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Amamentação Livre Demanda

Muito tem se falado em amamentação em livre demanda. Mas você sabe o que é isso? Vamos ajudar você a entender melhor esse processo e mostrar os seus benefícios.

 

7 motivos para aderir à amamentação em livre demanda

Nada melhor do que comer quando se está com fome, não é mesmo? Pois a livre demanda rompe com a dependência do relógio na hora das mamadas e garante o leite materno quando o bebê precisa.

Amamentar a cada três horas ou estipular um tempo de mamada em cada seio – essas eram as regrinhas que as mamães aprendiam já na maternidade e que acabaram desmistificadas pelo conceito de amamentação em livre demanda.

A livre demanda é preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e amplamente difundida pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Essas entidades defendem que a amamentação não deve ser restrita aos ponteiros do relógio.

Mas você sabe o que realmente significa essa proposta? Pois nós vamos ajudar você a entender melhor o que é a livre demanda e como ela pode ser benéfica, tanto para o bebê como para a mamãe. Afinal de contas, amamentar não precisa ser difícil e a informação é a melhor maneira de garantir as mais agradáveis lembranças desse momento tão importante.

 

O que significa amamentação livre demanda?

Em 2020, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançou a sua mais recente cartilha voltada à amamentação. O Guia Prático de Aleitamento Materno busca munir pediatras, residentes e profissionais da área com as principais questões sobre o tema.

O documento deixa claro que o aleitamento materno ideal começa na sala de parto e vai até, pelo menos, os dois anos da criança, devendo ser exclusivo e em livre demanda até o sexto mês. E o que realmente quer dizer esse termo que cada vez mais chama a atenção das mamães?

A definição de amamentação em livre demanda diz que a criança deve ser amamentada sem restrições de horários e de tempo de permanência na mama, sempre que sentir fome.

A ideia é o bebê mamar quanto quiser até se sentir satisfeito, o que também depende do ritmo de cada criança e da quantidade de leite disponível em cada mama. O importante é mãe e pimpolho entrarem em sintonia, de forma que o bebê regule suas mamadas de acordo com sua necessidade.

É uma proposta que coloca por terra toda aquela série de regrinhas que se ouviam sobre aleitamento, ensinando, por exemplo, a amamentar de três em três horas e determinar tempo para a mamada.

É importante ressaltar que, apesar de muito se falar sobre as tantas vantagens da livre demanda, que vamos conferir logo em seguida, ter uma conversa com pediatra é a primeira coisa que as mamães e os papais devem fazer. É o caminho para chegar à melhor decisão.

 

Os benefícios da livre demanda

Quando o bebê nasce, ele ainda está se adaptando ao mundo e tudo é muito cansativo. Portanto, é natural que ele durma bastante, até porque era o que ele mais fazia dentro da barriga. Por isso, acordar o baby para mamar pode acontecer logo após o nascimento.

Mas, os dias vão passando e o pequeno ganha peso e altura, além de se familiarizar com a nova realidade, e isso também significa que as mamadas se tornam mais regulares – é aí que entra a amamentação em livre demanda.

Na barriga, o bebê recebia oxigênio e alimento o tempo todo. Então, ele vai querer mamar mais frequentemente, o que pode fazer com que muitas mulheres fiquem aflitas. É comum acharem que seu leite é “fraco”, ou que não é produzido em quantidade suficiente para aquele pequeno ser faminto.

Calma! Em geral, um bebê em aleitamento materno exclusivo mama de oito a 12 vezes ao dia. Assim que mãe e filho entram em sintonia, o próprio bebê passa a regular suas mamadas, sempre de acordo com sua necessidade, como resultado do processo de amamentação em livre demanda.

Confira sete bons motivos para você seguir essa metodologia:

  1. Ajuda na autorregulação, pois o bebê aprende a se saciar.
  2. Contribui no controle da produção do leite materno.
  3. Os seios passam a ser esvaziados com regularidade, o que evita condições como o ingurgitamento mamário.
  4. Você está oferecendo o alimento mais completo ao seu filho. O leite materno é fundamental para evitar infecções e garantir o desenvolvimento saudável dos bebês.
  5. Cria vínculo e permite que a criança se sinta protegida e segura, já que a amamentação também está relacionada ao carinho e ao conforto.
  6. Colabora para conter a ansiedade do bebê e evita que ele machuque o seio ao ir com muita fome e vontade na hora de mamar.
  7. Pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez nos primeiros seis meses após o parto. Com a amamentação exclusiva, é possível que o ciclo menstrual só se restabeleça quando o bebê iniciar a alimentação complementar.

 

O que mais você precisa saber sobre a livre demanda

Você vai ouvir muitos “pitacos” sobre a amamentação, ainda mais quando se trata de livre demanda. E o principal deles é que não estabelecer horários vai deixar o seu bebê mimado. Fique tranquila! Você só está suprindo o que baby precisa.

Isso sem esquecer que alimentar o bebê em intervalos regulares de três horas é indicado para os casos em que a criança está sendo alimentada com fórmulas infantis, ou quando inicia a introdução alimentar. A digestão demora mais e ela fica saciada por mais tempo.

Dito isso, vale a pena falar sobre uma das grandes dúvidas das mamães sobre a livre demanda. Como saber quando o pequerrucho quer mamar? A resposta vem, principalmente, de alguns sinais que seu filho ou filha vai dar:

  • Se estiver dormindo, antes mesmo de abrir os olhos ele começa a botar a língua fora e a abrir a boquinha. Gira a cabeça de um lado a outro, procurando o peito com a boca.
  • Se essa chamada não for atendida, ele começa a chupar os punhos.
  • Depois disso, o bebê começar a emitir uns gemidinhos que parecem miados de gatinho filhote.
  • Se ainda não for atendido, ele já começa a ficar agitado, nervoso e a fazer cara feia.
  • A etapa seguinte é o choro e, muitas vezes, fica difícil acalmar! E evitar essa ansiedade é crucial para ele não machucar o seio da mamãe.

Depois que o pequeno estiver no seu peito, dê tempo suficiente para esvaziar adequadamente a mama. Assim, a criança recebe o leite do final da mamada, que é mais calórico, fica com a barriguinha bem cheia e ocorre o maior espaçamento entre as mamadas. É um processo importante, também, para o ganho adequado de peso do bebê e para a manutenção da produção de leite.

 

Vale a pena encarar os desafios

Se estiver disposta a colher todas essas vantagens, é verdade que você vai precisar de paciência. A livre demanda tem altos e baixos. Dói, cansa, nos priva de sono e de eventos sociais. E uma rede de apoio com família e amigos se faz imprescindível.

Saber que não está sozinha é meio caminho andado para o sucesso da livre demanda, já nos primeiros dias de vida desse novo serzinho. Para produzir leite, a mãe precisa descansar e se alimentar bem. Todo esse suporte ajuda a mulher a se sentir segura e a lidar melhor com todas essas muitas emoções.

E como se aprende desde a gestação que tudo passa, o bebê vai crescendo e as coisas se encaixando e ficando mais tranquilas. No mais, conte com seu pediatra e, se necessário, recorra a ajuda de profissionais especializados em amamentação, que são excelentes apoios para encarar esse processo.

Para saber mais sobre todo esse vasto universo da maternidade, acesse o nosso blog e confira os mais diversos textos que preparamos para você!

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Bebês e Pets

Se você vai ser mamãe e tem um pet em casa, saiba que animais de estimação trazem muitas vantagens para a saúde, coração e mente do seu bebê.

 

As vantagens de ter um pet pertinho do seu bebê

Os pets podem ser grandes amigos do seu bebê, além de fortalecer o seu sistema imunológico e ajudar no desenvolvimento do seu filho!

Você já cuida com muito carinho do seu pet e descobre que tem um bebê a caminho! Em meio ao mar de sensações que toma conta do coração da futura mamãe, é comum haver medos e receios sobre a convivência do pequerrucho com animais de estimação.

Mas pode ficar tranquila! Não há necessidade alguma de se separar do seu animalzinho durante a gestação, ou mesmo quando o baby já estiver nos seus braços. Saiba que existem benefícios comprovados para a saúde do bebê no contato com os bichinhos.

É claro que serão necessários alguns cuidados, mas que todos vão tirar de letra. Afinal, nada mais emocionante do que acompanhar a linda relação de amizade que vai se criar entre esses dois amores da sua vida.

Por isso, nem pensar em abandono, ok? Confira o nosso artigo e saiba como se preparar para muitas doses de fofura dessa duplinha bebê + pet!

 

Bebê e pets: amor que não se mede!

Se você tem algum receio sobre a convivência entre bebês e animais de estimação, saiba que essa relação traz inúmeros benefícios para a saúde, coração e mente do seu filho. Algo bem claro em investigações como a da Universidade de Gothenburg, na Suécia, divulgada pela revista Pais & Filhos. Foram dois estudos sobre a relação das crianças com animais de estimação, e os resultados surpreendem!

