar. Guie-se por ele e garanta um fim de ano tranquilo com seu bebê.
• Tudo começa pela escolha de uma boa bolsa. São muitos os modelos que vão combinar com seu estilo e facilitar o cuidado do pequeno;
• Um trocador portátil também vai ser indispensável, para uma rotina mais funcional;
• O ninho redutor é outro item que vale a pena. Fica bem mais fácil um soninho fora de hora, ou até mesmo aquele descanso durante a comemoração, sem tirar o olho do seu filho;
• Fraldas descartáveis, lenços umedecidos e pomadas para assaduras não podem faltar. Assim, as trocas estão garantidas sem correria ao mercado ou à farmácia;
• É indicado ter, na bolsa do bebê, peças de roupa adequadas ao frio e ao calor. Separe, ao menos, dois itens de cada. O pequeno pode se sujar durante as festas;
• Um kit fralda vai ser super útil para manter as mãozinhas e a boquinha do bebê sempre limpas;
• Boas opções de brinquedinhos vão ajudar muito a manter o pequerrucho calmo e você mais tranquila para celebrar.

Então, mamãe, mais preparada para o fim de ano com o bebê? Nós temos certeza que sim. Seguindo essas dicas, é só aproveitar a magia das luzes de Natal com o pequeno e pedir muita felicidade para você e ele no ano que começa. Aproveite esse tempo especial!

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Que tal saber tudo sobre o banho do bebê?

O bebê tomando banho com segurança e tranquilidade é tudo que nós, mamães, queremos, não é mesmo? Siga as dicas que separamos e faça desse um momento de curtição diária com seu pequeno.

O Blog da Mamãe é um espaço pensado para ajudar você nos desafios desse momento incrível que é a maternidade. Por isso, a gente gosta de trazer, por aqui, as melhores dicas para encarar as situações desafiadoras – especialmente no caso de mães de primeira viagem.

Nossos pequenos bebezinhos parecem tão frágeis, não é mesmo? Em primeiro lugar, saiba que essa não é uma insegurança apenas sua, mas compartilhada com muitas outras mamães. No mais, siga com a gente nessa matéria. Você vai entender exatamente como agir. Vamos lhe mostrar, também, produtos que ajudam a fazer desse momento do banho uma grande alegria.

 

O banho do bebê, no passo a passo

E se a ideia é você ficar sossegada e o seu filho feliz e relaxado com o banho, nada melhor do que a nossa conversa começar com dicas sobre cada etapa. Veja como tudo pode ser simples e prático, passo a passo.

 

A preparação

Para tudo dar certo e ser tranquilo, é importante levar em consideração algumas dicas super legais antes do banho. Veja como preparar um banho relaxante para o baby e sem nervosismo para você.

  • Deixe as coisas que precisa usar separadinhas e preparadas. Toalhas, sabonete, xampu e fraldas devem estar ao alcance;
  • Além disso, a área de troca, onde ficará o bebê depois do banho, bem como as fraldas limpas, precisam estar bem higienizadas. Tenha esse cuidado para evitar contaminações;
  • Também é preciso preparar o ambiente. Feche portas e janelas e instale a banheira com espaço de circulação, para que possa se movimentar com tranquilidade. Outra dica importante: a banheira deve ficar numa altura confortável e segura para a mamãe;
  • A água deve estar na temperatura adequada, evitando o choro e desconforto do pequenino. A sugestão é manter uma temperatura próxima à do corpo, ou seja, por volta de 35 ou 36 °C. O tempo de banho recomendado por especialistas vai de 5 a 10 minutos.

 

E como eu devo dar o banho?

Para tudo dar certo e ser tranquilo, é importante levar em consideração algumas dicas super legais antes do banho. Veja como preparar um banho relaxante para o baby e sem nervosismo para você.

Feito o pré-banho, é a hora de o baby ficar limpinho e cheiroso. Siga as dicas para acertar em cheio.

  • Uma dúvida comum é sobre como segurar o pequerrucho. Os pediatras alertam que a criança deve estar confortável e segura, numa posição sem chance de escorregar. Para isso, a dica é passar o braço esquerdo pelas costas do bebê e prender a mão embaixo do seu bracinho esquerdo, apoiando a cabeça dele em seu antebraço;
  • O bumbum e as coxas do baby devem estar apoiados na sua mão (na que você sente mais firmeza);
  • Então, você já pode, calma e lentamente, colocar o bebê na banheira, soltando-o quando perceber que ele já está seguro;
  • Mantendo as costas do pequeno apoiadas em seu outro braço, use sua mão (a que você sente mais firmeza) para lavar e enxaguar o corpinho dele. Vale a pena começar pelo rosto, umedecendo a região com calma e várias vezes;
  • Depois, você lava e enxágua toda a parte da frente do corpinho do baby, com bastante paciência. Os cabelos podem ser a última etapa, já que precisam ser levemente esfregados. Isso fica mais fácil com o bebê relaxado e tranquilo, ao final do banho;
  • Para lavar as costas, gire o bebê, fazendo com que seu braço (o que você sente mais firmeza) passe a apoiar o peito e o rosto dele. Nessa posição, a mão esquerda vai ficar presa embaixo do bracinho direito dele e você lava, tranquilamente, toda a parte de trás do corpinho;
  • Uma recomendação muito importante, por parte dos médicos, é prestar atenção em todo o corpinho do pequeno e lavar cuidadosamente cada área – a fim de evitar contaminações e doenças.