Um desses estudos revelou, por exemplo, que 49% das crianças sem animais em casa durante o primeiro ano de vida tiveram alergias, contra 43% dos bebês que tinham algum bichano. E no caso dos lares com três animais, o índice caia para 24%. E o mais legal: apenas duas crianças tinham cinco animais e nenhuma delas teve alergias.

Isso comprova que os microrganismos presentes nos pets estimulam o sistema imunológico das crianças e previnem o desenvolvimento de alergias e infecções. Sem esquecer que o contato com outras crianças e passeios ao ar livre também são importantes nesse aspecto.

Mas as vantagens não param por aí. Vamos conferir todas as coisas boas dessa incrível amizade?

 

Estimulação sensorial

Os animais são uma agradável fonte de estímulos para o bebê que começa a explorar o mundo, pois brincar com um amigo é muito mais divertido. As tentativas do pequeno em seguir visualmente o animal e tentar pegá-lo treinam sua agilidade. E quando ele consegue essa façanha, vai experimentar diferentes texturas e curtir acariciar o seu alvo.

 

Afetividade e empatia

Essas são duas lindas palavrinhas que fazem parte da relação do bebê com os pets. Os animais sabem que aquele mini ser humano é frágil e têm o instinto de protegê-lo. Aliás, você já deve ter ouvido alguma história de animais, como cachorros e gatos, que salvaram bebês.

E há uma troca de carinho, pois os bebês aprendem a receber o afeto e a retribuir de forma espontânea. Além disso, diferentes estudos comprovam que quando crescem com animais de estimação, as crianças são emocionalmente mais inteligentes e compassivas. Ou seja, elas desenvolvem a empatia em relação aos amigos de quatro patas e a outros seres humanos.

 

Autoestima

As crianças que são ensinadas a cuidar dos seus animais de estimação se sentem superimportantes e são mais seguras. É um processo que reforça a autoestima e desenvolve o senso de responsabilidade. Em alguns países, as escolas permitem bichinhos em sala de aula justamente para trabalhar esses aspectos na personalidade dos alunos.

 

Linguagem e cognição

Todos sabemos que a comunicação entre os pais e o bebê tem grande impacto no desenvolvimento cognitivo e na aquisição da linguagem. E isso também acontece com os pets, pois as tentativas do bebê em se comunicar fazem com que eles respondam. Uma troca que reflete na melhora da capacidade futura do bebê no campo da comunicação e eleva o seu coeficiente intelectual.

 

Família e amigos

Os animais, hoje em dia, fazem parte das famílias. E na convivência com os maninhos peludos, os bebês aprendem a tê-los como fonte de segurança e cumplicidade. Com isso, estabelecem relações sociais com facilidade e desenvolvem laços mais fortes e profundos. Traduzindo: crianças que crescem com animais de estimação são mais felizes!

 

Preparando o pet para a chegada do bebê

Uma coisa muito importante para dar início a essa amizade bacana, é cuidar dos preparativos para a chegada do bebê. Conhecendo bem seu pet, você vai encontrar a melhor maneira de começar essa interação. Em primeiro lugar, entenda que a presença de um novo membro da família afeta o seu pet. Sendo assim, ele não deve associar as mudanças ocorridas com o seu filho ou filha, o que pode despertar ressentimentos. Então, tudo deve ser feito de forma gradual e desde antes do nascimento, combinado?

Olha essas dicas:

  • No caso dos gatos, cheirar as roupinhas e deixar que eles se deitem pelo quarto do bebê ajuda na familiarização. Basta lavar tudo muito bem depois.
  • Quando o bebê chegar, permita que o pet cheire o seu pezinho e fique por perto. Faça isso com calma e tranquilidade, sem muito agito. Pode ser amor à primeira cheirada ou um breve afastamento até entender o que está acontecendo.
  • Se o bebê chorar, o melhor é afastar um do outro e tentar a interação numa nova oportunidade.
  • Não os deixe sozinhos nem force aproximação. Tenha paciência e a certeza de que, logo, serão best friends.
  • O ciúme é normal. Então, não esqueça de algum tempinho para brincar e dar atenção para o pet. Ele precisa continuar sentindo que é amado.
  • Nos cachorros, dê banhos uma vez por semana e, depois dos passeios, higienize as patinhas.
  • Escove os peludos com regularidade para remover sujeiras e pelos mortos.
  • Evite que o pet dê “lambeijos” na criança, especialmente nas mucosas (olhos, boca e nariz).

Deixamos por último uma regrinha de ouro: vacinação em dia. Você já sabe que as vacinas são fundamentais para o seu filho. No caso dos pets, isso não é diferente. Eles também precisam de cuidados com a saúde e as vacinas fazem parte disso. Converse com o veterinário e fique por dentro de todas as imunizações que os peludinhos precisam, assim como as desvermifugações.

E além de tudo isso, sempre é importante ressaltar que vale um papo com o pediatra sobre o assunto. Ele também vai saber trazer orientações bem legais, até mesmo por conhecer bem o perfil e as características de saúde do seu pequenino.

Viu como não precisa ficar preocupada com essa relação bebê + pet? Desde cedo, o seu filho vai aprender a ter carinho e respeito aos animais, à natureza e ao próximo!

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Cuidados com o Bebê no Outono

Como diz a canção, “o outono é sempre igual”. Então, evite surpresas e se prepare para enfrentar as quedas de temperatura com amor e segurança para o seu bebê.

 

Sete dicas especiais de cuidados com o bebê no outono

O sobe e desce da temperatura no outono e o clima seco na maioria das regiões do país exigem cuidados especiais para bebês e crianças. Até mesmo as mamães e gestantes precisam de mais atenção nessa época.

De 21 de março a 21 de junho, o outono é a estação que comanda o Hemisfério Sul. E mesmo o Brasil sendo um País onde o calor prevalece, a estação é marcada pela queda de temperatura e início do clima seco, na maioria das regiões. Um período que traz algumas consequências para a saúde e chama a nossa atenção para os cuidados com o bebê.

Isso porque os pequenos são muito afetados com a chegada do frio. Ele é responsável por um pacote nada agradável formado por resfriados, narizinho seco, mais sede e menor hidratação, além de pele ressecada.

Então, falar em outono não é apenas lembrar das folhas secas pelo chão. É focar em uma série de precauções para que os pequerruchos possam curtir essa transição de temperatura com muita tranquilidade. São cuidados que vão desde a alimentação até as roupinhas ideais para a estação.

Por isso, preparei com muito carinho algumas dicas para que você possa curtir o outono sem dores de cabeça. Afinal, as mudanças de estação não são nenhuma surpresa no nosso calendário e estar preparado para cada uma delas só faz você e seu baby saírem ganhando!

 

As consequências do clima seco para o bebê

Coriza, nariz entupido, espirros e tosse. A chegada do outono abre a temporada de doenças respiratórias e alergias. E quem mais sofre são os bebês e as crianças. A gente sabe bem disso, não é, mamãe?

A estação favorece o surgimento de uma série de problemas de saúde nos pequenos, como resfriados, bronquiolite (inflamação nos bronquíolos) e até diarreia, fazendo com que as emergências pediátricas fiquem lotadas nesta época do ano. E a maioria das doenças é causada por vírus, que se multiplicam com facilidade quando o tempo está seco.

Um estudo feito pela Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, em 2017, coletou amostra de muco da garganta de 161 crianças da educação infantil. O resultado revelou que 43% dos alunos apresentaram pelo menos um vírus em seu aparelho respiratório, nessa época do ano.

Com o sistema imunológico debilitado, as viroses se tornam a porta de entrada para as doenças bacterianas, resultando nas nada agradáveis amigdalite e otite. Mas não é só isso. O período seco também é causador de pele ressecada, interfere na hidratação e deixa o bebê com muita sede.

Mas fique tranquila! É possível evitar ao máximo essas situações. Confira o que preparei pra você!

 

Sete dicas sobre os cuidados com o bebê no outono

Existem várias maneiras de cuidar da saúde dos bebês com a chegada do outono. Vou mostrar aqui as sete mais importantes e que vão fazer toda a diferença para você e para seu baby. Espie só:

 

Alimentação

Cuidar da alimentação é o primeiro passo para proteger os pequenos da chegada do frio. Quanto mais saudável e rica em nutrientes, melhor para reforçar a imunidade. Por isso, aposte na variedade de frutas que o outono traz para as nossas mesas!

 

Hidratação

Atenção também para a hidratação, essencial no clima seco. Ofereça água à criança diversas vezes por dia. No caso do bebê que mama no peito, o leite materno é o alimento completo e perfeito.

 

Vestimenta

Investir em roupinhas adequadas também é muito importante. Escolha as de tecidos leves e em camadas. Mesmo que esteja frio, é melhor ter a opção de retirar as peças nas oscilações de temperatura, muito comuns nesse período. Os bebês precisam transpirar e isso é muito importante para garantir conforto e saúde.

 

Vacinação

Manter as vacinas em dia é uma poderosa arma contra as doenças e saiba que, a partir dos seis meses, o bebê já pode ser imunizado contra a gripe. Converse com o seu pediatra sobre isso.

 

Casa limpa e arejada

Mesmo nos dias mais frios, é importante deixar o ar circular no ambiente. No quarto do bebê, evite objetos que possam acumular poeira e ácaros. Tire os tapetes, carpetes, cortinas e bichos de pelúcia. Troque as roupas de cama duas vezes na semana. Além disso, lave casacos e cobertores que ficaram guardados durante o verão.

 

Nariz limpinho

Lavar as narinas com soro fisiológico é uma mão na roda para evitar aqueles momentos de irritação causados pelo nariz entupido. Para os bebês, existem no mercado os bulbos macios de borracha que ajudam a aspirar a secreção espessa. Em locais muito secos, umidificadores são uma boa opção para diminuir a secura do ambiente.

 

O enxoval de outono

Seu bebê vai nascer no outono e você está em dúvida sobre o enxoval? Vou ajudá-la a separar as roupinhas ideais para quem vem ao mundo em tempos de clima instável, mamis.

São aquelas roupinhas que se adaptam a essa época, não só de calor ou nem só de frio. E como a temperatura muda bastante, vale ficar sempre preparada, com aquelas peças coringas que precisam estar na sua lista.

Dê uma olhada na lindeza e praticidade dos produtos Colibri:

  • Mantas leves: as mantinhas são muito versáteis e não podem faltar no enxoval do bebê. Há opções lisas ou estampadas, com cores neutras ou mais vibrantes. Elas podem ser de tricô ou 100 % algodão, ideais para acompanhar o bebê em passeios ao ar livre, em dias mais amenos de outono. Sinônimo de proteção e conforto.
  • Saco de dormir: são peças super práticas e que garantem uma noite de sono quentinha para os bebês e tranquila para nós, mamães, com a certeza de que o pequeno vai estar coberto a noite toda. Você encontra as versões com ou sem pezinho, em tecido macio e delicado.
  • Kit body, touca e luva: o conjuntinho é perfeito para os dias de outono, com a manguinha comprida e as perninhas de fora, protegendo as extremidades. Fica um charme só!
  • Mijão: esse já é um velho conhecido do mundo da maternidade e não pode faltar no enxoval das futuras mamães. Ele pode ser usado sozinho em dias mais amenos, ou por baixo do macacão, quando estiver mais frio. No kit da Colibri, são três peças com estampas diferentes, uma ótima opção para combinações e variações de looks.
  • Body e calça: leve e fresquinho, o conjunto de body e calça é a cara da praticidade. A versão do pezinho reversível permite escolher se vai vestir o neném com o pé fechadinho em dias mais frios, ou deixando os pés de fora, nos momentos de calor.
  • Pijama body manga curta: esse modelinho é pura fofura, perfeito para a estação, nem quente, nem fria. O tecido é leve para o conforto dos bebezinhos.
  • Trocador Momentos: nos dias de outono, os pequerruchos transpiram menos e fazem mais xixi. Por isso, o trocador portátil é uma opção prática, facilitando nossa vida na hora da troca de fraldas fora de casa. O modelo da Colibri, além de lindo, é fácil de usar.
  • Bolsas: mamães modernas e preparadas não abrem mão de uma bolsa linda e prática. Pode ser de tiracolo, de mão ou mochila. Depende do estilo. É só escolher a cor e o modelo e colocar lá dentro tudo o que você precisa para não ser pega de surpresa nos dias de outono. Valem casaquinhos, gorrinho, manta e todas as peças que ajudam nos momentos de sobe e desce da temperatura.

 

Gostou dessas dicas? Todo o material do Blog da Mamãe Colibri é preparado com muito amor! Dê uma olhada no site e veja outras informações e produtos especiais para ajudar você a curtir a maternidade.

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Dificuldades na Amamentação

Apesar dos benefícios do leite materno serem bem conhecidos, as dificuldades na amamentação podem atrapalhar um dos momentos mais importantes da maternidade.

 

Saiba como superar as principais dificuldades na amamentação

Dor, dúvidas sobre a produção de leite e a falta de apoio e informações podem ser os grandes vilões da amamentação. Saiba como não transformar o sonho de amamentar em pesadelo.

A amamentação é um momento mágico para as mamães, mas também um período de muitas dificuldades. Medos, dúvidas, falta de informações e de uma rede de apoio podem fazer com que a mulher desista de oferecer o peito ao seu bebê. E aquilo que antes parecia uma realização, acaba virando um grande problema.

Uma pesquisa do Instituto Muita Saúde aponta que o tempo médio de aleitamento, no Brasil, é de 54 dias. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que o leite materno deve ser o único alimento do bebê, até os seis meses de vida.

E muitas mulheres que passaram pela experiência de abrir mão de amamentar enfrentam a frustração e a culpa. No lugar de boas lembranças, ficam memórias nada agradáveis sobre essa fase tão importante.

Neste artigo, vou abordar algumas dessas adversidades e dar dicas para que o olho no olho entre mamãe e bebê seja a recordação mais importante da amamentação. Afinal, superar desafios é o lema principal da maternidade, não é mesmo?

 

Por que é importante amamentar?

Para começar, vale a pena reforçar os muitos benefícios do aleitamento materno. A amamentação é a intervenção preventiva mais eficaz que existe para evitar mortes de crianças menores de cinco anos. Dados da OMS mostram que cerca de 20% das mortes causadas antes do primeiro mês poderiam ser evitadas, se todos os recém-nascidos recebessem leite materno na primeira hora de vida.

Outro ponto importante é que o leite materno contém todas as propriedades nutritivas e imunológicas que a criança precisa. Deve ser uma fonte exclusiva de alimentação até os seis meses e é considerado o melhor alimento complementar que a criança precisa até os dois anos.

E ainda tem mais. Crianças amamentadas durante uma média de sete a nove meses têm seis pontos a mais de QI, na comparação com as que recebem leite materno por menos de um mês. E as mamães também saem ganhando. Amamentar ajuda as mães a retornar ao peso anterior à gestação, reduz os riscos de hemorragia pós-parto, de câncer de mama e câncer de ovário, bem como da diabetes tipo 2.

Amamentação também significa enfrentar desafios e imprevistos. Aliás, as dificuldades nesse período da maternidade são naturais e até esperadas. A grande dica é enfrentar isso sem culpa e livrando-se dos medos.

 

As principais dificuldades na amamentação

Então, vamos falar das principais dificuldades na amamentação e de como superá-las? A informação é a melhor ferramenta para viver bem esse processo. Veja essas dicas e vá em frente, sempre tranquila!

 

Dor na amamentação

A dor, bastante comum, é causada pelas rachaduras no peito e também pelo ingurgitamento mamário, quando ocorre o acúmulo de leite nas mamas. Esses desconfortos acontecem, principalmente, durante as primeiras semanas, quando os seios ainda estão se adaptando à amamentação.

Outra causa é o bebê abocanhar apenas o bico do seio. Nesse caso, a solução é a pega correta. O pequeno deve ficar com a boquinha bem aberta, como a de um peixinho, com o lábio inferior virado para fora, direcionando o mamilo para o céu da boca. Além disso, o bebê precisa pegar mais a parte de baixo da auréola do que a de cima, garantindo uma boa sucção. O nariz não pode encostar na mama, mas o queixo sim.

Você vai notar que as bochechas ficam arredondadas e é possível ouvir o bebê deglutir. Um som específico e muito gostoso, de quem alguém está ficando com a barriguinha cheia.

 

Bico invertido

Você já deve ter ouvido falar que algumas mulheres possuem o mamilo invertido, o que gera muitas dúvidas sobre a viabilidade em amamentar. O importante é deixar bem claro que, independentemente do tipo de mamilo, a amamentação pode ter sucesso.

Mais uma vez, a pega correta na auréola é fundamental. A dificuldade pode acontecer nos primeiros dias, mas o ajuste da postura, colocando o bebê bem próximo ao corpo da mãe ajuda bastante. Fazer uma “prega” com a mão na mama também é outro recurso válido.

 

Pouco leite

Essa é a causa mais comum do desmame precoce. E existem algumas situações específicas que levam à produção insuficiente de leite. A hipoplasia mamária é uma delas, uma condição anatômica resultante de malformação congênita, quando a mama não se desenvolveu adequadamente. A outra é a cirurgia de mamoplastia redutora, em que a remoção de tecido mamário impacta diretamente na capacidade de produção de leite.

Mas atenção: não existe leite fraco! É aí que entra a livre demanda, considerada a principal regra do aleitamento materno. Quanto mais o bebê mamar, mais leite será produzido. Por isso, não devem ser impostas restrições de horários para as mamadas e a mãe deverá passar a oferecer as mamas mais vezes, com intervalos mais curtos. Dessa forma, se estabelece o ritmo adequado, uma vez que o bebê estimula as glândulas mamárias inúmeras vezes ao longo do dia.