 

O fechamento

Agora que o pequerrucho está limpinho, restam apenas alguns cuidados finais:

  • Com o corpinho do pequeno devidamente lavado e enxaguado, seque-o com carinho e calma. É preciso fazer isso bem direitinho, para evitar assaduras e irritações causadas pela pele úmida;
  • A troca de fraldas deve ser feita com o uso das pomadinhas e talcos apropriados. Os cremes hidratantes também são bastante indicados, na finalização do banho do bebê;
  • E que tal aproveitar para uma massagem relaxante nessa hora? Eles gostam muito.

 

Na dúvida sobre o kit banho necessário?

O enxoval de banho é outra dúvida para muitas mamães. A fim de ajudar nessa tarefa de montagem do kit banho para o seu bebê, preparamos uma lista. Clique na imagem abaixo e salve a sua. Nela estão todos os itens necessários, como vamos explicar agora.

 

Banheira específica

Pode ser tradicional ou balde, mas é indispensável. Banheiras que não sejam adequadas ao uso para o banho do bebê podem ser perigosas, pois são grandes e escorregadias. O chuveirinho também não é indicado. Fica difícil segurar o pequeno e manuseá-lo ao mesmo tempo. Além disso, seu baby não vai estar submerso e, portanto, mais exposto a friagens.

 

Toalhas com fralda e capuz

O uso de toalhas específicas também é super importante. Elas são produzidas em tecido mais macio, que não vai irritar a pele sensível do pequeno. Além disso, essas toalhas têm o tamanho adequado para secar o bebê sem incômodos.

 

Trocador

Outro item crucial, no pré e pós-banho do bebê. Ali, as fraldas e roupas limpas ficam num espaço separado e higienizado. E você terá um lugar tranquilo e adequado para finalizar o banho.

 

Os produtos indispensáveis

  • Soro fisiológico: auxilia a limpeza da área da fralda e do bumbum do bebê;
  • Pacotinhos e algodão em bolinha: também facilitam a limpeza, ajudando a higienizar as dobras dos pequerruchos;
  • Sabonete em barra ou líquido: sempre deve ser específico para bebês, garantindo que não cause irritações de pele;
  • Xampus e condicionadores: também devem ser sempre específicos;
  • Saboneteira com tampa: é necessária quando a opção é pelo uso de sabonetes infantis em barra. O item evita contaminação e ressecamento do sabonete;
  • Talco: é um produto que reduz a umidade e deve ser usado em áreas onde costuma surgir suor, como as dobrinhas no pescoço, pernas e bracinhos. Isso evita assaduras e irritações;
  • Pomadas para assaduras: são ótimas aliadas, também, na prevenção dos problemas das peles sensíveis do bebê, hidratando a pele;
  • Óleo de massagem: vale a pena para a prevenção de assaduras e fazer do banho um momento único de conexão entre você e seu bebê;
  • Kit escova e pentinho: para dar jeito nos cabelinhos rebeldes dos babies;
  • Colônia sem álcool: é a garantia daquele cheirinho de bebê que é tudo de bom. Mas lembre-se sempre que deve ser específica para os pequeninos. Produtos inadequados maltratam a pele deles, causando coceira, alergias, ou até machucados;
  • Cotonetes e fraldas: são indispensáveis para o fechamento do banho. Os cotonetes ajudam na limpeza dos cantinhos e dobrinhas. E as fraldas limpinhas vão trazer um bem-estar inigualável.

 

Seguindo esse roteiro, a gente tem certeza de que o banho do bebê vai ser tranquilo para o pequeno e a mamãe. Afinal, você merece que esse seja um momento de curtição diária com seu filho ou filha!

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Meu bebê ainda não anda! Isso é normal?

Engatinhar, falar e andar são momentos muito aguardados pelas famílias. Mas a demora para a criança em alcançar tais etapas também pode gerar muita ansiedade. Saiba como driblar isso!

O importante é entender e respeitar as particularidades de uma criança. Uma tarefa que pode não ser fácil. É comum as mamães compararem os seus pequenos com os filhos de pessoas mais próximas. E isso já gera um desconforto e uma pulguinha atrás da orelha, quando os pequenos demoram a caminhar.

Fique tranquila, mamis! Vamos lhe mostrar que cada um tem o seu próprio tempo e respeitar isso é fundamental para o seu baby e para você!

Quando o bebê começa a andar?
Em primeiro lugar, é preciso saber que não há uma idade certa para o bebê começar a caminhar. Segundo especialistas, isso pode acontecer entre dez e 18 meses. Ou seja, o que existe é um período em que a maioria das crianças inicia esse processo. Dessa forma, podemos dizer que não existe bebê apressadinho e nem bebê preguiçoso. Cada um deles tem o próprio tempo.

O mais importante é você transmitir segurança para o pequeno. Assim, ele vai se sentir motivado e, cada vez mais, se arriscará a dar mais e mais passinhos. Quer saber como você pode ajudar? Fique atenta às nossas dicas!