A mamada também não deve ter tempo estipulado. O bebê demonstra quando está saciado, no momento em que larga o seio, ou adormece nos seus braços. Assim, é possível sentir uma leveza na mama, como se ela estivesse um pouco mais murcha.

Ofereça os dois seios, a cada amamentação, para garantir um bom período de descanso para você e seu pequeno. Fuja dos bicos artificiais, as famosas chupetas. Elas interferem no aleitamento materno exclusivo e podem fazer o bebê abandonar o seio.

 

Informação precisa ser boa e correta

Quando as dificuldades na amamentação surgem, um dos primeiros impulsos é buscar receitas milagrosas, acessórios ou dicas na internet. Mas cuidado. Nada de soluções como pomada instantânea, bomba para formar a ponta do seio, ou bico de silicone.

É importante estar por dentro de outro fato: algumas práticas antigamente indicadas não surtem efeito e podem até prejudicar. Alguns exemplos são o uso de bucha nas mamas, ou cortar o sutiã para expor os mamilos. O que continua valendo é o bom e velho sol nos seios, quando possível, para fortalecer a pele. Pode ser de dez a quinze minutinhos, nos horários mais saudáveis.

Porém, o remédio mais eficaz para uma amamentação tranquila e sem traumas é o apoio e suporte da família. Amigos e familiares podem formar uma rede e ajudar nas tarefas da casa, no preparo das refeições ou nas compras, pois tudo o que uma mãe precisa é de sossego e tranquilidade para cuidar de si e amamentar o bebê.

Além disso, converse muito com o seu obstetra e busque grupos educativos durante a gestação. Alguns bancos de leite humano, unidades de saúde e entidades oferecem cursos de orientação gratuitos para casais grávidos sobre o aleitamento materno. Quando os dois se preparam juntos, o sucesso da amamentação é mais garantido.

E ainda existem os profissionais especializados no assunto, cuja consultoria pode ajudar muito nas dúvidas que surgem e são naturais, na hora de viver a amamentação na prática.

 

Gostou das dicas? Dê uma olhada no Blog da Mamãe Colibri e saiba mais sobre o mundo da maternidade!

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Dicas para mães de gêmeos

Ter um filho já parece difícil. Imagina para as mães de gêmeos? É uma missão mais fácil com as dicas que separei nesse artigo.

 

Seis dicas fundamentais para as mamães de bebês gêmeos

Se você tem ou terá gêmeos, é natural que viva muitas dúvidas e angústias – assim como eu vivi. Por isso, com a bagagem de uma mãe de gêmeas (a Juju e a Helô – @asgemeasdabih), preparei um conteúdo com conselhos e sugestões valiosas. São orientações que vão tornar a rotina com seus bebês um pouco menos cansativa.

Vamos combinar que é um misto de êxtase e ansiedade naquela hora em que, no meio do ultrassom, o médico dá a notícia “são gêmeos, mamãe”. Eu me lembro bem disso, o papai e a mamãe aqui descobriram logo no segundo exame!

Se lidar com as mudanças trazidas pela gravidez já é desafiador, saber que serão dois bebês traz à tona muitas inseguranças.

Se você está vivendo esse momento, saiba que são mais do que normais as muitas dúvidas. “Será que vou dar conta de cuidar dos piticos?”, “E quanto a tudo que é preciso providenciar em dobro: enxoval, fraldas?”

É fato que, se a missão de ser mãe de um pitico já é desafiadora, com gêmeos será mais trabalhoso e cansativo. Mas nada de que você não consiga dar conta.

 

O que fazer nos momentos de choro e quando o sono não vem?

Ver os gêmeos chorando ao mesmo tempo também é uma situação que, a princípio, nos deixa sem saber direito como agir, não é mesmo, mamis? Comece checando se as fraldas dos bebês estão limpas. Se a troca não for necessária, tente amamentar o pitico mais chorão, embalando o outro no bebê conforto.

Para os recém-nascidos, as cólicas são muito incômodas e estão entre os maiores motivos de choro. Compressas térmicas, massagem na barriguinha, manter os bebês de bruços e até mesmo ajudá-los a imitar o movimento de pedalar promovem alívio das dores. Um banho de água morna também fará os gêmeos relaxarem. Mas vale lembrar que os babies terão cólicas em momentos diferentes, nem sempre eles estarão na mesma fase, cada um tem a sua individualidade e o seu tempo – digo por experiência própria.

Por falar em descanso, também tenho alguns conselhos que dão uma ajudinha na hora de seus filhos pegarem no sono. O banho e a amamentação já são bons preparativos. Faça isso num ambiente calmo, com meia luz, recorra a uma música calma e acarinhe muito os pequenos, afinal, eles adoram. Colocar os gêmeos no mesmo berço também funcionou comigo algumas vezes.

 

Anote essas seis dicas de ouro

Com base na minha experiência com as pequenas, trouxe alguns tópicos para te dar uma luz durante a gestação e a criação dos gêmeos. Vamos conferir?

 

1. Acertando no enxoval

Muitas vezes, as gestantes gemelares acabam partindo do princípio de que tudo precisa ser comprado em dose dupla. Mas não é bem assim. Termômetro de banheira, aspirador nasal e alguns itens de higiene, como panos de boca, algodão e hastes flexíveis podem ser compartilhados. O que não é o caso dos bebês confortos, berços e móbiles, por exemplo. Você também vai precisar de um carrinho duplo para gêmeos. As roupas de bebês gêmeos já devem ser levadas separadas para a maternidade e estar ao alcance da mãe, no dia a dia, para facilitar as trocas.

Ah! E não se esqueça de levar em consideração a estação do ano em que seus gêmeos vão nascer.

 

2. Ajuda é fundamental

É comum querer dar conta de tudo, mas, não vai ter jeito, mamãe. Você vai precisar contar com uma rede de apoio. Não tente carregar o mundo nas costas, aceite o auxílio de familiares e amigos mais próximos e, principalmente, envolva o pai das crianças. Ele precisa ser participativo e colaborativo. O papel de atender os gêmeos e cuidar da casa deve ser cumprido e compartilhado entre vocês dois. Dessa forma, tudo se torna menos exaustivo.

 

3. Compartilhe experiências!

E por falar em apoio, ele ficou muito mais fácil, nesses tempos conectados – superando os desafios da pandemia. Nas redes sociais, você vai encontrar grupos de mães de gêmeos nos quais é possível compartilhar suas angústias, conversar com quem vivencia o mesmo processo que você e, claro, compartilhar o desenvolvimento dos pequenos nessa nova realidade.

Informe-se e participe! É importante não se sentir só.

 

4. Nada supera a rotina

Disciplina e organização vão tornar bem mais viável a lida diária com os filhos gêmeos. Não há como abrir mão de uma rotina bem estruturada. É preciso definir e manter os horários para banho, mamada, sono. E tudo isso deve ser feito, na medida do possível, com os dois bebês ao mesmo tempo. Vai parecer difícil, a princípio, mas com o tempo você se acostuma e percebe que é a melhor forma de tornar o dia prático e produtivo. Para não se perder ou esquecer de nada, anote as atividades feitas com cada pequeno e também os horários.

Eu criei uma rotina noturna, para que as pequenas durmam sempre no mesmo horário, e uma diurna – antes delas acordarem. Assim, eu consigo tomar banho, preparar o café da manhã e tenho um tempo só para mim. Vale muito a pena tentar algo parecido!

 

5. Evite o estresse

Esse é um conselho que pode parecer inatingível, para uma mãe de gêmeos e, vai ser, sim, difícil, não ficar estressada. O que é diferente de impossível.  Esquecer um pouco da bagunça da casa é uma boa atitude nesse sentido. Mantenha a limpeza, mas aceite que nem tudo estará do jeito que você gostaria. Afinal, o foco é o cuidado com os bebês. E eles crescem rápido. Não deixe de aproveitar as fases e momentos únicos pelo excesso de preocupação com as tarefas domésticas. Além disso, procure não se irritar com os muitos conselhos que ouve. Filtre o que vale a pena levar em consideração sabendo o que realmente funciona para a sua família.

 

6. Cuida de você

Com filhos pequenos, fica fácil a gente se abandonar, mas, sem saúde mental, não há quem dê conta da maternidade. Encontre formas de ter momentos só seus. Faz toda a diferença tirar um tempo para o banho demorado, uma leitura ou um filme e para simplesmente descansar ou dormir. Breves saídas para caminhar ou conversar um pouco com os amigos são outras medidas que fazem super bem.

É importante lembrar que você não precisa retomar aquela rotina saudável, com exercícios e uma boa alimentação, urgentemente, tá? Eu, por exemplo, só consegui me readaptar aos poucos, depois que a Juju e a Helô completaram 6 meses. Ou seja, não se cobre tanto!

 

Ufa! Com tantos macetes, vai ser mais fácil a criação dos bebês gêmeos, não é mesmo, mamãe? Lembre-se: você passará por momentos difíceis e cansativos, isso é inevitável – afinal, cuidar de um já não é fácil, de dois é mais trabalhoso ainda. Por isso, conte com essas dicas, recolha experiências de mães que já passaram por essa situação e tenha sempre por perto uma forte rede de apoio. Garanto que essas são as melhores saídas. Palavra de especialista!

Sempre que precisar de mais dicas ou informações, você já sabe que encontra tudo isso e muito mais no Blog da Mamãe Colibri.

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Enxoval Você e seu bebê

Verão

O verão está registrando altas temperaturas. E tanto calor traz desconforto para os bebês, assim como para os adultos. Veja como ajudar o pequeno no calor!

 

Proteja o seu bebê do calor neste verão!

Os bebês também sofrem muito com o calor, mamis. Nada melhor do que uma alimentação e o enxoval de verão adequados para ajudar os pequenos a enfrentarem as altas temperaturas.

Fraqueza, cansaço e irritabilidade. Esses são os principais efeitos das altas temperaturas, as grandes vilãs nesta época do ano. E não são só os adultos que sofrem com o verão escaldante, sabia? A exposição ao calor excessivo também é um problema para os bebês!

Isso porque os pititicos sentem o mesmo calor que a gente, mas com o agravante de se desidratarem bem mais facilmente. Um perigo que precisa ser evitado com muita água, roupas e alimentação adequadas.

Confira algumas dicas, que vão desde banhos refrescantes ao enxoval do bebê, e saiba como driblar os efeitos negativos do calor, para garantir mais conforto aos pequenos e para você também, mamãe! Afinal, um baby fresquinho e feliz traz mais tranquilidade para nós, não é mesmo?

 

Os efeitos do calor para os bebês

O verão já mostrou a que veio. Dias e noites de muito calor e que deixam qualquer um com os nervos à flor da pele. Se você percebeu que seu filho ou filha está chorando mais, não consegue dormir direito e fica agitado, pode ser que ele esteja sofrendo com as altas temperaturas. Isso exige cuidados redobrados.

Além das assaduras mais frequentes, o calor excessivo pode levar à desidratação. Mamães e papais precisam estar atentos, já que esse é um problema que atinge mais os pequeninos do que os adultos. Sabe por quê?

O corpo dos pequenos é composto por mais ou menos 80% de água, enquanto, nos adultos, esse índice é de 65%. Ou seja, os bebês e as crianças precisam de uma reposição hídrica mais cuidadosa. As roupas leves representam outro importante aliado. E isso sem esquecer da boa proteção solar e hidratação, e dos cuidados com a pele muito sensível dos pequeninos.

 

Quer aliviar o calor dos pequerruchos?

Os bebês precisam ser protegidos do calor e isso não significa mudar de hemisfério a cada chegada da estação mais quente. Então, confira essas dicas cruciais para você não sofrer e aproveitar o verão com seu pequeno!

 

Hidratar sempre

Essa é a palavra de ordem. Para os bebês menores de seis meses, sabemos que a amamentação deve ser exclusiva e oferecer o peito mais vezes ao dia é uma boa pedida, mesmo que em livre demanda. O leite materno tem função de hidratação e é tudo que o seu bebê precisa. Já para os bebês com mais de seis meses de idade, ofereça água diversas vezes ao dia, principalmente se for sair de casa. Água de coco é outra ótima opção.

 

Banhos refrescantes

Nos dias de muito calor, os banhos rápidos no chuveiro são uma excelente pedida. E têm ainda as brincadeiras na banheira ou na piscininha, sempre supervisionadas. Caso isso aconteça ao ar livre, escolha os melhores horários para a exposição ao sol, evitando o período entre 10h e 16h, e não se esqueça do protetor.

 

Ar-condicionado e ventilador

Não é preciso abrir mão do conforto do ar-condicionado ou dos ventiladores. Mas fique de olho em alguns cuidados. Tanto um quanto outro não podem ser colocados diretamente sobre o bebê. O ar-condicionado, por exemplo, regula a temperatura do ambiente, mas também diminui a umidade do ar, ressecando as vias aéreas. Para resolver o problema, use o umidificador.

 

Roupas fresquinhas

As roupas leves também ajudam a evitar a desidratação. Escolha as de tecido fino, como algodão, malha e tecidos naturais. Se estiver muito quente, deixe seu pititico somente de body ou fralda. Eles ficam super confortáveis e à vontade!

 

Cabeça protegida

Bonés de algodão e chapéus de cor clara também são bem-vindos para evitar insolação. Eles protegem os bebês e são um charme!

 

Muitas frutas

Babies que já iniciaram a introdução alimentar podem consumir frutas sem problemas. Principalmente as da estação, como melancia, melão, mamão, laranja e manga. As saladas de frutas e sorvetinhos caseiros também podem entrar no cardápio.

 

Dicas de ouro para o enxoval de verão

O calor exige que a lista de enxoval do bebê, além das peças tradicionais, tenha o reforço de itens extras. São opções que vão deixar os pequerruchos mais confortáveis e fofos. Dê uma olhada nas ótimas opções que separei para você acertar em cheio!

  • Body regata liso: são mais do que úteis para o calorão. Os botõezinhos facilitam vestir e trocar a fralda. Os de cores lisas são verdadeiros coringas, muito básicos e versáteis.
  • Body regata estampado: os bebês precisam ficar fresquinhos e com liberdade, o que faz dos bodies uma opção perfeita. E as peças estampadas são um charme à parte, não é mesmo, mamãe?!
  • Shorts: os shorts são a melhor pedida para garantir conforto. Ainda mais os de cinturinha elástica, que ajudam a segurar a fralda e permitem os movimentos das pernocas.
  • Manta bem levinha: nos dias de verão, muitas vezes acontece aquele ventinho no fim do dia, ou mudanças repentinas de clima. As mantinhas leves são sempre válidas para proteger o bebê do vento e das variações de temperatura, na hora do passeio ou do soninho.
  • Toalha com fralda e capuz: os banhos são mais frequentes nos dias de calor e as toalhas com fralda e capuz são muito práticas e absorvem melhor a água.
  • Jogo de lençol para berço: manter os lençóis limpos é mais gostoso e saudável, pois o bebê sua durante o soninho. Assim, ter mais de uma opção ajuda na hora da lavagem.
  • Trocador Momentos: os dias quentes pedem mais passeios ao ar livre. E para estar prevenido na hora de trocar a fralda, nada melhor do que ter um trocador para acompanhar o baby em todos os lugares, não é mesmo, mamãe?!
  • Kit berço com mosquiteiro: ah, calor e mosquitos formam uma dupla bem desagradável. E que tal um kit berço com mosquiteiro, para deixar o bebê dormir mais tranquilo e protegido?
  • Bonés e chapéus: como já foi dito, bonés de algodão e chapéus de cor clara são uma ótima alternativa para proteger a cabecinha do baby e evitar a insolação, além de deixarem eles muito estilosos.

 

Gravidinhas no verão: como evitar o desconforto?

Gestantes também precisam se cuidar nos dias muito quentes. É preciso investir em repouso ao longo do dia, usar roupas adequadas e consumir alimentos leves. Isso, sem falar na ingestão de muita água. Essa é uma recomendação geral, mas que ganha importância ainda maior no caso de gestantes. É fundamental sempre ter uma garrafinha de água por perto.

Hidratar a pele também é imprescindível, já que as gestantes estão mais propensas ao aparecimento de estrias, principalmente nas pernas, no bumbum e nas mamas. Faça a hidratação todos os dias, mesmo no calor, quando a oleosidade da pele costuma aumentar.

E falando em pele, não podemos esquecer de protegê-la com filtro solar. Devido às inúmeras mudanças hormonais ocorridas durante a gestação, a melanina — proteína que pigmenta pele e cabelos — pode ficar hiperestimulada, originando as manchas.

Apesar da exaustão causada pelas altas temperaturas, é preciso ser firme na atividade física durante a gravidez. Movimentar o corpo, sempre com orientação médica, ajuda a aumentar a disposição da gestante, estimula a circulação e evita os inchaços, tão comuns, principalmente nas pernas.

E para encerrar, nada melhor do que uma boa noite de sono, com roupas leves e um ambiente agradável, bem ventilado. Ideal para descansar e recarregar as energias.

 

Sugestão para pedir no seu enxoval

Por último, mas não menos importante… Aqui vai: 3 bodies regata lisos + 2 bodies regata estampados + 2 shorts + 1 manta levinha + 4 toalhas com fralda e capuz + 2 jogos de lençol para berço + 1 Trocador Momentos + 1 kit berço com mosquiteiro + 1 boné/chapéu.

Ah, vale lembrar que você pode salvar essa listinha completa para facilitar, mamãe.

É muito simples: basta clicar com o botão direito do seu mouse, depois selecionar “salvar imagem como”. Se você estiver usando o celular, é só segurar apertando até aparecer a mesma mensagem.