Meu bebê ainda não anda! Posso ajudar?
Preparamos algumas dicas para você estimular o bebê a andar, que vão desde deixar a casa segura até os sapatinhos mais adequados para essa fase. Tudo sempre supervisionado, ok? Vamos lá!

  • Ambiente seguro: Para seu filho se exercitar e treinar livremente, é muito importante criar um ambiente organizado e seguro. Deixe o local limpo, tire objetos do caminho – nada de coisas espalhadas pelo chão. Garanta uma movimentação o mais livre possível, sem toalhas para puxar, quina de móveis ou vasos para quebrar.
  • Deixe o bebê no chão: Depois de tirar os obstáculos do ambiente, permita o contato do bebê com o chão. Por mais gostoso que seja dar colinho para o seu pequeno, colocar ele no chão também ajuda a andar.
  • Mais autonomia: Cada vez que o seu bebê quer algo, você alcança para ele? Saiba que isso também pode atrapalhar o processo de andar. Permita que ele vá até o local onde está o objeto e tente pegar. Isso com segurança, é claro. Essa autonomia vai fazer com que ele se sinta mais animado para caminhar!
  • Calçados adequados: Aquela sandalinha cheia de laços ou o tênis moderninho podem ser inimigos na hora dos primeiros passos. Procure algo que não machuque o pezinho, ou que possa fazer o bebê escorregar. Alguns especialistas indicam calçados mais firmes, outros preferem os mais macios. Há, ainda, quem defenda os pés descalços. Portanto, vale observar o que funciona melhor e deixa o seu baby mais confiante.
  • De um para outro: Essa pode ser uma forma muito divertida para o bebê que está aprendendo a andar. Basta que ele fique entre duas pessoas que vão incentivar o seu deslocamento. Mostre um brinquedo, bata palminhas, convide ele de braços abertos. Depois, nada melhor do que uns beijinhos de recompensa pela aventura!
  • Diferentes texturas: Que tal colocar o bebê para experimentar o gramado? A superfície sem atrito também pode ser um convite para o baby com medo de andar sozinho.
  • Pequenas ajudinhas: Experimente enrolar uma toalha, ou algum tipo de tecido que possa ser apoiado no peito do bebê. Passe embaixo dos bracinhos e segure pelas costas, para que ele se sinta seguro. Ele também pode se apoiar em um banquinho que deslize ou até mesmo em um andador de empurrar. Trata-se de uma espécie de carrinho, no qual o bebê se apoia e consegue se deslocar sozinho, naquela fase em que ele já está dando os primeiros passinhos e precisa só de uma ajuda. De novo: sempre com o acompanhamento de um responsável!
  • Andar de mãos dadas:Pegue a mãozinha do seu filho e caminhe com ele. Além de ser um momento delicioso, ele pode se encorajar a dar umas passadinhas sozinho.

Depois, é só se controlar para não amassar de carinhos aquele serzinho andante!

 

O que você NÃO deve fazer!
Durante esse processo, vão ser muitas as vezes em que o bebê vai cair de bumbum. O importante é não rir, não gritar ou passar a ele a sua ansiedade. É nessa hora que ele pode ficar traumatizado ou frustrado.

E não fique brava se ele não conseguir. Ajude na hora de levantar, com aquele sorriso amoroso de motivação. Todo apoio é bem-vindo para que ele não desista.

Quando o tombo acontecer, não se desespere. Confira se o pequeno bateu a cabeça e fique atenta aos sinais de sonolência ou vômito. Caso o comportamento tenha se alterado, fale com seu médico.

Posso usar o andador para estimular meu bebê a andar?
Quando se fala em andadores, muita gente ainda tem dúvida se esse acessório pode ou não estimular o bebê a caminhar. Pois saiba que o seu uso não é recomendado pelos pediatras no mundo inteiro.

No Brasil, desde 2013 a Sociedade Brasileira de Pediatria desenvolve uma campanha contra o uso desses dispositivos, os quais considera perigosos e desnecessários. E são vários os motivos para isso. Segundo a entidade, os andadores podem fazer as crianças perderem o controle e o equilíbrio. As consequências seriam quedas de degraus e escadas, além de muitos tombos.

Para os pediatras, o acessório também acaba “ensinando” o bebê a andar na ponta do pé, o que não é a forma natural de caminhar e atrasa o processo. A criança pode levar mais tempo para ficar em pé sozinha.

E não é só isso. O baby aprende a correr de maneira errada, fora do tempo normal, e gasta menos energia. O andador facilita o acesso a locais perigosos, como o fogão.

Quando é hora de procurar o médico?
Vale a dica de confiar nos seus instintos. E, além disso, fique atenta a alguns sinais, mamãe:

  • Caso seu baby esteja com mais de 10 meses e não tenha começado a apresentar sinais de locomoção, como engatinhar, se arrastar sentado, rolar pelo chão ou fazer movimentos que lembram uma minhoca, converse com o seu pediatra para investigar a causa.
  • Se o pequeno não andar até os 18 meses (um ano e meio de idade), também é necessária a avaliação do pediatra.

Lembre-se que, nessas horas, colocar no Google “meu bebê ainda não anda” pode causar ainda mais ansiedade. O acompanhamento de um profissional especializado é imprescindível. Ele vai saber se algo precisa ser feito.