Siga acompanhando o Blog da Mamãe Colibri, que é cheio de conteúdos preparados para as mamães e futuras mamães com muito amor!

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Você e seu bebê

Coto Umbilical do Bebe

Aprenda os cuidados que devem ser tomados para cuidar do coto umbilical do seu baby, sem medo e da forma correta. É o fim das suas dúvidas!

 

Saiba como cuidar do coto umbilical do seu bebê

Na hora de trocar a fralda ou dar banho no bebezinho que acabou de nascer, muitas mamães ainda têm medo de lidar com o cordão umbilical. Confira os cuidados e tire as suas dúvidas!

Moeda, pó de café, óleo de rícino e até teia de aranha são algumas das crendices populares sobre o coto umbilical. Sem falar na faixinha, que as vovós recomendavam para evitar que o umbiguinho ficasse saltado.

Por isso, um dos assuntos que mais deixam as mamis de recém-nascidos apreensivas — principalmente as de primeira viagem — é o cordão umbilical. Além das preocupações normais de se ter um bebezinho em casa, o tema ainda gera dúvidas sobre o que fazer.

Confira esse artigo e saiba o que realmente deve ser feito para garantir a saúde do seu baby, sem superstições e com muito amor!

 

O que é o coto umbilical

Quando o bebê está no ventre da mamãe, é pelo cordão umbilical que ele recebe todo o alimento e também respira. Sua função é fazer com que o sangue do bebê passe pela placenta, onde é oxigenado e recebe nutrientes, retornando, em seguida, para o bebê. Sem falar que ele é ligação entre mãe e filho, representando todo o afeto dessa relação.

Alguns minutos após o nascimento, o cordão umbilical é cortado pelo médico obstetra, a mais ou menos dois centímetros da barriguinha. E esse pequeno pedaço excedente recebe o nome de coto umbilical.

Sendo assim, o nosso umbigo é resultado da cicatrização causada pela queda natural do cordão. É um processo que acaba deixando uma pequena depressão na nossa pele.

Mas enquanto o coto não cai, é preciso cuidar muito bem da área, com a higiene correta e, acima de tudo, fugindo de alguns conselhos que podem prejudicar o processo de secagem.

 

Como cuidar para evitar inflamação

Em primeiro lugar, fique tranquila, mamãe! Não precisa ter receio na hora de mexer no coto umbilical. Apesar de parecer frágil, ele não tem terminações nervosas e, por isso, o bebê não sente nenhuma dor. O que também não quer dizer que podemos lidar com o coto de qualquer maneira. É preciso ter os cuidados certos.

Enquanto o cordão ainda não cai, evite mergulhar o corpo do bebê na água, ou dar banhos demorados, em banheiras grandes. O local precisa estar bem seco e o ideal é lavar o bebê com paninhos molhados ou esponja macia nesse período. Já que não tem como evitar que ele molhe a região do umbigo durante o banho, seque bem o local depois.

E para que o coto fique bem arejado, sem umidade ou sujeira, não coloque nenhum objeto estranho sobre ele. Isso vale para aquelas superstições em torno do uso de moedas, pó de café, diferentes tipos de óleos, ou até mesmo teia de aranha. Cuidar do coto é sinônimo de higiene e não de sujeira.

As famosas faixinhas de umbigo, que muitas lojas ainda insistem em vender, também são contraindicadas. Sua avó, provavelmente, deve ter usado na sua mãe, seguindo o costume herdado dos mais antigos. A crença era de que o pedaço de pano amarrado na circunferência do umbigo o deixaria mais “bonito”, sem que ele ficasse saltado.

Porém, não há nada científico comprovando essa teoria. Sem falar que as faixinhas podem atrapalhar a secagem natural do coto. Inclusive, essas são as orientações do Ministério da Saúde, contidas na Caderneta de Saúde da Criança, aquela entregue para anotar diversos dados do seu filho ou filha ao longo do crescimento, como peso, altura e vacinas.

O material também recomenda que a região seja limpa com álcool 70%, para evitar a proliferação de bactérias causadoras de infecção no local. Pegue uma haste ou chumacinho de algodão, levante o coto e limpe as secreções e a região em volta do umbigo. Não esqueça de lavar bem as mãos antes de fazer isso, certo?

Aproveite a troca de fraldas e o momento pós-banho para seguir esse ritual. Repetir o processo várias vezes ao dia garante uma cicatrização rápida e tranquila, livre de infecções.

 

Quanto tempo leva para o coito cair

Geralmente, o coto costuma levar de sete a 15 dias para soltar da barriga do bebê. Mas não se assuste se isso demorar um pouco mais, mamis. Cada pequeno é um serzinho único e esse tempo pode variar. Alguns recém-nascidos apresentam um umbigo um pouquinho mais “grosso” e a queda pode demorar até 25 dias. Agora, muito mais tempo pode significar que algo está errado. Nesse caso, você deve falar com o pediatra.

No mais, vale a pena estar ligada nessas dicas valiosas:

  • Logo após a queda do coto, pode aparecer um pouquinho de sangue na fralda. Isso é normal, uma vez que os vasos sanguíneos se separam. Siga a limpeza com álcool 70% várias vezes ao dia. Se houver maiores quantidades de sangue saindo do umbigo, tente fazer pressão no local. Caso continue, também é indicado procurar o médico.
  • Você também pode perceber um caroço ou nódulo úmido e avermelhado próximo ao local de onde o cordão caiu. Ele pode aumentar ligeiramente e continuar a gotejar um pouco. O nome que se dá a isso é granuloma umbilical. Nesse caso, é importante contar ao médico o que está acontecendo, para ele identificar o problema e definir o melhor tratamento.
  • Outra situação em que é necessário buscar ajuda de especialistas é quando o umbigo ainda fica alto, mesmo depois da queda do coto. Pode se tratar de uma hérnia umbilical, que surge em um a cada cinco bebês e, na grande maioria das vezes, some naturalmente. Se esse for o caso do seu pequeno, não tente empurrar o umbigo para dentro, na tentativa de arrumar. Você pode machucar o bebê e é perigoso.
  • Caso tenha alguma secreção de cor amarela no umbigo, ele também precisa ser avaliado por um médico.

Então, mamãe, deu para perceber que o coto umbilical merece que você esteja de olho, mas sem desespero, não é mesmo? Siga as dicas e, percebendo algo errado, converse com o médico que atende o seu baby. E também continue acompanhando as novidades do nosso blog, que tem muitos conteúdos para ajudá-la na doce missão de ser mãe.

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Você e seu bebê

Bebe Nao Quer Mama

Amamentar é o desejo de muitas mamães. Mas a falta de informação e a insegurança podem transformar esse sonho em pesadelo quando o bebê se recusa a mamar.

Meu bebê não quer mamar! O que eu faço?

A rejeição do bebê ao peito materno pode ter diversas causas, desde as mais simples até as que necessitam de ajuda profissional. Por isso, vou ajudá-la a entender o problema e mostrar que ele tem solução, mamis.

Amamentar é um ato de amor. Com ele, desenvolvemos paciência e resiliência, como parte do looping de emoções que acompanham as mulheres desde o início da gestação. Mas o que para muitas mamães parece fácil, para outras é um verdadeiro desafio, nos casos em que o bebê não quer mamar.

Além das fissuras nas mamas, inchaço, dores, ingurgitamento e mastite, a recusa do peito pode ser mais um obstáculo na jornada da amamentação, principalmente para as mamães de primeira viagem. Um problema que, muitas vezes, gera insegurança e frustração.

Neste artigo, vou mostrar que são várias as causas para o baby não querer mamar no peito. Também são diversas as alternativas para reverter esse quadro. Pois informação é tudo, não é mesmo?

Se você está passando por isso, fique tranquila. Vou ajudá-la a enfrentar a situação!

 

Por que devo amamentar?

Se você está com um baby na barriga ou planeja ser mãe, já deve saber que o leite materno é o melhor alimento para os recém-nascidos e crianças com até os dois anos de idade. Por ser completo, dispensa o consumo de água, sucos ou chás até os seis meses.

Segundo a Unicef, amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir a mortalidade neonatal, aquela que acontece até o 28º dia de vida. E não são só os bebês que saem ganhando. O aleitamento materno, na primeira hora de vida, auxilia nas contrações uterinas, diminuindo o risco de hemorragia.

São tantos os benefícios em amamentar que o ato já faz parte dos planos das gestantes. Elas preferem nem imaginar que o bebê possa recusar o peito. É por isso que tudo pode ficar bem difícil, quando a criança não quer mamar.

Se você passa por esse processo, aí na sua casa, saiba que, antes de mais nada, é preciso investigar a causa. São vários os motivos que levam à rejeição do peito pelo pequeno. Pode ser, por exemplo, um simples resfriado, ou a pega incorreta do seio.

Vamos descobrir juntas o que pode estar acontecendo?

 

O que leva o bebê a não querer mamar?