Esperamos que o texto tenha ajudado a tirar as suas dúvidas, mamãe. Para saber mais informações e deixar sugestões, escreva nos comentários. Vamos adorar ajudá-la nessa jornada que é a maternidade!

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Quem teve câncer de mama pode amamentar?

Quem teve câncer de mama pode amamentar? Muitas mamães que engravidaram após a luta contra a doença têm dúvidas sobre esse assunto. Tire suas dúvidas aqui!

Existem diferentes tratamentos para o câncer de mama e eles podem interferir no aleitamento. Entenda melhor sobre o assunto e saiba quando é possível amamentar.

O leite materno é o principal alimento do baby até os seis meses de idade. Além de importante para os pequenos, amamentar também pode ser o sonho de muitas mulheres. Mas quem teve câncer de mama pode amamentar? Sim. É possível. No entanto, cada caso deve ser levado em consideração, em se tratando do aleitamento.

Existem diferentes tratamentos contra a doença, como quimioterapia, radioterapia e até soluções mais agressivas, como a retirada da mama, chamada de mastectomia. No mês do Outubro Rosa, nós vamos ajudar a desvendar alguns mitos sobre esse tema, que ainda deixa muitas mulheres inseguras.

Câncer de mama x gestação e amamentação

Desde 1990, o movimento Outubro Rosa vem mobilizando a sociedade para compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama. A campanha é motivada pelo fato de a doença representar cerca de 25% dos casos de câncer entre as mulheres, segundo dados da International Agency for Research on Cancer (IARC).

Outro dado alarmante é o divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). A entidade estima que 66 mil casos novos de câncer de mama podem surgir apenas em 2020. Mas a informação e o diagnóstico precoce podem salvar vidas, garantindo que muitas mulheres não interrompam seus desejos e vontades, como ter filhos e amamentar.

E será que o câncer de mama pode impedir tudo isso? Vamos entender melhor!

Infelizmente, as pacientes que estão em tratamento contra a doença precisam adiar os planos de uma gestação. Os medicamentos e as radiações utilizadas para combater o câncer podem levar à malformação do feto.

Quanto ao aleitamento, também surgem alguns poréns. No tratamento radioterápico, por exemplo, o ato da sucção pode aumentar as toxinas da pele nas mamas tratadas. Além disso, muitos medicamentos de combate ao câncer podem interromper a produção de leite. Sem falar ainda dos efeitos sobre o bebê, que ainda são pouco estudados.

Estou amamentando e descobri o câncer. E agora?

Há mulheres que descobrem o câncer de mama durante o período de aleitamento. Ele pode demorar a ser detectado, pois a mama fica endurecida durante esse processo.

Existem casos até mesmo em que a mamãe acredita que as dores são consequências habituais da lactação, mas na verdade se trata de um nódulo que a obriga a interromper a amamentação.

De acordo com os especialistas, a mulher deve ficar atenta a alguns sintomas indicativos de câncer de mama, que podem surgir durante a amamentação. Os principais são a assimetria significativa das mamas, nódulo palpável e persistente após esvaziamento mamário, nódulo nas axilas, pele da mama vermelha, sinal de pele em casca de laranja, secreção com sangue pelo mamilo.

Ao perceber essas alterações durante o aleitamento do seu filho, procure um especialista!

Quem teve câncer de mama pode amamentar?

No caso de quem enfrentou a batalha contra a doença, essa é uma pergunta bastante comum. As chances das mamães amamentarem seus bebês depois do enfrentamento ao câncer de mama vão depender do tipo de tratamento a que foram submetidas. Portanto, não existe uma resposta definitiva.

Vamos explicar melhor! E lembrando que sempre deve haver o acompanhamento de um mastologista, certo, mamis?

Quando se fala em cirurgia parcial ou conservadora, amamentar vai depender de como o organismo reagiu ao tratamento. O método consiste em retirar o tumor com uma margem de segurança, preservando a maior parte possível da mama. A maioria dessas intervenções necessita de radioterapia e essa irradiação afeta a produção de leite.

Entretanto, o efeito do tratamento pode não ser muito agressivo e a mama ainda pode produzir leite, mesmo que com alguma limitação. Dessa forma, amamentar se torna possível.

No caso das mulheres nas quais a doença acometeu apenas um dos seios, a mama saudável não terá a produção de leite prejudicada. Ela não é afetada pelo tratamento e a lactação ocorre normalmente. E esse é o mais comum dos casos de câncer de mama.

E quando acontece a mastectomia? Em algumas situações, a retirada cirúrgica de toda a mama é necessária para tratar o câncer. Com a realização do procedimento, a amamentação não será possível, pois os ductos mamários que transportam o leite são retirados com a mama.

É importante salientar que, mesmo com a mama reconstituída, feita com prótese de silicone ou tecidos do próprio corpo, não haverá produção de leite. A reconstituição da mama vai restaurar a aparência, mas não a sua funcionalidade.

Amamentar diminui as chances do câncer de mama

Você sabia que uma das armas contra o câncer de mama é a amamentação? Pesquisas mostram que, a cada 12 meses de aleitamento materno, as chances de aparecimento de um tumor mamário caem 4,3%. Ou seja, quanto mais amamenta, mais protegida a mamis está.

Isso está relacionado ao fato de que, durante o aleitamento, ocorre a redução das taxas de certos hormônios que podem levar a esse tipo de câncer nas mulheres. Sem falar que o ato de amamentar promove a eliminação e renovação de células que poderiam ter lesões no material genético.

Outros grandes aliados contra o câncer de mama são a prevenção e o diagnóstico precoce. Quando o câncer de mama é detectado precocemente, as chances de cura chegam a quase 95%.

Por isso, a Sociedade Brasileira de Mastologia indica que, a partir dos 40 anos, as mulheres façam o exame clínico das mamas todos os anos. Quem tiver entre 50 e 69 anos, no caso de baixo risco, precisa fazer a mamografia, pelo menos, a cada dois anos.

E você, está com seus exames em dia, mamãe?

Nem todo nódulo é câncer de mama

Vale lembrar que nem todo nódulo significa câncer de mama. Oito entre dez mulheres que relatam sentir nódulo mamário não são diagnosticadas com câncer de mama. Durante o período menstrual, é comum os nódulos aparecerem e desaparecerem. Nesses casos, eles são classificados como cisto ou fibroadenoma.

A fase de amamentação também tem a ver com o surgimento de nódulo característico. É o famoso leite empedrado, quando não acontece o esvaziamento completo após a mamada. Ele vem acompanhado de dor, vermelhidão, aumento do calor na região e até febre. O tratamento normalmente é feito com antibióticos e, na maioria das vezes, não necessita de outro cuidado ou acompanhamento.

Por isso é fundamental conhecer o próprio corpo. Se você percebeu alguma alteração nos seus seios, procure um médico. Cuide da sua saúde, mamãe!

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Não sabe como lidar com os primeiros dentinhos do bebê? Aprenda com a gente!

O surgimento dos primeiros dentinhos do bebê é delicado para eles e as mamães. Aprenda dicas que vão ajudar muito nesse processo, garantindo uma risada gostosa.

O nascimento dos primeiros dentinhos do bebê é um momento desafiador para eles e as mamães. Dores, irritação e até um pouco de febre podem surgir. Mas algumas medidas simples ajudam muito a enfrentar esse processo natural. Veja o que fazer e em que momento se preocupar.

Ter filhos pequenos é viver, em curtos espaços de tempo, muitas fases e descobertas, não é mesmo, mamãe? É uma verdadeira mistura de alegrias e desafios que fazem parte da experiência da maternidade. Um dos momentos que podem ser um pouco angustiantes é o nascimento dos primeiros dentinhos do bebê.

Mas fique calma. Esse texto foi pensado para ajudar a encarar essa fase da forma mais tranquila para você e o pequeno. Vamos, juntas, entender melhor esse processo e como lidar com ele?

O surgimento dos dentinhos do bebê é incômodo, de verdade

Se olharmos para o começo do processo da dentição, poderíamos falar do útero materno. No processo de formação do baby, durante a gravidez, já surgem o que os especialistas chamam de botões dentários; uma espécie de fundação para o posterior aparecimento dos dentes de leite.

A partir dos três meses, em alguns casos, mas de forma mais comum por volta dos seis meses de vida, os dentinhos do bebê começam a romper a gengiva. É um processo bastante incômodo para os pequerruchos e as mamães. Por sentirem dor e coceira, eles ficam mais irritados. Algumas vezes, o nascimento do dente é acompanhado de pequenos processos inflamatórios localizados. Imagine o desconforto.

E não esqueça que estamos falando de uma situação que ocorre, em geral, até um ano de idade, embora o processo de estabelecimento total da primeira dentição prossiga até mais ou menos os três anos.

Ou seja, quando tudo começa, a comunicação do bebê se dá, basicamente, pelo choro. Por isso, os babies literalmente “abrem o berreiro”, deixando os pais agoniados. Embora muitos pais associem o surgimento dos primeiros dentinhos a episódios de vômito e diarreia, o comprovado cientificamente é que, além de lágrimas e irritação, pode surgir um pouco de febre, não passando de 38 °C.

O que a mamãe pode fazer para ajudar?

Bem, a primeira sugestão para encarar esse momento é ter bastante paciência. O surgimento dos dentinhos do bebê é algo natural e os incômodos associados a isso são temporários. Mas existem algumas dicas e cuidados para tornar essa fase mais tranquila.

Massagem alivia

Reservar pequenos momentos para massagear a gengiva do seu pequenino, no decorrer do dia, vai ajudar bastante. É um hábito que ameniza a coceira e ardência tão incômodas. Você pode fazer isso com uma gaze umedecida, inclusive usando calmantes naturais, como a camomila. Tudo, é claro, com total atenção à higiene. Lave bem as mãos e use produtos devidamente higienizados.

Por sinal, muita atenção à higiene

É isso mesmo! O cuidado com a higiene bucal de seu filho deve ser mantido desde o nascimento. Hoje em dia, já existem modelos de escovas de dentes adequados, até mesmo para a faixa etária entre zero a dois anos. É um cuidado que auxilia no surgimento dos primeiros dentinhos e previne outros problemas eventualmente causados por germes e bactérias. Como o aumento da salivação também pode ser um sinal do surgimento dos dentes, outro cuidado importante é limpar a boquinha do pequeno com frequência. Isso evita alergias e irritações de pele.