Vale salientar que a recusa não significa, necessariamente, algum problema sério. Muitas vezes, o bebê apenas não está com fome no momento, ou já mamou o suficiente. A cada mamada, ele vai se tornando expert e consegue se saciar rapidinho.

No entanto, se for uma situação persistente, a dica é manter a calma, para ajudar o seu filho. Observe todo o contexto das situações em que o bebê se recusa a mamar. Pergunte-se sobre como está o ambiente e avalie se você está relaxada para o momento. Os pequerruchos sentem nosso estresse. Então, fuja das tensões!

Além disso, eles também percebem quando acontece uma mudança na rotina, como o afastamento devido a uma viagem ou a volta da mamãe ao trabalho, por exemplo. Os pequenos radarzinhos captam tudo.

Além disso, é importante ficar de olho em outras possíveis causas.

  • Resfriados: o bloqueio do nariz e da boca dificulta a respiração e a sucção. Faça uma limpeza antes da mamada, que pode ser com um pano limpo macio ou lenço de papel em forma de canudo. Se o muco estiver seco, basta umedecer o paninho.
  • Desconforto: a recusa ao peito pode ser causada por alguma dor, como as terríveis cólicas, o nascimento dos dentinhos, uma infecção ou uma posição errada. Caso o problema for o famoso sapinho (cândida), ou estomatite, as feridinhas na boca não vão deixá-lo mamar. Há ainda o refluxo, que faz o leite retornar trazendo o ácido estomacal. Observe bem e fale com o pediatra!
  • Pega incorreta: Esse é um dos problemas mais comuns entre os recém-nascidos. Acontece quando não é possível abocanhar uma boa parte do seio para garantir uma mamada de sucesso, sem falar que pode machucar o bico. Converse com quem já tem experiência, ou procure ajuda especializada, pois existem consultoras que auxiliam na melhor posição para a mamada. Outra opção é entrar em contato com o banco de leite do hospital onde ocorreu o seu parto. Lá, também existem pessoas que vão mostrar como é a pegada correta.
  • Mamadeira e bico: o uso da mamadeira e do bico confundem o bebê, no que se refere à sucção. No caso da mamadeira, não é necessária muita força para mamar e o leite desce mais rápido. Caso ele esteja com algum problema em sugar o peito, vai preferir a mamadeira, que é mais fácil.
  • Hiperlactação: o excesso de leite materno também pode tornar o momento desagradável, devido à força do fluxo de leite. Uma alternativa é retirar o leite antes de cada mamada, para esvaziar um pouco as mamas.
  • Distrações: quando o bebê começa a ficar mais curioso, barulhos e movimentos fazem ele perder a concentração e interromper a mamada. Procure fazer com que o momento seja o mais sossegado possível.

Mas atenção! Caso a criança também apresente sintomas como vômitos, diarreia e sonolência, procure o médico.

 

Não desista. Vai dar tudo certo!

Quando o bebê não quiser mamar, não force. Abrir a boquinha ou empurrar ele contra o peito não vai ajudar em nada e só piora a situação, causando ainda mais frustração. E você sabia que algumas crianças sugam melhor quando estão com sono? Pois, é. Não custa tentar.

Amamente quando ele estiver com fome, em livre demanda, sem a imposição de horários rígidos. Tente, também, espremer um pouco de leite na boca dele, no início da mamada, para despertar o interesse e avisar da refeição.

Outra coisa que muitas mamães não sabem é que, se o bebê estiver com muita fome e ficar furioso, também pode recusar o peito. Nesses casos, espere ele se acalmar e tente novamente.

Aliás, persistência é o recado mais importante. Não desista! Embora seja uma situação nada agradável, essa recusa ao aleitamento materno tem a duração de apenas alguns dias. Segundo especialistas, dificilmente isso passa de uma semana. O que reforça a necessidade de ter muita paciência, informação e uma rede de apoio que não deixe mamãe e bebês desamparados.

Enquanto enfrenta o desafio do bebê que se recusa a mamar, procure tirar o leite manualmente, ou com a ajuda de uma bombinha, sempre em intervalos regulares e seguindo a rotina de amamentação. Isso vai manter a produção de leite e prevenir o ingurgitamento dos seios, bem como evitar a mastite.

Você também pode oferecer esse mesmo leite ao baby. Mas evite a mamadeira e use um copo ou colher para que ele continue a se beneficiar das maravilhas que o leite materno proporciona.

E lembre-se: o leite materno é mais do que uma boa nutrição para os nossos filhos. Ele é afeto, vínculo, contribui na proteção de muitas doenças, diminui as chances de asma e alergias.

Gostou do artigo? Acesse o nosso site e confira mais conteúdos como esse que ajudam a vencer os desafios da maternidade!

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Você e seu bebê

Transição do berço para a caminha

Você quer fazer a transição do bebê do berço para a cama e não sabe se é a hora certa? Confira as nossas dicas para realizar essa etapa com carinho e respeito!

Saiba como fazer a transição do berço para a cama, sem traumas!

O momento de o bebê passar do berço para a caminha é desafiador. Mas essa transição pode ser benéfica para os papais e as mamães, além de ser mais uma conquista para os pequenos.

A transição do bebê do berço para a caminha pode parecer um bicho de sete cabeças. Mas existem diversas formas de cumprir essa etapa, sem que a troca resulte em traumas e prejudique o desenvolvimento do seu baby.

Nesse artigo, vou falar sobre como esse é um processo natural. Aos poucos, o pequeno vai crescendo e precisa dessa independência. E não existe idade certa para começar essa transição. Por isso, é importante ficar de olho nos sinais e conhecer seu filho ou sua filha.

Confira algumas dicas de como fazer isso e incentivar o bebê a cumprir uma nova etapa. Assim, ele vai se sentir seguro e viver essa experiência da melhor forma possível. E você também terá mais tranquilidade e autoconfiança para enfrentar o desafio.

Está na hora de o bebê ir para a caminha?

É preciso ressaltar que não existe um tempo certo ou a idade ideal para realizar esse processo. Alguns especialistas sugerem lá pelos dois anos, quando os bebês começam a ter mais autonomia. Outros já não aconselham a troca do berço para a caminha antes dos três anos, porque eles podem ainda não estar prontos.

Uma boa dica é usar como parâmetro a questão do espaço, quando o baby não cabe mais no berço. Ou a segurança, ao observar que a linha dos mamilos está acima da grade e, portanto, é necessária a troca para evitar quedas. Outro indicativo é quando se percebe que o espírito de aventura tomou conta do seu pequeno e ele passa a escalar o gradil para fugir. Fique de olho!

Entretanto, respeitar o tempo de cada criança é fundamental. É muito comum os pais se anteciparem e o bebê não aceitar essa mudança. Daí não há escapatória. Vai ter muito choro e saídas da caminha para o quarto da mamãe, na tentativa de voltar ao que era antes…

E que tal começar a transição baixando a grade do berço? Existem kits que podem ser usados para garantir proteção e conforto nessa primeira etapa.

Invista em preparar seu bebê

Dito isso, se você tem certeza de que é a hora de o bebê deixar o berço, antes de mais nada, tenha uma boa conversa. Explique com carinho que isso vai acontecer e será uma coisa bem legal.

Faça o pequeno dar “tchau” para o antigo local do soninho e apresente o desafio como algo divertido, gostoso. Assim, ele se sentirá seguro e sem medo, porque vai mudar, mas para melhor!

Todo esse diálogo ajuda na elaboração do deixar algo para trás. Especialistas afirmam que é um aprendizado para toda a vida, na hora de enfrentar outros momentos de perda.

Também diga à criança que ela já não é mais um bebê. Valorize o seu crescimento e incentive esse desenvolvimento. E lembre-se: filhos têm anteninhas que captam tudo. Se você tem dificuldade em aceitar que já não tem mais um bebê, ele vai perceber e terá dificuldade em lidar com isso. Trabalhe seu coraçãozinho, hein?!

Dicas para um processo sem traumas

Existem diversas formas de fazer a transição do berço para a caminha de forma segura e até mesmo divertida. Vamos a elas!

 

Seu bebê pode participar!

Faça seu pequeno participar desse processo. Combine quando isso vai ocorrer, deixe ele escolher o modelinho da cama, dos lençóis, da colcha e das luminárias. Ele vai se sentir parte da mudança. Outra boa dica é ajudá-lo a escolher o brinquedinho que vai para a cama com ele, como um parceiro nessa nova aventura.

 

Uma verdadeira festa!

Coloque balões no quarto, faça um bolinho para toda a família, separe um pijama novo. Esse deve ser um momento de muita alegria e felicidade!

 

Persistência

É muito importante colocar a criança para dormir somente quando ela estiver com sono. Caso não seja a hora de fazer a “naninha”, vai ser mais fácil dar aquela escapada. Até meia hora mais tarde pode fazer diferença, sabia?