Brinquedinhos especiais são bons aliados

Você ainda pode contar com linhas de brinquedos desenvolvidos especialmente para amenizar os desconfortos do nascimento dos dentinhos do bebê, mamis. São opções como mordedores e dedeiras, que trazem bastante alívio. E uma boa sugestão é deixá-los na geladeira por uns minutinhos, antes de entregar ao baby. Ele vai se sentir ainda mais confortável. É uma recomendação que também vale para os alimentos, no caso de crianças já na fase da dieta sólida. Dê preferência às frutas e aos alimentos frios.

Analgésicos podem ser necessários

Os medicamentos serão sua última alternativa, mas podem, sim, ser necessários. Observe se o pequeno dá sinais de dor muito intensa e persistente e tente todas as outras possibilidades que acabamos de mencionar. Se nada estiver funcionando, converse com o seu pediatra, para avaliar a introdução de analgésicos.  Pode ser o caso, quando nascem os dentes da frente, tanto na arcada superior, quanto na inferior. Esse é o momento de dor mais aguda. Mas jamais medique seu filho sem orientação médica.

Os sinais de alerta

Ufa, que alívio, hein? Agora você já entende melhor como se dá o nascimento dos dentinhos do seu bebê e tem ferramentas para lidar com isso.

Mas mãe que é mãe sempre vai se fazer aquela perguntinha: “E quando eu devo, de fato, me preocupar? Como perceber que algo está errado?”. Vamos às respostas, pois há mesmo sinais de que alguma coisa pode não estar fluindo dentro da normalidade.

Como falamos no começo dessa nossa conversa, a época do surgimento dos primeiros dentinhos varia bastante. Muita gente não sabe, mas há casos de bebês que nascem com dentes. É uma exceção, é claro, mas é preciso ter em mente que o desenvolvimento das crianças não é padrão e tem seu próprio ritmo.

Portanto, nada de ansiedade. O fato é que o aparecimento dos dentinhos é comum até por volta de um ano de idade. Caso isso não aconteça, é aconselhável levar a criança a uma odontopediatra, para analisar a situação.

Em alguns casos, o aumento do volume da gengiva, provocado pelo dente que tenta emergir, pode estar impedindo o processo. Tendo em vista, também, que, para a maioria dos bebês, essa é uma fase que coincide com a introdução da alimentação sólida, uma coisa pode conduzir à outra. A dieta baseada apenas em itens pastosos, por exemplo, não estimula a mastigação; o que faz com que o corpo não “entenda” que é hora de surgirem os dentes.

Medicamentos ingeridos pela mãe durante a gestação também podem estar por trás disso. Por fim, há síndromes e doenças genéticas associadas à falta de dentes e que podem ser investigadas.

No mais, tenha atenção, ainda, à ocorrência de febre alta, que não é comum, e aproveite esse momento de desabrochar do sorriso do seu pequeno. Afinal, poucas coisas são tão deliciosas quanto a risada de um bebê. Com carinho e atenção a cada detalhe, os desafios dos primeiros dentinhos logo ficam para trás.

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Não sabe o que fazer quando o bebê tem diarreia?

Na hora que os pequenos ficam doentes, nada melhor que boa informação, não é mesmo, mamãe? Confira algumas dicas que preparei para você sobre as causas e o que realmente fazer quando o pititico tiver diarreia.

Nós ficamos tão preocupadas com qualquer pequeno sinal de alerta, que um choro ou um comportamento diferente do rotineiro já vira uma aflição – afinal, não queremos ver nossos pequenos assim. E na hora que surge aquela pulga atrás da orelha, nada melhor do que boa informação. Por isso, eu preparei esse artigo especialmente para você, falando e-xa-ta-men-te o que fazer quando o bebê tem diarreia.

Para começar, vale aquele conselho (de mãe para mãe). Se isso está acontecendo com seu pequenino, fique calma. Essa é uma situação parecida com aquele momento em que surge uma febre inesperada. É importante, sim, que você esteja atenta, mas isso pode não ser nada tão preocupante, como você vai entender lendo o artigo.

O que pode estar acontecendo quando o bebê tem diarreia?

Para te ajudar a encarar esse dilema, mamãe, o primeiro passo é falar um pouco sobre as causas mais comuns de diarreia nos babies. É uma forma de entender o que pode estar acontecendo aí na sua casa.

Claro que, aqui, não vamos conseguir trazer todos os possíveis motivos, mas tratar daqueles que mais acontecem. Vamos lá então?

Uma das razões bem frequentes são as infecções de tubo digestivo. Elas são causadas por vírus, bactérias ou parasitas. Os casos de infecções virais são mais frequentes e, nas escolinhas para crianças de até seis anos, muitas vezes acabam acontecendo surtos de diarreia infecciosa. Nesse mesmo sentido, há outro dado importante que muitas mamães desconhecem: infecções urinárias, respiratórias ou de ouvido também podem provocar diarreia.

As intolerâncias ou alergias são outro fator que desencadeia diarreia. Elas podem estar associadas a determinados alimentos ou seus componentes e acabam provocando o problema. É frequente vermos pequeninos intolerantes à lactose, à proteína do leite de vaca, ou ao glúten, por exemplo.

E seguindo na linha da alimentação, é fundamental que você fique beeeeeem atenta aos chamados erros dietéticos, viu, mamãe?! Uma dieta muito rica em fibras, pobre em calorias, ou baseada em alimentos muito concentrados pode provocar diarreia. E o mesmo cuidado vale para os excessos alimentares… Não se esqueça disso!

Dicas práticas sobre o cocô do bebê

A cor do cocô do seu filho é uma pista importante sobre o quanto é preciso se preocupar com a diarreia. Antes de mais nada, é preciso entender que, nos recém-nascidos, ainda está ocorrendo todo um processo de formação e adaptação do sistema gastrointestinal.

Por isso, há variações na frequência da evacuação, bem como nas características das fezes. Algo que também tem a ver com o fato de o pequeno ingerir apenas leite materno, precisar de complementação alimentar, ou até mesmo estar no processo de introdução de dieta sólida.

Tendo em vista tantos fatores de interferência, a grande questão é observar alguma alteração brusca na frequência ou coloração do cocô do pititico.

Veja, por exemplo, o que a cor das fezes dos babies pode estar nos contando sobre a saúde deles:

  • Preto esverdeado
    Geralmente, os primeiros cocôs do bebê – chamados de mecônio – são bem escuros, lembrando o piche.
  • Verde

Quando o pequenino começa a digerir o leite, a coloração se torna mais esverdeada.

  • Amarelo

Nos bebês que se alimentam exclusivamente de leite materno, a cor do cocô tende a ir se tornando mais amarelada.

  • Verde musgo

Babies que mamam só o primeiro leite da mama ou utilizam fórmulas e complementações alimentares.

  • Marrom

O cocô marrom é característico do momento em que começa a ingestão de alimentos sólidos.

  • Preto, verde claro, vermelho e branco

São indícios de que você deve conversar com o pediatra.

Meu bebê está com diarreia. E agora?

Bem, até aqui já entendemos causas da diarreia e também os sinais que são dados às mamães pelas fezes dos bebês. Vamos partir para o que deve ser feito quando o seu bebê tem diarreia.

Antes de mais nada, é preciso levar em consideração que, na grande maioria dos casos, o tratamento da diarreia é meramente dietético. Apenas em casos mais agudos, pode ocorrer desidratação. Quando há ocorrência crônica ou recorrente, a criança também acaba sofrendo com distúrbios nutritivos. É uma situação que exige tratamento específico.

O cuidado mais fundamental, quando seu bebê estiver com diarreia, é lavar bem suas mãos e as dele, antes de manipular alimentos e nas trocas de fraldas. A ingestão de bastante líquido, de forma fracionada, é super recomendada, bem como o uso de pomadas que previnam irritação.

Você também não deve forçar o pititico a comer e nem ministrar antibióticos sem indicação médica. Isso pode agravar a diarreia. Por sinal, o pediatra deve ser consultado, também, quanto aos preparados antidiarreicos ou qualquer medicação.

A alimentação restritiva, somente com legumes, por exemplo, só vale para a fase mais aguda. É importante que o ritmo alimentar normal vá sendo retomado, sem o uso de alimentos laxantes, para evitar desnutrição e piora do quadro.

Alimentação e a hora de ir ao pediatra

Aliás, sobre esse processo de retomada da alimentação, algumas dicas são bem valiosas quando o bebê tem diarreia. Se o seu baby tem até nove meses, siga dando a ele o mesmo leite que ele toma, em concentração menor, ou seja, com mais água. Conforme ele for se recuperando, vá retomando a dosagem usual.

Para os pequenos acima dos nove meses, o recomendado é seguir com a dosagem de leite rotineira, porém com ingestão mais fracionada e nunca forçando a criança. É comum a perda de apetite na fase mais intensa da diarreia.

Quando seu filho já está adaptado à dieta sólida, maçã, banana e leite com cereal são boas opções para ir retomando o ritmo alimentar. No almoço e jantar, dê preferência a alternativas como frango e peixe grelhados.

No mais, é ficar atenta ao processo de recuperação do baby. O comum é observar melhora em três ou quatro dias. Caso contrário, aumente a quantidade de leite ingerida pela criança. Se a diarreia, ainda que leve, persistir por mais de três semanas, vá ao pediatra. Outros motivos para visitar o médico são vômitos frequentes, diarreia abundante, perda de peso, dor abdominal contínua, uso de antibióticos ou sinais de desidratação.

Legal saber mais sobre como agir quando nossos bebês têm diarreia, não é mesmo? Siga ligadinha no Mundo Colibri e confira os nossos muitos conteúdos valiosos.

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Dicas de posições para a hora de amamentar

Tudo pra ter uma amamentação nota 10

Tá bom, né, mamãe. A gente sabe que amamentação não é sempre mil maravilhas, às vezes dói, cansa os braços e não parece nada daquele romance que a gente ouve por aí.