E não esqueça de criar uma rotina. Um banho seguido de uma historinha pode ser uma boa opção. Daí, é só dar o beijinho de boa noite, desligar ou suavizar a luz e sair.

Mas esteja preparada para repetir isso mil vezes, porque seu filho vai levantar e procurar você. Pegue no colo ou pela mãozinha e coloque de volta na cama. Nessa hora, também é comum a criança querer brincar, tomar água. Tudo para atrasar o sono. Sente-se ao lado do pequeno e espere ele dormir. Tenha muita paciência, transmita amor e carinho.

 

Segurança

Faça com que o quarto do baby seja um local seguro, bem como evite que ele tenha acesso a objetos perigosos ou que possam causar acidentes. Proteja as janelas e tomadas, tranque gavetas onde possam estar facas e remédios. Sem falar que há chances de ele utilizar prateleiras de móveis como escada.

 

O que não fazer na transição do berço para a caminha
Agora é hora de falarmos sobre o que não fazer na hora da transição do berço para a caminha. Antes de mais nada, evite perder a cabeça, gritar ou xingar. Se for preciso ser firme, faça isso de maneira gentil.

  • Nada de abandonar o pequeno: Não esqueça que esse momento é delicado e seu bebê pode se sentir inseguro. Fique por perto e o deixe perceber isso. Você pode querer aproveitar para arrumar a casa, colocar algo em dia, ou mesmo descansar, mas é preciso ter paciência.
  • Trancar a criança? De jeito nenhum: O pequeno pode ficar assustado e todo o esforço feito até esse momento vai por água abaixo.
  • Não desista: Já falamos em paciência? Pois é. Você vai cansar, ficar com sono e irritada. Apesar das dificuldades, não desista. Como tudo na vida, isso passa. Voltar atrás pode representar dificuldades para as crianças em enfrentar mudanças no futuro.

Espero que após a leitura do artigo você, mamãe, esteja encorajada para encarar a transição do berço para a cama, de forma tranquila e positiva.

Além disso, você ainda pode contar com os Kits Berço da Colibri, que foram desenvolvidos para acompanhar o crescimento da criança – já que seus itens podem virar delicados objetos de decoração em caminhas.

Confira mais dicas legais como essas no nosso blog! Até mais!

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Série Mamães que amam Você e seu bebê

Fim de Ano com Bebê

Logo, o Natal e Ano-Novo estarão aí. Você quer saber como estar tranquila no fim de ano com seu bebê? Confira as dicas e aproveite esses momentos!

Quer estar preparada para as festas de fim de ano com o bebê?
O fim de ano é um tempo de alegria em família. Mas muitas mamães também ficam inseguras sobre como lidar com os bebês, nessa época de festas. Tudo pode, sim, ser tranquilo. Separei conselhos fundamentais para você estar preparada.
O Natal e o Réveillon estão chegando. É um tempo alegre e que as famílias gostam de curtir juntas. Nesse ano, teremos ainda mais motivos para estar bem próximos das pessoas que amamos. Com a pandemia, que nos pede cuidados especiais com a saúde de todos, o convite é para as reuniões mais íntimas. E, aí, você, mamãe, pode estar se perguntando: dá para aproveitar tranquilamente as festas de fim de ano com o bebê?
De mãe para mãe, é normal que você se sinta um pouco angustiada. Ainda mais se esse for o primeiro fim de ano do seu pequerrucho. Bate aquela dúvida sobre como o baby vai reagir aos ambientes mais barulhentos, com mais gente. Além disso, muitas de nós ainda precisam programar a viagem para encontrar a família e só desejamos que o bebê esteja bem e a gente possa descansar um pouco. Afinal, só nós sabemos quanto jogo de cintura precisa ter uma mãe de bebê.
Confira as dicas que separei e confie: vai dar tudo certo!

Antes de mais nada, mantenha a calma e seja paciente!
Lá vai um primeiro conselho de ouro, mamães. Evitem exagerar na preocupação. Às vezes, ficamos nervosas em sair da rotina e acabamos até desgastando o pequenino. Pense que vale a pena um momento para descontrair e aproveitar. Com organização e tranquilidade, as coisas se ajeitam e você vai se divertir.
Leve em consideração que o Natal, principalmente, fica muito mais animado com as crianças. Por isso, os avós, tios e primos vão gostar de ter vocês por perto e merecem curtir o seu baby. É verdade que também será preciso ter paciência. Todos vão querer pegar seu filho no colo e também surgirão aqueles palpites e críticas que podem ser incômodos. Procure não dar importância ao que não acrescenta e entenda o carinho das pessoas com seu pequeno. Tenha a segurança de saber que você o conhece melhor que ninguém e sabe do que ele precisa.
E por falar em paciência, ela também será fundamental quando o bebê ficar irritado ou incomodado. Isso é normal diante de fisionomias não familiares e da agitação do ambiente de festa. Os barulhos de fogos também serão estranhos para ele. Se houver reclamação, ou até mesmo aquele famoso berreiro, abrigue seu filho. O colo, o carinho e seu jeitinho único de lidar com ele são a melhor forma de contornar a situação.
Outro ponto de atenção são as árvores de Natal e outros itens decorativos. Eles podem ser perigosos para os babies que engatinham ou estão começando a andar. Isso sem contar a fase em que tudo que eles enxergam e pegam é levado à boca. Evite o que pode causar acidentes. E o mesmo vale para os presentes. Você, seus familiares e amigos devem estar atentos ao que é adequado para a idade do seu filho.

Esteja preparada para as festas de fim de ano com o bebê
No caso dos bebês muito pequenos, não se pode perder de vista que a mudança de rotina é desgastante. Mas alguns cuidados vão tornar tudo bem mais confortável e fazer do fim de ano um momento agradável.

Procure preservar os hábitos
Um dos grandes “poréns” desse período de festas, para os bebês, é a mudança brusca de horários e hábitos. Sempre que possível, preserve a rotina de alimentação e sono mantida com o pequeno. Por sinal, se durante a festa ele começar a esfregar os olhinhos, ou der sinais de cansaço, não hesite em colocá-lo para descansar. Também vale a pena planejar um soninho antes de os convidados chegarem, para que ele esteja mais animado.

E falando em comida
Quando seu filho já se alimenta, mas ainda não come de tudo, é preciso ser prevenida. Leve os alimentos que ele está acostumado a ingerir e também os acessórios, como prato, colher e garfo, com os quais ele é habituado. Ele e você vão estar mais seguros, longe de qualquer pequeno acidente ou fator surpresa. Se o bebê tiver restrições alimentares, informe a quem estiver participando das comemorações. As pessoas precisam saber que não devem oferecer as comidas que vão fazer mal.

Roupas e brinquedos
Levar os brinquedos que a criança está habituada a usar também vai deixá-la mais tranquila. E ainda será uma forma de mantê-la distraída, enquanto os adultos aproveitam a festa. Mesmo quando comemorar Natal e Ano-Novo na cidade em que mora, separe roupas extras, para o caso de o baby se sujar.

Em caso de viagem
Se for o caso de viajar no fim de ano com o bebê, alguns cuidados são fundamentais, para encarar melhor o estranhamento das horas de estrada e da mudança de ambiente. Esteja preparado para distraí-lo, com brinquedos e livros, enquanto ele estiver acordado. Prepare-se também com mais roupas e fraldas, para os possíveis congestionamentos e atrasos. Nas viagens de carro, tenha em mente que podem ser necessárias mais paradas que o usual.

Quer preparar o kit ideal?
Parece muita coisa? Calma. O foco aqui é ajudar. E tudo vai ficar ainda mais fácil com o checklist que montamos, trazendo todos os itens dos quais você vai precisar. Guie-se por ele e garanta um fim de ano tranquilo com seu bebê.
• Tudo começa pela escolha de uma boa bolsa. São muitos os modelos que vão combinar com seu estilo e facilitar o cuidado do pequeno;
• Um trocador portátil também vai ser indispensável, para uma rotina mais funcional;
• O ninho redutor é outro item que vale a pena. Fica bem mais fácil um soninho fora de hora, ou até mesmo aquele descanso durante a comemoração, sem tirar o olho do seu filho;
• Fraldas descartáveis, lenços umedecidos e pomadas para assaduras não podem faltar. Assim, as trocas estão garantidas sem correria ao mercado ou à farmácia;
• É indicado ter, na bolsa do bebê, peças de roupa adequadas ao frio e ao calor. Separe, ao menos, dois itens de cada. O pequeno pode se sujar durante as festas;
• Um kit fralda vai ser super útil para manter as mãozinhas e a boquinha do bebê sempre limpas;
• Boas opções de brinquedinhos vão ajudar muito a manter o pequerrucho calmo e você mais tranquila para celebrar.

Então, mamãe, mais preparada para o fim de ano com o bebê? Nós temos certeza que sim. Seguindo essas dicas, é só aproveitar a magia das luzes de Natal com o pequeno e pedir muita felicidade para você e ele no ano que começa. Aproveite esse tempo especial!