Mas sabia que, com a posição certa, dá pra melhorar muuuuito esse nosso momento com os pequenininhos? Pois é! Mas quando digo posição certa, é a certa pra você, tá? Afinal, cada mamãe e cada bebê tem um jeitinho especial.

Enfim, to aqui pra te contar o que aprendi sobre as posições pra amamentar e como elas nos ajudam nessa hora, que é excelente pra aumentar nosso vínculo com os bebês. Vamos lá?

As melhores posições para amamentar

A tradicional

É aquela que a gente normalmente usa, apoiando o bebê com o braço do mesmo lado da mama que ele vai pegar. A cabecinha dele tem que estar apoiada no cotovelo, alinhada com o restante do corpinho.

Uma coisa que eu gosto muuuuito de usar nessa hora é a almofada de amamentação (que eu comprei lá no e-commerce da Colibri). Ela é super fofinha, perfeita pra apoiar o baby com bastante conforto, e ainda ajuda a aliviar a tensão dos nossos ombros e costas na hora do tetê.

Ah, outra dica pra deixar mais confortável pra você é colocar um travesseiro nas pernas, embaixo do bebê. E não se esqueça de sentar em uma poltrona beeeem gostosa.

Transversal

Muito parecida com a primeira, essa é uma das melhores posições. Experimenta pra você ver, mamãe: apoie o corpo do bebê com o braço do lado contrário ao seio que você vai oferecer. Com a mão aberta, segure a cabeça do bebezinho e, com a outra, apoie a mama.

E não precisa se inclinar pra frente nem pra trás, viu? Com o seu braço, você aproxima o bebê do corpo pra ele mamar direitinho. Essa é uma posição bem confortável pra ele, porque fica bem mais fácil de ele pegar o peito, já que a cabeça vai estar na posição certinha.

Invertida

Mamis, se você está se recuperando da cesárea e a barriga ainda tá com aquela dorzinha chata, esse é o jeito perfeito pra você dar de mamar.

Em vez de apoiar o baby no abdômen, você vai usar o cotovelo, segurando o pequeno do lado do seu corpo. As costinhas dele vão ter que ficar no seu antebraço. Aí, o rostinho fica virado em direção ao seio.

Deitada

Essa é uma solução pra quando a gente tá muito cansada. Afinal, rotina de mãe não é fácil, né? Nesses casos, você pode deitar de lado e colocar o bebê de frente para você, apoiando a cabecinha dele com a sua mão.

Mas nada de pegar no sono hein, mamãe! Se você estiver muito exausta e, principalmente, se já for tarde da noite, o ideal é evitar essa posição.

Posições ruins para amamentar

Também tem aquelas posições que não são boas para o seu conforto e o do babyzinho, ou porque dificultam a alimentação do pequeno. Aí não pode, né?

Conheça quais posições evitar:

  • Com seu corpo curvado em cima do bebê
  • Bebezinho com a cabeça e o corpo não alinhados
  • Segurando o bebê longe do peito
  • Você sentada em uma cadeira que não é confortável, sem apoio para os braços

A pega correta do bebê

A maneira como o pequeno abocanha a mama também é muito importante para que tudo ocorra da melhor forma. Por isso, mamãe, separei algumas dicas para te ajudar a ter sucesso nessa fase – evitando quaisquer problemas:

  1. O baby deve abocanhar a aréola, e não o mamilo – para evitar machucados
  2. O rosto do bebê deve estar virado para a mama, com a boca o mais aberta possível
  3. Os lábios devem estar virados para fora e o queixo encostado na mama, pois isso indica que o pequeno está conseguindo movimentar a língua para fazer a extração adequada do leite
  4. A covinha na bochecha e o barulho ao mamar até podem parecer fofos, mas indicam ingestão de ar – o que é errado
  5. Outro sinal claro de erro é o choro do bebê, que significa que algo não está bom para ele
  6. A dor no mamilo é um sinal de alerta, apesar da sensação de pressão ser normal nos primeiros dias

Dicas extras pra melhorar a amamentação

Como eu disse lá em cima, mamãe, por mais que esse momento nem sempre seja fácil, você ainda pode fazer ele ser especial. Além de escolher uma posição confortável, tem outras coisas que ajudam a garantir que o pequeno se alimente bem e que vocês dois estejam conectados e felizes.

Olha só:

 Tente relaxar

Se o pitico sentir que você está tensa, ele não vai mamar direito. E não é isso que queremos, né? Então, tenha um cantinho bem confortável, silencioso e sem interrupções.

 Não esqueça o copo de água

Você vai sentir muita sede, já que o nosso corpo precisa repor o líquido que está perdendo. Antes de pegar o baby, já providencie um copo de água pra ficar bem pertinho de você.

 Não deixe para amamentar quando o pequeno estiver com muita fome

Se ele estiver muito esfomeado, vai ficar inquieto e todo irritadinho. Resultado: não vai querer mamar.

Se não tá confortável, tente mudar a posição

Principalmente se você estiver com as mamas doloridas e machucadas. Isso é um sinal de que a posição não está boa para você, mamãe. Ainda bem que aí em cima tem uma lista com vários jeitos pra você testar!

Tenho certeza que, seguindo essas dicas, a hora do mamá vai melhorar 1000%! Depois me conta o que você tentou e o que deu certo, tá? Beijinhosss!